sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ex-assessora de Lula indiciada pela PF teve passaporte especial


       
     Dirceu Ayres

A Presidência da República concedeu um passaporte que prevê tratamento especial a Rosemary Nóvoa de Noronha em viagens internacionais para acompanhar Luiz Inácio Lula da Silva, então titular do Palácio do Planalto. Entre 2007 e 2010, ela viajou com o então presidente para 23 países, em virtude de pelo menos 30 eventos --de posses de presidentes a encontros de chefes de Estado. Rose, como é conhecida, ex-chefe do escritório regional da Presidência em São Paulo, foi indiciada na semana passada na Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Ela é acusada de fazer parte de uma organização infiltrada no governo para obtenção de pareceres técnicos fraudulentos. No sábado, Rose foi exonerada do cargo de confiança que ocupava. Em janeiro de 2007, a pedido da Presidência, o Ministério das Relações Exteriores concedeu a ela um passaporte diplomático, conhecido como "superpassaporte". Caracterizado pela capa vermelha, ele é destinado a poucas autoridades. O documento, emitido sem custo para o titular, permite acesso a fila de entrada separada nos aeroportos e torna dispensável o visto nos países que o exigem. O tratamento tende a ser menos rígido  Rosemary de Noronha em festa do programa "Superpop", da RedeTV!, em 2010 INTERESSE DO PAÍS O passaporte de Rose esteve válido até 31 de dezembro de 2010, véspera da posse da presidente Dilma Rousseff. Em 2011, o documento não foi renovado. Não há registro de viagens internacionais de Rose a serviço do governo desde então. O documento especial de Rose foi concedido sob a justificativa de ser do "interesse do país", um caso excepcional, já que o cargo que ela ocupava não consta da lista de autoridades do decreto que regulamentava a concessão à época. O decreto 5.978/2006, assinado pelo ex-presidente Lula, dava os "superpassaportes" para presidentes, vices, ministros, parlamentares, chefes de missões diplomáticas, ministros de tribunais superiores e ex-presidentes. Entre os países visitados por Rose estão Alemanha, Portugal (duas vezes), México, Cuba (duas vezes), El Salvador (três vezes), Rússia, Coreia do Sul, França, Inglaterra, África do Sul, Guatemala, Costa Rica, Paraguai, Venezuela, Chile, Argentina (duas vezes), Gana, Peru, Espanha, Ucrânia, Bolívia, Bélgica e Uruguai. Em dezembro de 2007, ela foi com Lula à posse da presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Também participou da posse do presidente de El Salvador, Mauricio Funes, em junho de 2009. No mesmo ano, acompanhou Lula na 2ª Cúpula dos países do G20, em Londres. Em 2008, novamente foi a uma cúpula do G20, em Seul, na Coreia do Sul. HISTÓRICO Em janeiro de 2010, a Folha revelou que filhos e netos de Lula haviam recebido, a pedido do ex-presidente, passaportes diplomáticos, também "por interesse do país". As reportagens geraram uma ação do Ministério Público Federal para cassar os documentos. Quatro filhos os devolveram e outro o teve cancelado pela Justiça. O Itamaraty resolveu alterar as regras de emissão 19 dias após a primeira reportagem: agora, só com "solicitação formal fundamentada" e com a divulgação no "Diário Oficial da União". Entre 2006 a 2010, durante o segundo mandato de Lula, o Ministério das Relações Exteriores concedeu 328 passaportes diplomáticos por "interesse do país". MATHEUS LEITÃO RUBENS VALENTE DE BRASÍLIA  

Grupo ajudou ex-senador a liberar projeto de R$ 2 bilhões


             

     Dirceu Ayres

No cargo de advogado-geral-adjunto da União, José Weber Holanda ajudou o ex-senador Gilberto Miranda na aprovação do projeto de um complexo portuário de R$ 2 bilhões na ilha de Bagres, uma área de proteção permanente ao lado do porto de Santos. A obra, que ocuparia 1,2 milhão de m² --área similar a do parque Ibirapuera--, dependia de autorização do Ibama, da Secretaria de Portos e da Secretaria de Patrimônio da União. Todos aprovaram. Pivô de escândalo suspeitava que estava grampeado Rosemary usou e-mail oficial para pedir dinheiro a grupo investigado Weber atuava com Paulo Rodrigues Vieira, preso na última sexta pela Operação Porto Seguro da Polícia Federal sob acusação de comandar um grupo que fazia tráfico de influência em órgãos federais. O empreendimento na ilha de Bagres, cuja construção começaria em 2013, é o maior negócio flagrado na operação. Weber era o braço direito do ministro Luís Inácio Adams na AGU (Advocacia Geral da União), órgão que defende os interesses do governo. Indiciado pela PF, ele foi afastado do cargo. A procuradora que atua no processo, Suzana Fairbanks, escreveu que uma das conversas telefônicas entre Vieira e Weber, em 30 de abril deste ano, sugere o pagamento de propina a Weber. Vieira diz: "Eu trouxe aquele volume resumido. Tem o volume resumido que eu mandei comprar pra você e preciso te entregar". Para a procuradora, "Paulo [Vieira] provavelmente estava pagando Weber por seu auxílio, enquanto adjunto da AGU, no parecer que fundamentaria a licença de construção e exploração, a titulo privativo, de terminal no porto de Santos". De acordo com a PF, "livros", "exemplares" e "volume" são expressões cifradas para designar dinheiro. O projeto foi aprovado pelo Ibama em um ano, tempo considerado inusual, segundo especialistas. Licenciamentos desse tipo costumam demorar de dois a três anos. A procuradoria do Ibama é vinculada à AGU. Em outro telefonema, Vieira diz que foi ele quem escreveu parecer sobre o projeto: "Foi até eu que deu aquela redação, daquele jeito ali". A PF diz no inquérito ter indícios de que os pareceres oficiais chegavam prontos para os órgãos do governo. Um dos indícios disso aparece numa conversa de 7 de maio entre Gilberto Miranda e Vieira. Miranda pergunta se Glauco [Moreira, procurador-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários] atenderia pedido do grupo. "Ele dá sequência?", quer saber Miranda. Vieira responde: "Dá! Principalmente se levar pronto. Principalmente se levar mel na chupeta". Uma assessora da Secretaria do Patrimônio da União, Evangelina Pinho, chegou a viajar num jato de Miranda para tratar do projeto na ilha. As gravações mostram que Miranda festeja quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assina um decreto em que reconhece a "relevância econômica e social da obra". A empresa do projeto, a SPE (São Paulo Empreendimentos Portuários), foi criada em 2009. O principal acionista chama-se Baron CV, uma empresa registrada na Holanda com capital de R$ 25 milhões. A PF suspeita que Miranda, ex-senador pelo PMDB-AM, ligado ao senador José Sarney (PMDB-AP), seja um dos sócios. MARIO CESAR CARVALHO  JOSÉ ERNESTO CREDENDIO DE SÃO PAULO

O DONO DO ESCÂNDALO


         
   Dirceu Ayres

Recém-desembarcado de um vôo decerto turbulento para ele, depois de uma viagem à África e à Índia, o ex-presidente Lula teria dito a pessoas de sua confiança que se sentia "apunhalado pelas costas" por outra pessoa de sua confiança, a então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose. Secretária do companheiro José Dirceu durante 12 anos, da década de 1990 até a ascensão do PT ao Planalto, Lula a empregou na representação do governo federal na capital paulista. Dois anos depois, em 2005, entregou-lhe a chefia da repartição. Na sexta-feira passada, ela e José Weber Holanda, o sub do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, foram indiciados pela Polícia Federal (PF), no curso da Operação Porto Seguro, pela participação em um esquema de venda de facilidades instalado em sete órgãos federais. O indiciamento alcançou 11 outros ocupantes de cargos públicos, além do notório ex-senador Gilberto Miranda. Cinco pessoas foram presas, entre as quais três irmãos, o empresário Marcelo Rodrigues Vieira, um diretor da agência reguladora da aviação civil (Anac), Rubens Carlos Vieira, e outro da agência de águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira - ambos patrocinados pela amiga de Lula. A PF devassou o apartamento de Rose e o gabinete de Holanda. No dia seguinte, a presidente Dilma Rousseff afastou de suas funções os diretores das agências (tendo mandato aprovado pelo Senado, eles não podem ser demitidos sumariamente) e mandou abrir processo disciplinar contra eles. O caso da nomeação de Paulo Rodrigues, tido como chefe da gangue e também chegado a Lula e a Dirceu, é um capítulo de livro de texto sobre a esbórnia no Estado sob o governo petista e a serventia de seus aliados nos altos círculos do poder nacional. Submetida ao Senado, como requerido, a indicação começou mal e seguiu pior. A primeira votação terminou empatada. Na segunda, o nome foi rejeitado por um voto de diferença. Se os mandachuvas da República se pautassem pela decência, a história terminaria por aí. Não terminou porque, contrariando até mesmo um parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, o seu presidente José Sarney ordenou uma terceira votação da qual o afilhado de Rose saiu vencedor por confortável maioria. A essa altura, 2010, estava para mudar a sorte da madrinha - cuja influência derivava diretamente de sua intimidade com Lula, a quem, aliás, acompanhava nas viagens ao exterior, não se sabe bem para fazer o que.Eleita Dilma, que só a manteria no posto em São Paulo para não criar caso com o padrinho, Rose tentou em vão conseguir uma boquinha em Brasília. O imponderável fez o resto. Em um dia de março do ano passado, um servidor do Tribunal de Contas da União (TCU) procurou a Polícia Federal para se confessar. Contou que aceitara uma propina de R$ 300 mil, dos quais já havia recebido um adiantamento de R$ 100 mil, para produzir um parecer técnico sob medida para uma empresa que atua no Porto de Santos. Além disso, Paulo Rodrigues Vieira falsificou um documentacadêmico para beneficiar o funcionário. Mas este se arrependeu, devolveu o dinheiro e revelou aos federais o que sabia. A PF abriu inquérito, obteve autorização judicial para grampear telefonemas e interceptar e-mails. Do material, emergiu uma Rose que lembra a personagem do samba de Chico Buarque que pedia apenas "uma coisa à toa" - no caso, um cruzeiro de Santos a Ilha Grande animado por uma dupla sertaneja, um serviço de marcenaria, uma pequena operação…  Claro que ela também empregou uma filha na Anac e o marido na Infraero. Tinha fama de mandona e jeito de alpinista social. Mas o dono do escândalo é quem deu a Rose o aparentemente inexplicável poder de que desfrutava a ponto de o Senado de Sarney inovar em matéria de homologação de um futuro diretor de agência reguladora. Ao se declarar "apunhalado pelas costas", Lula faz como fez quando o mensalão veio à tona, e ele, fingindo ignorar a lambança, se disse "traído". Resta saber se, desta vez, tornará a repetir mais adiante que tudo não passou de uma "farsa" - quem sabe, uma conspiração da Polícia Federal com a mídia conservadora, a que a sua sucessora no Planalto afinal sucumbiu. (Editorial do Jornal O Estado de São Paulo- BLOG DO MARIO FORTES

ROSEMARY, O FALSO DIPLOMA E A SORDIDEZ DA MAIORIA DA GRANDE IMPRENSA BRASILEIRA.




     Dirceu Ayres

As trocas de favores entre a ex-chefe de gabinete da Presidência da República, Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose, e o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira, foram muito além das indicações de cargos. Ela costumava usar os serviços de seus afilhados políticos para resolver problemas pessoais, como o divórcio e a pensão do atual marido e o diploma de curso superior para o ex-marido, José Cláudio Noronha, de quem ela ainda herda o sobrenome. Segundo trechos obtidos por VEJA da investigação que deflagrou a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, Rose e Vieira trocaram dezenas de e-mails em 2009 sobre o tema identificado como "diploma para o JCN" – sigla que ela usava para se referir ao ex nas mensagens. A ex-chefe de gabinete queria indicar o pai de suas duas filhas a uma vaga na Aliança do Brasil Seguros – a seguradora do Banco do Brasil, posteriormente rebatizada como BB Seguros.  Noronha, que trabalha como assessor especial na Superintendência da Infraero em São Paulo, não cursou faculdade e, por proibição regimental, não poderia assumir cargo na empresa. Ciente do obstáculo, Rose não se intimidou. Procurou Vieira para conseguir um certificado falso que permitisse ao marido abocanhar a vaga de suplente no conselho de administração da Aliança, o que já lhe garantiria uma polpuda remuneração. "Graças a Deus saiu o que eu esperava. Preciso do diploma urgente. Para adiantar, tenho que colocar no currículo a formação. Qual é o nome?”, questionou a ex-chefe de gabinete do governo petista em e-mail enviado a Paulo em 4 de maio de 2009. Segundo o inquérito, o que Rose tanto esperava era a vaga para seu ex-marido. Ela, aparentemente, demonstrava total desconhecimento do título que Claudio receberia – afinal o que lhe interessava era apenas o papel que lhe permitiria dar prosseguimento à negociação para sacramentar a indicação. No passo seguinte, coube ao ex-diretor da ANA não apenas forjar o diploma como também obter o reconhecimento oficial do Ministério da Educação (MEC). Leia TUDO AQUI e veja os documentos: MEU COMENTÁRIO: Notem que em diversas matérias que a grande imprensa publica sobre mais esse escândalo do governo do PT relativo à Operação Porto Seguro da Polícia Federal, refere-se a "uma quadrilha infiltrada no governo".  Neste caso, eu retruco indagando: Como infiltrada?, haja vista que os envolvidos fazem parte do governo e órgãos estatais. Esta é uma forma solerte e mentirosa de desvincular essa roubalheira e tráfico de influência do governo da Dilma, ou seja, do governo do PT. Não é infiltração nenhuma. Está dentro do próprio poder em mãos do PT, leia-se de Lula e seus sequazes que aparelharam todas as instâncias da administração pública. Resta apenas a cereja do bolo, que é o Poder Judiciário, ou seja, o STF! Dado ao fato de que a Oposição está de férias ou de licença prêmio, não será de estranhar que Lula e seus sequazes atinjam esse objetivo de domínio total do Estado, reproduzindo o ambiente institucional hoje existente em republiquetas como a Venezuela chavista, o Equador, a Bolívia, a Argentina kircherista e o Uruguai sob o comando o tumparo da maconha. A grande imprensa brasileira atingiu um nível de sordidez inimaginável. NÃO HÁ NENHUMA INFILTRAÇÃO! A CORRUPÇÃO ESTÁ ENTRANHADA NO CORAÇÃO DO PODER! ESTA É A VERDADE QUE TEM DE SER DITA.



Operação Porto Seguro mostra a proximidade de Lula e Rosemary.


                    


     Dirceu Ayres

Polícia Federal teria gravado também 122 telefonemas entre a ex-chefe de gabinete e Lula, de março a outubro de 2011 – uma média de cinco por dia. Segundo PF, Rose e Lula se falavam ao telefone cerca de cinco vezes ao dia A ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo indiciada por corrupção na Operação Porto Seguro, Rosemary Nóvoa de Noronha, afirmou, em e-mail interceptado pela Polícia Federal em março deste ano, que conversava "todos os dias" com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mensagem foi enviada por Rose a Paulo Vieira, diretor afastado da Agência Nacional de Águas (ANA), apontado por investigadores como chefe de uma quadrilha que comprava pareceres técnicos de órgãos públicos para beneficiar empresas. Paulo foi afastado da função. "Mandei uma notícia de ultima hora sobre a alta do PR (presidente da República) e vc nao falou nada... Tenho falado com ele todos os dias, agora ele já está voltando a política e logo vou resolver se fico no Gabinete" (sic), escreveu Rose a Paulo Vieira. A sigla PR é usada no Palácio do Planalto para identificar presidentes. O e-mail foi enviado em 29 de março, um dia depois que a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês confirmou a remissão total de um tumor na laringe do ex-presidente. Na ocasião, Lula divulgou um vídeo em que dizia "voltar à vida política". Telefonemas – A operação da Polícia Federal também teria gravado 122 telefonemas entre o ex-presidente e Rose entre março de 2011 e outubro deste ano, segundo reportagem publicada pelo jornal Metro. A média seria de cinco ligações por dia. A oposição cobrou explicações de Lula sobre a nomeação de Rose, e sobre os contatos entre ela e o ex-presidente. "Qual o motivo desses contatos, uma vez que ele não estava mais na Presidência?", indagou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). A assessoria do Instituto Lula, que representa o ex-presidente, não se manifestou sobre o caso. Os partidos também querem ouvir explicações dos diretores de agências nomeados por Rose. Os parlamentares ainda pedirão esclarecimentos ao advogado-geral da União, Luís Adams, sobre o envolvimento de seu subordinado José Weber Holanda, advogado-geral adjunto, no esquema. *Veja.com e Estadão BLOG DO MARIO FORTES

Gabinete do Lula em São Paulo achacava autoridades.


         

    Dirceu Ayres

Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal em duas operações mostram que a ex-chefe de gabinete da Presidência Rosemary Nóvoa de Noronha fez gestões para ajudar o ex-presidente do PT José Genoino e o médico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma A Operação Overbox, de 2004, tentava desarticular um grupo que facilitava a entrada de produtos contrabandeados no aeroporto de Guarulhos (SP). Rose foi flagrada em duas conversas com o delegado Wagner Castilho, um dos responsáveis pela segurança do aeroporto. Em uma, de 5 de outubro, os investigadores anotaram no relatório uma conversa de ambos em que ela tentava resolver o trâmite de um porte de arma para o então segurança de Genoino, que à época presidia o partido. "Rose fala que está precisando de duas coisas. Uma é o porte de arma para o motorista do deputado, presidente do Partido dos Trabalhadores". Segundo a PF, Castilho explicou o procedimento e disse que "leva em mãos e se tiver algum óbice resolve". Ela disse que ficaria "no aguardo dessa coisa do Genoino". No outro diálogo, em14 de setembro, Rose briga com Castilho. O motivo: ela tentara falar com ele mais cedo porque a Receita Federal havia multado a mãe de Kalil em cerca de R$ 4 mil quando ela chegava ao aeroporto vindo de Paris, na França. A PF escreveu, na operação Overbox: "Castilho liga para Rose e ela fala que está brava com Castilho, pois precisou de sua ajuda hoje pela manhã. Fala que a mãe do Dr. Calil (sic), médico do presidente, estava voltando de Paris com a filha e amigos e comprou umas roupas. Aí a Receita Federal pegou, abriu as malas, e tiveram que pagar quase R$ 4 mil. Castilho diz que poderia ter ligado; Rose fala que ligou". Nos autos da Operação Porto Seguro, deflagrada sexta-feira, 23, constam ainda dois e-mails em que Rose cobra do diretor afastado da Agência Nacional de Águas, Paulo Vieira, um favor para Cláudia Cozer, mulher de Kalil e médica pessoal de Rose. Ele deveria acessar Esmeraldo Malheiro dos Santos, consultor jurídico do Ministério da Educação que, segundo a PF, ajudou a quadrilha a obter pareceres favoráveis a faculdades. No assunto do e-mail, constava o dizer: "Faculdade-ES: Dra. Cláudia". O favor a ser feito não fica claro nos documentos. O ex-presidente do PT José Genoino afirmou apenas que "o presidente do PT tinha direito a segurança, até porque houve uma tentativa de assalto ao carro da presidência do PT". Ele pediu que a reportagem contatasse seu advogado. Luis Fernando Pacheco negou que Genoino tenha pedido qualquer favor a Rose e afirmou que seu cliente "não tem a menor ideia" de porque Rose fazia gestões nesse caso. Ele disse ainda que Genoino e ela têm uma relação "absolutamente protocolar" e "sem nenhuma proximidade". O médico Roberto Kalil afirmou não se lembrar se ligara "para Rose ou para alguém", e sustentou que tentou ajudar a família porque seu padrasto estava passando mal. Segundo ele, o homem estava recém-operado do coração e a Receita decidiu aplicar-lhes uma multa às 7h, mas o banco só abria às 10h. "Na época, posso ter tentado ligar, tipo "pelo amor de Deus o homem está passando mal". Não era pra liberar de alfândega, nada. Eu nunca pediria isso. Tem que pagar paga e vai embora. "A assessoria da médica Cláudia Cozer afirmou que não se manifestaria porque não teve acesso aos autos. Rosemary e Castilho não foram encontrados. (Estadão)

O GOLPE OU A FUGA


                       
       Dirceu Ayres

O cheiro do tudo ou nada está no ar. “É a APOTEOSE da CORRUPÇÃO liderada por LULLA PAPUDÃO e seus asseclas do PT, que o digam as aberrantes e estarrecedoras 122 gravações feitas pela PF das ligações intimas entre LULLA PAPUDÃO e sua companheira intima Madame Rose... A GRAVIDADE É ENORME! ESTÁ AGORA COMPROVADO E MATERIALIZADO EM PROVAS CONTUDENTES E ESCRACHADAS QUE O BRASIL NÃO É UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. O BRASIL É UMA ANARQUIA DE PROPORÇÕES CATASTROFICAS!”. Blog Alarico Trombeta Se a Policia Federal não voltar atrás, “por ordens superiores”, da sua responsabilidade de cumprir rigorosamente com suas obrigações nas investigações dos recentes escândalos, entre eles o “caso Rosemary”, já chamado na mídia de “o caso Rose a mulher de Lula”, a turma do Mensalão, seus principais cúmplices, e seu verdadeiro chefe terão apenas duas alternativas: ou fogem do país ou promovem o já prometido golpe final – “a primavera do PT” com o auxílio de centenas de militantes, de forças policiais leais, e de comandantes militares corrompidos ou subornados pelo PT –, formalizando a Fraude da Abertura Democrática ao colocar suas forças de intervenção fascista nas ruas para promover a derrocada final de nossa apodrecida República. Nesse momento o STF – Ministro Joaquim Barbosa – deve ficar de absoluta prontidão porque já toma corpo um sórdido movimento contra o próprio STF, contra o Ministério Público, em especial contra o Procurador Geral da República, responsável junto ao STF pelo processo do Mensalão e outros, que estão no “forno”. Este movimento fascista já demonstra contar com a cumplicidade do Parlamento, comprovada base de negociações criminosas para a degeneração moral das relações público-privadas durante os desgovernos civis. Que fiquem também em estado de alerta amarelo as Forças Armadas, leais ao país, sistematicamente atacadas e humilhadas pelo PT. Às Forças Armadas caberá a responsabilidade de não permitir que esse partido fascista tenha o espaço suficiente para liderar um golpe – já em andamento – em virtude da descoberta e condenação por corrupção, entre muitos outros crimes, por enquanto, de parte da cúpula do PT, meliantes que ainda continuam soltos, mas que deveriam ser imediatamente presos pelas evidências de estarem organizando um levante fascista no momento que o verdadeiro chefe das gangs da corrupção e do suborno no país está muito próximo de ser efetivamente e legalmente desmascarado pela Justiça. Quanto a presidenta Dilma o fato é que se não repudiar veementemente as manobras articuladas pelos canalhas da corrupção e do suborno no submundo do poder para desestruturar as instituições, poderá ser envolvida por omissão criminosa – conhecimento dos fatos – no escândalo do Mensalão e nos outros que estão sendo investigados, colocando seu governo à beira de um incontrolável impeachment moral, que poderá anteceder o repúdio da sociedade pela continuidade de sua gestão do país. Não existe outra saída para o governo da presidenta Dilma: ou exonera a banda podre do PT da convivência com o governo Federal, principalmente, ou irá sucumbir moralmente junto com seu padrinho, cada vez mais próximo de ser desmascarado pela ação da PF, assim como pela delação de condenados ou investigados. A presidente Dilma precisa se afastar urgentemente da banda podre da política prostituída e de seus cúmplices se quiser ter alguma chance de sobrevivência política, sendo o seu padrinho o instrumento de sua criação e de sua própria destruição. De forma incontrolável, depois de mais de doze anos de impunidade, o dia do desmascaramento do Retirante Pinóquio está chegando, trazendo ao amplo conhecimento da sociedade o seu verdadeiro caráter mentiroso, leviano, hipócrita, corrupto, subornador, e sórdido, um inimigo declarado do nosso país. Geraldo Almendra  e LILI CARABINA

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Diário Oficial publica exoneração de filha de Rosemary Noronha


             

      Dirceu Ayres

Mirelle Nóvoa Noronha Oshiro ocupava cargo comissionado na assessoria da Anac SÃO PAULO - O Diário Oficial da União publicado nesta terça-feira, 27, oficializou a exoneração da filha da ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha, Mirelle Nóvoa Noronha Oshiro do cargo comissionado na assessoria técnica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A saída de Mirelle do cargo ocorre depois de que sua mãe abandonou sua função depois de ter sido indiciada pela Polícia Federal durante a Operação Porto Seguro, deflagrada para apurar esquema de fraude em pareceres técnicos em órgãos públicos em benefício de entidades privadas. As informações são do portal G1. Desde o começo da operação, cinco funcionários foram exonerados e outros cinco, afastados de suas funções. Os casos ocorreram na Presidência da República, na Advocacia-Geral da União (AGU), no Ministério do Planejamento, no Ministério da Educação (MEC), na Agência Nacional de Águas (ANA), na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e na Anac. Outro servidor do MEC responde a processo. Mirelle estava na agência desde dezembro de 2010 e trabalhava na diretoria de Infraestrutura Aeroportuária, setor dirigido por Rubens Vieira, preso na mesma operação. Segundo o portal da Transparência do governo, Mirelle tinha a remuneração mensal bruta de mais de R$ 8 mil. O diretor-presidente da Anac, Marcelo Pacheco dos Guaranys afirmou que a demissão atendeu a um pedido. A agência reguladora realizará no próximo sábado uma sindicância interna. O relatório da Operação Porto Seguro aponta Rosemary como "peça chave" do esquema, já que intermediou reuniões de "autoridades públicas" com integrantes da organização criminosa que corrompia servidores para emissão fraudulenta de pareceres técnicos. Lula. A PF também interceptou um e-mail da ex-chefe de gabinete da Presidência em que afirmava conversar "todos os dias" com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mensagem foi enviada por Rose a Paulo Vieira, diretor afastado da Agência Nacional de Águas (ANA), apontado por investigadores como chefe de uma quadrilha que comprava pareceres técnicos de órgãos públicos para beneficiar empresas. "Mandei uma notícia de ultima hora sobre a alta do PR (presidente da República) e vc nao falou nada... Tenho falado com ele todos os dias, agora ele já está voltando a política e logo vou resolver se fico no Gabinete", escreveu Rose a Paulo Vieira. A sigla PR é usada no Palácio do Planalto para identificar presidentes. O e-mail foi enviado em 29 de março, um dia depois que a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês confirmou a remissão total de um tumor na laringe do ex-presidente. Na ocasião, Lula divulgou um vídeo em que dizia "voltar à vida política". A operação da Polícia Federal também teria gravado 122 telefonemas entre o ex-presidente e Rose entre março de 2011 e outubro deste ano, segundo reportagem publicada pelo jornal Metro. A média seria de cinco ligações por dia. O Estado de S. Paulo

Ex-assessora de Lula indiciada pela PF teve passaporte especial


                       

     Dirceu Ayres

A Presidência da República concedeu um passaporte que prevê tratamento especial a Rosemary Nóvoa de Noronha em viagens internacionais para acompanhar Luiz Inácio Lula da Silva, então titular do Palácio do Planalto. Entre 2007 e 2010, ela viajou com o então presidente para 23 países, em virtude de pelo menos 30 eventos --de posses de presidentes a encontros de chefes de Estado. Rose, como é conhecida, ex-chefe do escritório regional da Presidência em São Paulo, foi indiciada na semana passada na Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Ela é acusada de fazer parte de uma organização infiltrada no governo para obtenção de pareceres técnicos fraudulentos. No sábado, Rose foi exonerada do cargo de confiança que ocupava. Em janeiro de 2007, a pedido da Presidência, o Ministério das Relações Exteriores concedeu a ela um passaporte diplomático, conhecido como "superpassaporte". Caracterizado pela capa vermelha, ele é destinado a poucas autoridades. O documento, emitido sem custo para o titular, permite acesso a fila de entrada separada nos aeroportos e torna dispensável o visto nos países que o exigem. O tratamento tende a ser menos rígido.  Rosemary de Noronha em festa do programa "Superpop", da RedeTV!, em 2010 INTERESSE DO PAÍS O passaporte de Rose esteve válido até 31 de dezembro de 2010, véspera da posse da presidente Dilma Rousseff. Em 2011, o documento não foi renovado. Não há registro de viagens internacionais de Rose a serviço do governo desde então. O documento especial de Rose foi concedido sob a justificativa de ser do "interesse do país", um caso excepcional, já que o cargo que ela ocupava não consta da lista de autoridades do decreto que regulamentava a concessão à época. O decreto 5.978/2006, assinado pelo ex-presidente Lula, dava os "superpassaportes" para presidentes, vices, ministros, parlamentares, chefes de missões diplomáticas, ministros de tribunais superiores e ex-presidentes. Entre os países visitados por Rose estão Alemanha, Portugal (duas vezes), México, Cuba (duas vezes), El Salvador (três vezes), Rússia, Coreia do Sul, França, Inglaterra, África do Sul, Guatemala, Costa Rica, Paraguai, Venezuela, Chile, Argentina (duas vezes), Gana, Peru, Espanha, Ucrânia, Bolívia, Bélgica e Uruguai. Em dezembro de 2007, ela foi com Lula à posse da presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Também participou da posse do presidente de El Salvador, Mauricio Funes, em junho de 2009. No mesmo ano, acompanhou Lula na 2ª Cúpula dos países do G20, em Londres. Em 2008, novamente foi a uma cúpula do G20, em Seul, na Coreia do Sul. HISTÓRICO Em janeiro de 2010, a Folha revelou que filhos e netos de Lula haviam recebido, a pedido do ex-presidente, passaportes diplomáticos, também "por interesse do país". As reportagens geraram uma ação do Ministério Público Federal para cassar os documentos. Quatro filhos os devolveram e outro o teve cancelado pela Justiça. O Itamaraty resolveu alterar as regras de emissão 19 dias após a primeira reportagem: agora, só com "solicitação formal fundamentada" e com a divulgação no "Diário Oficial da União". Entre 2006 a 2010, durante o segundo mandato de Lula, o Ministério das Relações Exteriores concedeu 328 passaportes diplomáticos por "interesse do país". MATHEUS LEITÃO RUBENS VALENTE DE BRASÍLIA

Lula era o porto seguro de Rose.


                   

      Dirceu Ayres

Abaixo, texto do editorial de hoje do Estadão: Recém-desembarcado de um voo decerto turbulento para ele, depois de uma viagem à África e à Índia, o ex-presidente Lula teria dito a pessoas de sua confiança que se sentia "apunhalado pelas costas" por outra pessoa de sua confiança, a então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose. Secretária do companheiro José Dirceu durante 12 anos, da década de 1990 até a ascensão do PT ao Planalto, Lula a empregou na representação do governo federal na capital paulista. Dois anos depois, em 2005, entregou-lhe a chefia da repartição. Na sexta-feira passada, ela e José Weber Holanda, o sub do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, foram indiciados pela Polícia Federal (PF), no curso da Operação Porto Seguro, pela participação em um esquema de venda de facilidades instalado em sete órgãos federais. O indiciamento alcançou 11 outros ocupantes de cargos públicos, além do notório ex-senador Gilberto Miranda. Cinco pessoas foram presas, entre as quais três irmãos, o empresário Marcelo Rodrigues Vieira, um diretor da agência reguladora da aviação civil (Anac), Rubens Carlos Vieira, e outro da agência de águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira - ambos patrocinados pela amiga de Lula. A PF devassou o apartamento de Rose e o gabinete de Holanda. No dia seguinte, a presidente Dilma Rousseff afastou de suas funções os diretores das agências (tendo mandato aprovado pelo Senado, eles não podem ser demitidos sumariamente) e mandou abrir processo disciplinar contra eles. O caso da nomeação de Paulo Rodrigues, tido como chefe da gangue e também chegado a Lula e a Dirceu, é um capítulo de livro de texto sobre a esbórnia no Estado sob o governo petista e a serventia de seus aliados nos altos círculos do poder nacional. Submetida ao Senado, como requerido, a indicação começou mal e seguiu pior. A primeira votação terminou empatada. Na segunda, o nome foi rejeitado por um voto de diferença. Se os mandachuvas da República se pautassem pela decência, a história terminaria por aí. Não terminou porque, contrariando até mesmo um parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, o seu presidente José Sarney ordenou uma terceira votação da qual o afilhado de Rose saiu vencedor por confortável maioria. A essa altura, 2010, estava para mudar a sorte da madrinha - cuja influência derivava diretamente de sua intimidade com Lula, a quem, aliás, acompanhava nas viagens ao exterior, não se sabe bem para fazer o que. Eleita Dilma, que só a manteria no posto em São Paulo para não criar caso com o padrinho, Rose tentou em vão conseguir uma boquinha em Brasília. O imponderável fez o resto. Em um dia de março do ano passado, um servidor do Tribunal de Contas da União (TCU) procurou a Polícia Federal para se confessar. Contou que aceitara uma propina de R$ 300 mil, dos quais já havia recebido um adiantamento de R$ 100 mil, para produzir um parecer técnico sob medida para uma empresa que atua no Porto de Santos. Além disso, Paulo Rodrigues Vieira falsificou um documento acadêmico para beneficiar o funcionário. Mas este se arrependeu, devolveu o dinheiro e revelou aos federais o que sabia. A PF abriu inquérito, obteve autorização judicial para grampear telefonemas e interceptar e-mails. Do material, emergiu uma Rose que lembra a personagem do samba de Chico Buarque que pedia apenas "uma coisa à toa" - no caso, um cruzeiro de Santos a Ilha Grande animado por uma dupla sertaneja, um serviço de marcenaria, uma pequena operação… Claro que ela também empregou uma filha na Anac e o marido na Infraero. Tinha fama de mandona e jeito de alpinista social. Mas o dono do escândalo é quem deu a Rose o aparentemente inexplicável poder de que desfrutava, a ponto de o Senado de Sarney inovar em matéria de homologação de um futuro diretor de agência reguladora. Ao se declarar "apunhalado pelas costas", Lula faz como fez quando o mensalão veio à tona, e ele, fingindo ignorar a lambança, se disse "traído". Resta saber se, desta vez, tornará a repetir mais adiante que tudo não passou de uma "farsa" - quem sabe, uma conspiração da Polícia Federal com a mídia conservadora, a que a sua sucessora no Planalto afinal sucumbiu. (Coturno Noturno)

Operação Porto Seguro III. A defenestração.



     Dirceu Ayres


É meus caros, como diz o velho deitado: Onde tem fumaça há fogo!!  E pela rapidez quase que com a velocidade da luz que a Faxineira Gerentona, Dilmarionett Ducheff enfiou o pé no rabo da tal de Rosemary Noronha, a "preferida" do Ex presidente Al Lullapone. Temos a absoluta certeza de que a merda no gabinete da presidência em SP é gigantesca. Pois, quando foi para defenestrar ministros denunciados por corrupção, a PresidANTA chegou a levar até mês para decidir pelo bota fora do vagabundo corrupto. E alguns nem foram colocados na rua. Fernando Pimentel é um deles. Neste caso, e mesmo com todo o apadrinhamento que Dª Rose possuía, ela foi chutada para fora com uma rapidez incomum para os padrões Dilmarionéticos de defenestração. E pela propagação da "radio peão", parece que a tal Dª Rose era MUITO mais do que uma assessora do EX presidente. E é justamente por conta disso que a operação bota fora foi com toda essa rapidez. Agora começa o circo. Azoposição vai pedir até exame de próstata do EX presidente, e a tropa de choque dos ratos vermelhos irão fazer até truques de mágica para impedir que se avance nas investigações. Ou seja, a vagabundagem e a trampolinagem estão institucionalizadas na pocilga. Essa camarilha de Ratos Vermelhos, veio ao poder apenas para roubar o quanto puderem, e para isso, eles farão de tudo para que as investigações sejam elas quais forem jamais avancem. O mensalão serviu de "laboratório" para que a bandalha vermelha corrigisse o curso e não caísse mais nos mesmos erros.Para essa turma só tem uma solução. Não é cadeia e condenações que certamente não irão cumprir. O negócio para lidar com esse tipo de praga é na bala. Só a população fã do FULECO acordando e pegando em armas para limpar este país. E essa operação da PF vai dar em aguas de batatas, e mesmo que o EX presidente deu uns "catas" na Dª Rose, e isso ficar comprovado, nem em divórcio vai acabar. O$ intere$$e$ $ão muito grande$ para que uma e$corregada extra conjugal e$trague o$ plano$ de $aquear o paí$.E o EX presidente ainda ficará conhecido pela população desdentada e burra, como um cabra macho comedor. E tome voto em cima do vagabundo!!!! E PHOD@-SE!!!

QUEIMA DE ARQUIVO.

              
                
    Dirceu Ayres

A presidente Dilma Rousseff decidiu mudar a estrutura do escritório da Presidência em São Paulo e acabar com o cargo de chefe do gabinete do órgão. Com isso, ficará extinto o posto que até então era ocupado por Rosemary Nóvoa de Noronha e toda a coordenação do escritório paulista passará a ser feita em Brasília. A decisão foi tomada por Dilma e comunicada durante a reunião de coordenação comandada por ela na manhã de segunda-feira, 26, no Palácio do Planalto. A presidente quer eliminar qualquer vestígio de influência da ex-assessora presidencial no escritório. Sindicâncias foram abertas em todos os órgãos envolvidos para apurar responsabilidades e, no caso do gabinete da Presidência, a presidente quer saber se há mais pessoas que agiam junto com Rose, como é conhecida Rosemary. Dilma quer dar o caso por encerrado, para poder voltar a tratar das questões de governo. Na reunião de coordenação, a avaliação é de que com a decisão tomada no sábado, 24, de demitir todos os indiciados, os estragos e respingos no governo foram contidos. A presidente mandou ainda passar um "pente-fino" nos pareceres elaborados pelos suspeitos investigados para verificar quem e o que eles afetavam. O Planalto tenta ainda se manter afastado dos pormenores do caso e demonstrar que não tem preocupação com as ameaças de Rose, que está inconformada com a forma como perdeu o poder. Ela já mandou recados avisando que "não vai cair sozinha". Comemoração. Em vários setores do Planalto, o clima era de comemoração com a derrocada de Rose, principalmente pela forma como a apadrinhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agia. "Ela agia como se fosse a dona do escritório e não media esforços para dar demonstração do poder que tinha", comentou uma fonte palaciana. De temperamento forte, Rose ainda está muito nervosa e cada vez mais irritada, com a situação que está vivendo desde a última sexta-feira, 23, quando foi deflagrada a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal. Demissão. A situação piorou nesta segunda, com a notícia da demissão de sua filha, Mirelle, nomeada por interferência dela para um cargo na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Por enquanto, apenas o seu ex-marido, José Cláudio Noronha, que desde 2005 foi contemplado com um cargo de assessor especial da Superintendência da Infraero em São Paulo, não será afastado. Ele, como todos os demais funcionários da Infraero em São Paulo, foi cedido à nova concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos - que passou a administrá-lo em 14 de novembro - e estarão, até o dia 14 de fevereiro, em fase de avaliação pela empresa. Ex-presidente. Lula, que estava em viagem à Índia quando estourou o escândalo, já está de volta a São Paulo e nesta segunda despachava no instituto que leva seu nome na zona sul da capital paulista. Segundo sua assessoria, ele não iria se pronunciar sobre o caso. D. Marisa, esposa de Lula, não se dá com Rose e sequer ia ao escritório da Presidência na Avenida Paulista quando o marido despachava lá, para não encontrá-la. Em muitas ocasiões, Rose costumava acompanhar o então presidente em viagens oficiais. Mas havia sempre o cuidado de sua assessoria para que as duas não integrassem a mesma comitiva. (Estadão)(Coturno Noturno)

Polícia Federal chega a porta da corrupção na Presidência da República.


                   

        Dirceu Ayres

Alvo da PF em escritório da Presidência em SP é faz-tudo de Lula e pessoa de confiança de José Dirceu, a quem serviu por 12 anos ''Entre os locais visitados pela Polícia Federal na operação Porto Seguro está o escritório da Presidência da República em São Paulo, que fica no 17.ª andar do prédio do Banco do Brasil, na avenida Paulista. O alvo da apuração é Rosemary Nóvoa de Noronha, chefe de gabinete do escritório. A PF a acusa de corrupção ativa. E quem é Rosemary? Eis o busílis. Trata-se de pessoa da mais absoluta e estrita confiança de… Luiz Inácio Lula da Silva. Poucos se lembram, mas a mulher integrou as comitivas do Apedeuta mundo afora e tinha, em seu governo, um razoável controle sobre nomeações para o segundo e terceiro escalões — incluindo as agências reguladoras. Uma delas, a de Águas, está sendo investigada agora. E como é que Rose chegou a Lula? Tchan,tchan, tchan… Por intermédio de José Dirceu, de quem foi assessora por longos 12 anos. Rose conseguiu emplacar o próprio marido, José Cláudio de Noronha, na assessoria especial da Infraero, em São Paulo. Quando estourou o escândalo dos cartões corporativos, descobriu-se que Rosemary era uma das funcionárias com direito a “gastos secretos”, como se, sei lá, operasse com questões que dissessem respeito à segurança nacional… Chegou ao topo pelas mãos de Dirceu e lá foi mantida na cota pessoal de Lula. *Por Reinaldo Azevedo BLOG DO MARIO FORTES

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Rose, protegida de Lula, ameaça "não cair sozinha" e põe PT em desespero.


           

      Dirceu Ayres

Integrantes do PT entraram em ação nas últimas 48 horas para tentar acalmar a ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo Rosemary Nóvoa de Noronha, que está desarvorada com a perda do cargo e com o indiciamento por parte da Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento com uma quadrilha que traficava pareceres técnicos. Rosemary teve seus telefones grampeados e a memória de seus computadores está sendo vasculhada pela PF. Por isso, de acordo com informações de petistas, uma operação "acalma Rose" foi deflagrada para dar suporte a ela. Segundo eles, Rosemary é conhecida por sua instabilidade emocional. Ela chora a todo instante. Em alguns momentos, chega a fazer ameaças - conforme os relatos - dizendo que não vai perder tudo sozinha e que não verá sua vida ser destruída sem fazer nada. "Não vou cair sozinha", avisou. A ex-chefe do escritório paulista, que sempre se sentiu à vontade para ligar para a cúpula petista e ministros, recorreu ao ex-ministro José Dirceu ao perceber a presença da PF em sua porta. Ela trabalhou com ele por 12 anos. O ex-ministro, que no momento pretende percorrer o País para dizer que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de lhe aplicar uma pena de 10 anos e 10 meses é política, respondeu que não poderia fazer nada. Rosemary tentou ainda falar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que não lhe atendeu. Como seu padrinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estava voando da Índia para o Brasil, foi atrás do ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, que do mesmo modo nada pôde fazer, a não ser tentar acalmá-la. Rosemary já estava sentindo seu poder esvaziado desde a saída de Lula do governo. Com a posse de Dilma Rousseff, perdeu parte da liberdade de agir no escritório em São Paulo e de dar ordens à comitiva presidencial. Auxiliares da presidente passaram a deixá-la em segundo plano, assim como os assessores do vice-presidente Michel Temer, que usa muito o escritório de São Paulo. Outros, como o governador da Bahia, Jacques Wagner, se recusavam a participar das reuniões nas quais ela estivesse presente. Mas, mesmo assim, Rosemary permanecia no cargo por interferência do ex-presidente. O escritório paulista costuma ser usado quando Dilma faz reuniões com ele em São Paulo. Na campanha, muitas negociações políticas foram ali acertadas. Dilma já fez também reuniões com empresários no local. Em todas as ocasiões, o trânsito dela em relação à presidente era "zero". A temida "madame", como gostava de ser chamada, já não despertava mais temor entre subordinados - que nunca recebiam dela um polido tratamento -, porque não tinha influência sobre a equipe de Dilma. Mas isso não impedia que continuasse a usar o nome de Lula, de quem sempre foi muito próxima, para fazer do escritório uma espécie de balcão de varejo. (Estadão)

E lá vai a criatura imitando seu criador.


            

      Dirceu Ayres

Agora chegou a vez da criatura imitar o criador. A PresidANTA Dilmarionete Ducheff, foi descarregar a sua verborragia de "sabe tudo" nazoropa. A PresidANTA que está passeando pela Espanha, deu para declarar que o modelo economico e a maneira como a Zoropa está lidando com a crise não é a adequada. Interessante é ver a PresidANTA de uma nação terceiro mundista, que está no ranking da economia mundial em sexto lugar. Não que sejamos os tais, mas porque os que estão atrás de nós atravessam uma baita crise, pois assim que respirarem novamente, lá vamos nós para o fim da fila. Bem, a PresidANTA que não consegue fazer o PIB do Brasil bater nos números previstos, e a queda é acentuada, onde as famílias estão endividadas pelo crédito fácil, a economia dando fortes mostras de retração. E com uma divida interna chegando à casa dos 2 TRIlhões, a inflação ronda nossos bolsos, as estatais atgravesam um período de incertezas, a quebradeira é provavel. É o país que menos cresce entre os BRICs há anos, e tem, se não, o pior desempenho entre os Latrinos Amerdicanos. Uma nação que não consegue nem fazer a própria lição de casa, quer ensinar aos outros como cuidarem de suas mazelas. É muita desfaçatez e pretensão. Mas, ela segue os passos do Marolinha que disse que a crise Americana não atravessaria o "Atlântico"...pasmem. Isso sem contar que o país é o berço da ladroagem e corrupção, a infra estrutura está sucateada e o custo de produção neste país é pornográfico. Sem contar a miséria terceiro mundista em que vive a imensa maioria da população da pocilga, onde nem saneamento básico, ou mesmo água tratada para beber possuem.   O que é que esse pessoal pensa? Será que são tão obtusos e pretenciosos que acreditam nas próprias mentiras? Estão vendendo um peixe apodrecendo, e o pior, tem trouxa comprando. Tenho tido contato com alguns espanhóis que antes de baterem o costado aqui na terrinha acreditavam que o país era o novo paraíso na terra. E quando viram a realidade que esmurra nossas caras diariamente, foram embora decepcionados. E para quem ainda não percebeu, o DESgoverno tira o IPI dos carros novos e aumenta outros impostos para compensar. Quem for empresário sabe do que falo. E depois vendem a mentira do juro baixo, os bancos baixaram os juros na marra e as tarifas impostas por eles aos correntistas explodiram, mas isso a imprensa amestrada não diz. E ao final, nossa "pujante" e diplomática PresidANTA foi enfiar o fucinho no conflito da faixa de gaza. O pau literalmente quebrando aqui no Brasil, e a nossa governANTA vai se meter na briga alheia. É ou não é de phuder?  E assim caminha o país onde a medíocridade está no DNA dos políticos. E PHOD@-SE!!! (O Mascate)

Coincidencia-ou-psicopatia-da-corrupcao


                         

     Dirceu Ayres

“Em tudo que esse canalha toca vira corrupção” A demissão de Rosemery Noronha, chefe de gabinete da Presidência em SP, que tem estreitas ligações com Lula – foi sua indicada para o cargo – e com a cúpula do PT, reforça, ainda mais, um fato consumado pelo julgamento do Mensalão: durante as duas gestões do representante do PT como presidente da República, o Brasil foi transformado em um Paraíso de Patifes e o poder público em um Covil de Bandidos. A deformação moral do poder público estendeu seus tentáculos a centenas de empresários, esclarecidos canalhas, que aceitaram o triste papel de serem cúmplices e partícipes “voluntários”, corrompidos ou subornados, da profunda degeneração moral das relações público-privadas, degeneração esta promovida por essa esquerda nojenta e calhorda que se aproveitou da falência educacional e cultural para cativar majoritariamente os menos favorecidos com um assistencialismo comprador de votos disfarçado de assistência social ou políticas afirmativas. Durante os desgovernos de Luís Inácio Lula da Silva, o mais sórdido político da história do país, nosso país regrediu em todas as áreas, tudo camuflado pelo assistencialismo comprador de votos às vítimas da falência cultural e educacional, pela absurda omissão e covardia da classe média, pela corrupção e suborno de milhares de esclarecidos canalhas, pela propaganda paga à mídia marrom cliente de carteirinha das benesses financeiras oficiais – entre as quais os empréstimos subsidiados do BNDES –, e pela associação entre centenas de empresários com os agentes da deformação moral entre o público degenerado e o privado corrompido ou subornado.
A mais recente investigação da PF sobre mais uma gang acusada de integrar um esquema de corrupção, agora atuante em agencias de regulação e órgãos federais, além de mais uma confirmação da amplitude do suborno de empresários em troca de favores pessoais e escambos da corrupção, reflete a psicopatia da corrupção desenfreada estabelecida no país durante as gestões presidenciais do PT, cujo líder já denunciado por um condenado como o verdadeiro chefe do Mensalão, continua livre, leve e solto, comemorando o altíssimo grau de idiotice e imbecilidade majoritária de nossa sociedade que ainda não teve coragem de pedir nas ruas sua prisão imediata. Incrível é o fato de que mesmo com a comprovação de um genocídio resultante de bilhões desviados dos cofres públicos pelos desgovernos civis ainda tem gente que continua perseguindo nossas Forças Armadas que não praticaram nenhum genocídio, mas tão somente defenderam o país da sanha comunista, mantando durante a luta armada, muitos dos que queriam transformar o Brasil em uma Cuba Continental, vontade esta que persiste até os dias atuais. Podiam ter matado mais 41 ... Ao mesmo tempo em que são divulgadas mais evidências da degeneração moral do poder público, mais uma denúncia específica envolvendo o Poder Judiciário é investigada pelo CNJ, manchado mais ainda, se ainda há alguma coisa limpa, o poder responsável pelo cumprimento das leis no país.O Brasil apodreceu durante as gestões do PT e somente uma dura reação da sociedade poderá levar, efetivamente, à prisão os condenados do Mensalão, seu verdadeiro chefe – doutor honoris causa da corrupção – e centenas de cúmplices do bilionário roubo dos contribuintes. Que a sociedade dos não corrompidos ou subornados fique alerta, pois um golpe se aproxima com a posse de mais um togado – indicado pela presidente Dilma – no STF: um pedido de vistas do processo do Mensalão, golpe este que se passar impune significará a desmoralização definitiva da Justiça no país e a transformação da PF em definitivos bobos da corte do Retirante Pinóquio. Por que a sociedade continua permitindo que distribuição de cargos e aprovação de emendas continue fazendo do Parlamento um balcão de negociações espúrias entre os parlamentares que praticam com este processo uma forma alternativa de Mensalão? O que o Superior Tribunal Eleitoral espera para cassar o registro do PT diante das comprovações que justificam plenamente essa decisão legal? O que a presidenta Dilma espera para sair desse partido desqualificado que não representa mais nenhum valor válido para a política do país, e que está corroendo de forma quase incontrolável sua gestão? O que o STF espera para evitar que advogados de corruptos não sejam mais confundidos como togados para que não continuem subvertendo ainda mais os valores de justiça defendidos por esta Corte Suprema? *Geraldo Almendra BLOG DO MARIO FORTES

O FURACÃO JOAQUIM





    Dirceu Ayres

Por ora não convidem para a mesma mesa o ministro Joaquim Barbosa, que esta semana assume a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), e Ricardo Lewandowski, que será seu vice. Os dois brigam desde que teve início em agosto o julgamento do mensalão. Recomenda-se também que não convidem para a mesma mesa Joaquim e Dias Toffoli, Joaquim e Rosa Weber, Joaquim e qualquer um dos advogados dos réus. Toffoli foi advogado das campanhas presidenciais de Lula, empregado de José Dirceu na Casa Civil e Advogado Geral da União. Joaquim votou em Lula para presidente mesmo depois de Roberto Jefferson ter denunciado o escândalo do mensalão. A restrição que Joaquim faz a Toffoli é a mesma que faz a quase todos os seus pares no STF: falta-lhes independência. Genuína independência. Rosa Weber é ministra da cota pessoal de Dilma, amiga do ex-marido dela. Dá sinais de que tem votado como quer. Mas Joaquim faria gosto se ela votasse como ele quer. Faria gosto se todos votassem como ele quer. A lei autoriza que ministros do STF recebam representantes de partes interessadas num julgamento. Joaquim é o único que se recusa a receber. Os advogados o detestam. Foi do pai que Joaquim herdou o temperamento belicoso. A trajetória profissional de Joaquim também contribuiu para que ele fosse do jeito que é. No STF não há um único ministro para o qual seja estranha a arte de fazer política. E todos fizeram para chegar onde estão. Joaquim, não. Submeteu-se a concursos para conquistar cargos. E não pediu a ajuda de ninguém para ser promovido a ministro do S Joaquim, não. Submeteu-se a concursos para conquistar cargos. E não pediu a ajuda de ninguém para ser promovido a ministro do STF. Estava no canto dele quando uma pessoa ligada a Lula o procurou ainda em 2003. Num espaço curto de tempo Lula seria obrigado a indicar quatro ministros para o STF. Queria que um deles fosse negro. O outro, mulher. O outro nordestino. E o outro paulista. O STF virou uma espécie de parque temático. Nenhum jurista negro tinha currículo superior ao de Joaquim. Nada deve a Lula, portanto. Nem se sente devedor. Quando olha em torno, mesmo levando em conta o conhecimento jurídico de cada um dos seus colegas, Joaquim se vê cercado por ministros em dívida com muita gente que os empurrou ladeira acima. Não só presidentes, mas amigos de presidentes e amigos de amigos deles. Na hora de votar certos assuntos, como podem fazê-lo sem se sentir no mínimo constrangidos? Lula peitou alguns para adiar o julgamento do mensalão. O antídoto contra a ação de Lula misturou Joaquim, a pressão da opinião pública e a extensa cobertura do julgamento feita pela mídia que o PT chama de golpista. Deu certo. Só que o julgamento ainda não terminou. Chegará ao fim com Joaquim acumulando sua relatoria e as presidências do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).  Em breve, haverá questões delicadas a definir. A primeira: a data da prisão dos réus condenados. O Procurador Geral da República defende que eles sejam presos sem que se espere o julgamento de futuros recursos impetrados em seu favor. O STF jamais admitiu a prisão antecipada. A segunda questão: são três os deputados federais condenados. Caberá à Câmara decretar a perda do mandato deles? Ou ao STF? Joaquim ainda não adiantou o que pensa a respeito. O CNJ organiza o Judiciário e tem poder para punir juízes. As agendas do STF e do CNJ estarão sujeitas aos humores de Joaquim. Tem uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil que acaba com a doação de dinheiro por pessoas jurídicas para financiamento de campanhas eleitorais. Só as físicas poderiam doar. Quando ela estiver pronta para ir a julgamento, só dependerá de Joaquim para que vá. Se ele não quiser não irá. Tem uma bomba de elevado poder de destruição que Joaquim deverá detonar no CNJ. Hoje, advogados não podem atuar em processos cujo destino dependa de juízes que sejam seus parentes. Joaquim quer apertar mais o torniquete. Advogados ficariam proibidos de atuar nas cortes onde tivessem parentes juízes. Se Joaquim for bem-sucedido, a quantidade de advogados condenados à orfandade será absurda! A Era Joaquim Barbosa no Judiciário promete fortes emoções. *Por Ricardo Noblat BLOG DO MARIO FORTES

Pode falar à vontade, José Dirceu. No Brasil há liberdade de expressão até mesmo para criminosos.


     

     Dirceu Ayres

José Dirceu e sua "tchurma"  Na véspera da posse de Joaquim Barbosa na presidência do Supremo Tribunal Federal, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu - condenado a 10 anos e 10 meses de prisão - fez duras críticas a seu algoz. "Vou para a prisão, mas o direito a palavra ninguém me tira", afirmou Dirceu, durante jantar em sua homenagem, na quarta-feira, em Brasília. O ex-todo poderoso ministro do governo Lula mostrou inconformismo com o julgamento do mensalão e disse que "o ódio imperou" na decisão de Barbosa. Na conversa com amigos e parlamentares do PT, na casa do advogado Hélio Madalena, no Lago Sul, Dirceu contou que já recebeu manifestações de apoio de autoridades de vários países, até mesmo dos Estados Unidos. Os petistas prometeram organizar atos de desagravo a ele e ao ex-presidente do PT José Genoino, além de debates públicos sobre o julgamento. Hoje mesmo haverá uma reunião assim, em Osasco (SP), promovida pelo deputado João Paulo Cunha (PT), outro condenado no mensalão, com a participação de Dirceu e de Genoino. O formato desses encontros foi tema do almoço de Dirceu com deputados do PT, também na quarta-feira, na casa do líder do partido na Câmara, Jilmar Tatto, futuro secretário dos Transportes da Prefeitura de São Paulo. Nas duas reuniões, Dirceu disse que se sente um "preso político" como nos tempos da ditadura e, mais uma vez, atacou a imprensa. Para ele, o Supremo foi influenciado por "forte pressão" da mídia no julgamento e fez uma interpretação "esdrúxula" da teoria do domínio funcional do fato - que dispensa atos de ofício - apenas para condená-lo. O deputado distrital Chico Vigilante (PT), presente ao jantar, disse que haverá vários movimentos em defesa de Dirceu e de Genoino, em dezembro, além daqueles organizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União da Juventude Socialista e Juventude do PT. Ninguém falou no ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, também condenado. "Vamos fazer um trabalho de formiguinha para provar à sociedade que esse julgamento foi político", comentou Vigilante. Questionado se Dirceu estava deprimido, ele respondeu que até se espantou com a tranquilidade do amigo. "Desde que conheço o Zé ele é do mesmo jeito. Nos momentos de dificuldade, quando a gente vai confortá-lo, é ele que conforta a gente." (Estadão)

Rose, chefe de gabinete da Presidência indiciada pela PF, assessorou José Dirceu por 12 anos. Denúncias vêm desde o escândalo dos cartões corporativos.



     Dirceu Ayres

Rose, chefe de Gabinete da Presidência da República, trabalhou pessoalmente pela nomeação dos irmãos Paulo Rodrigues Vieira, para a Agência Nacional de Águas (ANA), e Rubens Carlos Vieira, para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ambos foram presos nesta sexta-feira, 23, pela Polícia Federal. Durante a operação, os computadores de Rose foram apreendidos. Agentes federais chegaram pela manhã ao escritório da Presidência com mandados de busca e apreensão.Mas não é só isso. Veja matéria da Folha de agosto de 2010. Praticamente anônima, uma funcionária do governo federal exerce há sete anos considerável influência na gestão Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se de Rosemary Nóvoa de Noronha, a "faz-tudo" da Presidência da República em São Paulo. Rose, como é chamada, é presença constante (e discreta) nas comitivas presidenciais mundo afora. Emplacou diretores em agências reguladoras e o marido numa assessoria especial da Infraero. Entre suas raras aparições públicas, estão duas fotografias numa revista de celebridades, identificada só pelo nome, sem o cargo que ocupa -um dos mais estratégicos da administração direta federal e que lhe rende R$ 11.179 mensais brutos. Rose trabalha ao lado do gabinete de vidros blindados onde Lula despacha quando está na capital paulista, no 3º andar do prédio da Previ, na esquina da rua Augusta com a avenida Paulista. Ali funciona a sede paulistana do Banco do Brasil. Chefe do gabinete regional da Presidência da República, Rose secretaria Lula e o acompanha em viagens internacionais. Rose conheceu Lula nos anos 90, trabalhando com o então presidente nacional do PT, José Dirceu, a quem assessorou por 12 anos. Começou no governo federal em fevereiro de 2003, como assessora especial do gabinete regional. Passou a chefe da unidade em 2005. Rodou o mundo a serviço do Planalto em pelo menos 17 viagens entre 2005 e 2010 (ao todo, R$ 45 mil em diárias), a países da América Latina, Oriente Médio, África e Europa. Costuma integrar o Escav (escalão avançado), equipe que prepara a chegada de Lula. Rose circula com extrema reserva -a Folha não localizou uma única foto dela nesses eventos. Um petista graduado de São Paulo conta que ela faz "uma triagem" de currículos de candidatos a cargos de segundo e terceiro escalões. A discrição começou a ficar comprometida quando Rose apoiou nomeações para diretorias de duas agências reguladoras, tornando-se foco de notas na imprensa. Em março, o advogado Rubens Carlos Vieira, procurador da Fazenda Nacional e ex-corregedor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), foi indicado por Lula e tomou posse como diretor na área de regulação econômica da Anac. Seu irmão, Paulo Rodrigues Vieira, também advogado e ex-ouvidor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), foi indicado para uma diretoria da Ana (Agência Nacional de Águas). Ambos contaram com o apoio de Rose. A nomeação de Paulo foi conturbada. Em dezembro de 2009, o Senado rejeitou, por 26 votos a 5, o nome encaminhado por Lula. Em abril, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), recolocou o nome em votação, mesmo após um parecer contrário a um recurso. Num lance incomum no Senado, a nomeação acabou aprovada. José Cláudio de Noronha, marido de Rose, ocupa um cargo de assessoria especial na administração regional da Infraero em São Paulo. Em 2006, no escândalo dos gastos com cartões de crédito corporativos, o nome dela estava na lista de 65 servidores que fizeram saques para pagamento de despesas da Presidência. Autorizada por lei, Rose havia sacado R$ 2,1 mil com seu cartão. O deputado Índio da Costa (DEM-RJ), hoje candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB), e o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) pediram a convocação de Rose para depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) criada para investigar o uso dos cartões corporativos. Os pedidos foram negados pela comissão. Procurados pela Folha, José Dirceu e os irmãos Vieira e José Cláudio Noronha não quiseram fazer nenhum comentário sobre ela. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto chegou a informar que o secretário particular de Lula, Gilberto Carvalho, iria responder às perguntas da reportagem, mas ao longo de três semanas nenhuma resposta foi encaminhada. Rose também não quis falar.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lewandowiski leva um chapéu do Barbosão e dá pití!!


         Dirceu ayres

Desde que foi indicado a vaga de Sinistro do STF pelo EX presidente Defuntus Ceguetus, Ricardo Lewandowiski, tem se mostrado fiel escudeiro da quadrilha vermelha. A relatoria do mensalão, não se sabe nem como ou porque, caiu nas suas mãos. E desde então ele vem arrastando o processo tentando conseguir jogar para o fundo do baú as punições contra os amigos de seu padrinho no tribunal. Infelizmente para ele, a opinião pública e a imprensa séria bateram sem parar na morosidade do tribunal para começar a julgar esse caso. E com a aposentadoria do Ministro Peluso chegando e logo em seguida a do Ayres Britto, o tribunal decidiu que o julgamento começaria em 2 de Agosto. E desde o dia em que esse julgamento começou, o sinistro Lewandowiski, e o bate pau mirim da PTralhada, o Toffolidido, demonstram preocupantemente que estão lá para servirem de advogados de defesa, principalmente dos PTralhas. Lewandowiski é o mais atuante defensor neste julgamento. Chega às raias da bizarrice e do descaso com a corte. É nítida sua condição dentro do tribunal, e sua postura chega a dar vergonha do combalido e sucateado sistema judiciário Brasuca. Se um juiz tem por dever de ofício ser isento e imparcial, este cidadão está desafiando a moral e a ética, pois, de isenção e de imparcialidade ele não tem nem o cacoete. Ele é tendencioso e parcial, tenta melar o julgamento a toda hora, não tem postura ética compatível com o cargo que ocupa, e acima de tudo, perdeu de vez o receio de ser reconhecido como bate pau dos PTralhas. Ele a cada dia que passa se coloca mais abertamente a favor dos réus e demonstra claramente que sua função no supremo é servir aos que estão no poder. As leis e a justiça servem apenas para dar "lisura" em suas decisões sempre favoráveis aos réus que integram a quadrilha vermelha.Este senhor é a vergonha do judiciário Tupiniquim, e de alguma maneira, ele tem que perder a condição de ministro do supremo. Pois, o STF vem dando mostras de que para se manter a democracia em funcionamento, com gente como ele, tem que ser no grito, já que pelas vias legais fica praticamente impossível. Bem, eu disse isso tudo para mostrar que sabedor do comportamento leviano e tendencioso do citado sinistro, o Relator do processo, o Sinistro Barbosão, deu uma jogada de letra pra cima do Lewandowiski. O sinistro PTralha estava apostando nas suas imorais saídas jurídicas, ou mesmo na sua desfaçatez para levar o julgamento em banho maria até a aposentadoria do Britto, onde ele teria condições de na dosimetria dos PTralhas, no mínimo empatar, e na sua verborragia irritante, neste caso "em dúbio pró réu." E com a brilhante manobra do Barbosão de mudar a sequencia da dosimetria para apenar os vagabundos vermelhos antes da aposentadoria do Ministro Ayres Britto, Lewandowiski sem ter outra saída, tentou melar a sessão, arrumou mais uma de suas presepadas bateu boca com o relator fez um vergonhoso e imoral circo. Como não conseguiu seu intento, preferiu recolher seus panos de bunda e abandonou a sessão em uma gritante demonstração de que realmente está no bolso da quadrilha vermelha. Este senhor é a vergonha da nação.  O Lewandowiski só não contava com, a astúcia do Barbosão que inverteu a ordem de votação e deu a dosimetria antes da aposentadoria do Britto, fazendo com que as penas pegassem justamente seus protegidos. Onde é que chegamos no Brasil. Um ministro do STF ter que "manobrar" votações por conta de que outro ministro é tendencioso e desavergonhadamente bate pau da quadrilha.  E com essa manobra ele consegue fazer justiça mesmo com os xiliques de seu desafeto companheiro de toga. O país saiu aliviado pela "sacada" do Barbosão e fica ainda mais preocupado com as atitudes de Sinistros que visivelmente não respeitam a democracia, as leis, e muito menos a população. E com a saída do Britto, certamente a PresidANTA Dilmarionete Ducheff, vai colocar mais um bate pau PTralha no STF para trabalhar em favor do partido. E com isso, o Brasil avança firmemente para o brejo do çocialismo boiolivariano. E a pá de cal na nossa democracia poderá ser jogada pela PresidANTA, caso ela de o indulto aos três patetas vermelhos que já estão condenados. E no mais. PHOD@-SE!!! (O Mascate)

Presidência destinou verba a jornais que não existiam A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem.


                
    Dirceu Ayres

As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP). Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos. Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho "Zero Hora" e o carioca "O Dia", a Laujar não publica nenhum jornal. Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região. Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras.
SEMELHANÇA
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de serem forjados. A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do "Jornal do ABC Paulista", "O Dia de Guarulhos", "Gazeta de Osasco", "Diário de Cubatão" e "O Paulistano". Todas elas têm os mesmos textos --a única diferença é o nome da publicação. Uma das "reportagens" apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais. Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia. As impressões têm também um suposto anúncio de meia página da Unimed. A empresa de planos de saúde, no entanto, informou à Folha que nunca fez publicidade em nenhum dos "jornais" da empresa Laujar. Também há registros de pagamentos efetuados pela Caixa Econômica Federal à empresa, mas os valores não foram divulgados pelo banco federal.
CHECAGEM
Para comprovar a existência de uma publicação que receberá dinheiro público para veicular propaganda federal, o governo exige apenas o envio de seis exemplares de datas aleatórias, definidas pela Secom, que é a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Além disso, o órgão pede documento, registrado em cartório, no qual é o próprio responsável pelo veículo quem atesta sua tiragem. A Laujar, por exemplo, declarou que seus jornais tinham uma tiragem total de 250 mil exemplares, vendidos por R$ 2,50 cada. Se a informação fosse verdadeira, as supostas publicações da empresa teriam, juntas, uma circulação parecida com a do jornal "O Globo", a quinta maior do país. A Secom informou que, em maio, excluiu a empresa de seu cadastro. Não pela inexistência dos cinco "jornais", entretanto, mas porque segundo o órgão eles não falavam sobre questões específicas dos municípios onde circulavam. Com isso, diz a secretaria da Presidência, a empresa não cumpriu o princípio da "regionalização" na distribuição de verbas publicitárias.
OUTRO LADO
A Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), responsável pela liberação dos pagamentos à Laujar, disse que seguiu todas as exigências internas para a efetivação dos repasses. Sobre o critério que a levou a escolher os jornais da empresa, afirmou que seguiu a "diretriz de regionalização" da publicidade oficial.  Ainda assim, informou em nota que, caso sejam encontrados "indícios de irregularidade, não hesitará em adotar medidas administrativas e/ou judiciais, de forma a garantir a preservação dos recursos públicos". A Presidência admitiu não ter feito verificações "in loco" para checar a existência dos jornais, mas citou o Anuário de Mídia produzido pela editora Meio&Mensagem, voltado para o mercado publicitário, para respaldar a versão de que os jornais existem.  No entanto, a editora informou à Folha que não faz checagem para a inclusão de veículos em seu anuário. Basta que a empresa envie dados gerais, como a tiragem, por e-mail ou por telefone. A Propeg, agência que repassou o dinheiro da Secom, disse que não havia restrição à Laujar quando a verba foi transferida. "No exercício de 2011 não havia qualquer pendência de comprovação que desabonasse o referido veículo", disse a diretora de mídia, Neide Santos. A Caixa Econômica informou que a escolha dos meios de comunicação "levam em conta critério técnicos de mídia e as necessidades estratégicas da empresa". O dono da Laujar, Wilson Nascimento, disse que os jornais existem. Ele afirma que o grupo de publicações existe há 24 anos e que elas circulam de terça a sábado. "Você encontra nas principais bancas da região [ABC Paulista]." Ao ser confrontado com a informação de que a reportagem não encontrou os jornais, disse: "Na periferia você encontra". Mas Nascimento não quis indicar em qual banca. Também se negou a dizer o endereço da redação e do parque gráfico que diz possuir. Em Guarulhos, por exemplo, donos de banca desconhecem os jornais. A pedido da Folha, Nascimento mostrou dois exemplares. Ambos apresentam o suposto anúncio da Unimed, que a própria empresa disse não ter feito, e textos copiados da internet. Os títulos trazem no cabeçalho o mesmo lema da Folha, "um jornal a serviço do Brasil". Sobre o anúncio da Unimed, Nascimento disse se referir a um contrato com corretor "independente". Ele disse ainda que o dinheiro que recebeu é menor do que o informado pelo governo.

PT chama os "militontos" para pagar multa dos seus quadrilheiros corruptos.



     Dirceu Ayres

Condenados a pagar R$ 1,46 milhão aos cofres públicos, José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares devem ganhar uma “mãozinha” dos petistas. Dirigentes do partido já se organizam para criar um fundo solidário de apoio aos réus condenados pelo STF. A multa mais alta recai sobre o ex-ministro José Dirceu: R$ 676 mil. Já Delúbio é quem pagará a mais baixa, de R$ 325 mil. Porém, a preocupação maior do PT é com o ex-deputado José Genoino, condenado a seis anos e 11 meses de prisão e a pagar uma multa de R$ 468 mil. Ele teria situação financeira pior que a dos outros dois réus. O tema deve ser discutido em reunião do Diretório Nacional do PT, no início de dezembro. A ideia é arrecadar dinheiro com os militantes e simpatizantes do partido. O PT descartou fazer a campanha institucionalmente, já que sofre impedimentos legais. O fundo partidário e a arrecadação regular do partido não podem ser usados para pagar multas que não sejam atribuídas diretamente à legenda. — Se precisar fazer um fundo solidário, o PT vai fazer, mas ainda é possível reverter as multas com os recursos legais que os réus impetrarão no STF — afirmou o coordenador jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho. Um modelo possível é o usado pela deputada Luiza Erundina (PSB) para pagar uma multa judicial de R$ 325 mil, referente a uma condenação quando foi prefeita de São Paulo pelo PT. Apoiadores de Erundina fizeram um movimento suprapartidário, com jantares e uma conta bancária para a arrecadação da “vaquinha”. Paulo Frateschi, dirigente nacional do PT, disse que quer ser “o primeiro” a contribuir com um fundo solidário para os condenados pelo Supremo. — Acredito que todos os dirigentes vão contribuir com o fundo solidário. É o único caminho para ajudar. Mas não pode ser uma atitude oficial do PT porque, assim, o dinheiro tem que entrar no caixa do partido e não pode ser usado para pagar as multas — disse o petista. (O Globo)
Sugestões aos organizadores:
1. Visita guiada pelo Eduardo Suplicy ao Presídio de Tremembé para acompanhar o banho de sol do Zé Dirceu e do Delúbio, com direito a acenos com lencinho vermelho, da janela da cela.Cobrar R$ 1 mil pelo pacote.
2. Baile da Cueca. Todos os companheiros adentram o salão com dinheiro naquele recôndito e costumeiro local. Lá as damas de vermelho recolhem os donativos. Baita festa!
3. Peça no Natal dos Catadores de Lixo, com Lula e Zé de Abreu, encenando "Mensalão, eu nunca vi! Nem eu!" Entrada: R$ 500.
4. Aguarda-se novas sugestões na área de comentários. (Coturno Noturno)