quinta-feira, 18 de agosto de 2011

AINDA HÁ AUTORIDADES NO BRASIL CUIDADO.

          Dirceu Ayres
A imagem de uma réfem, de uma pessoa manietada, profundamente arrasada que foi literalmente usada como uma ótaria e agora está percebendo que neste jogo sujo da lulocrácia imunda só há uma vontade: a do famigerado facínora Lullacorleone das Selvas. DilmaMarionete não tem estofo nem aguentará o furacão que está para DESABAR sobre sí e seu governico nos longos 3 anos e meio que lhe restam de mandado.Os últimos estrondosos escandalos reveleram como ela se comporta: É uma FRACA,INSEGURA totalmente SUBMISSA ao CHEFÃO LullaCorleone das Selvas que domina o Brasil surrealistamente usando a corrupção e a trapaça como meio de dominação.Nestes últimos lances do vendaval politico surgiu finalmente uma LUZ no fim do túnel, A corajosa NOTA da Associação dos Policiais Federais mostraram de que lado está a POLICIA FEDERAL. Do lado do Estado democrático de Direito. E por sua atuação os corruptos de altocoturno estão se DEMITINDO vide( Wagner Rossi) ao saber que a policia federal abre inquérito contra eles... então os corruptos saem rapidinho pois sabem que estes brasileiros são as UNICAS AUTORIDADES do ESTADO que estão CUMPRINDO seu DEVER REPUBLICANO! Portanto minha admiração e meus parabéns a Policia Federal pela nobreza e a coragem demonstrada diante de tanta bandalheira, omissões e prevaricações de tantas outras "autoridades de estado"... Não foi DilmaMarionete nem sua fictícia "faxina que fez o sinistro wangster Rossi se demitir e sim as investigações que a PF iniciou no ministério da agricultura e que o enquadraria como criminoso. O Brasil esta em uma encruzilhada FATAL.. ou volta a DIREITA ou dobra a ESQUERDA ou segue em frente... Não há nenhum "guia' e a manada está ora dominada e conduzida por LADRÕES de cavalos travestidos de POLITICOS. “Esta na mão e no coração dos verdadeiros brasileiros imbuidos de AUTORIDADES DE ESTADO para reverter esta abjeta e surreal condição de “PARAÍSO DE LADRÕES” e fazer valer o dístico do nosso Pavilhão Nacional “ ORDEM E PROGRESSO" A ORDEM só resurgirá no Brasil corrompido e vilipendiado por LULLACORLEONE e suas gangs comparsas através do emprego da FORÇA DA LEI para DISCIPLINAR E MORALIZAR o que esta CRIMINOSAMENTE CORROMPIDO E propositalmente DESMORALIZADO! Os CULPADOS que sejam investigados e julgados dentro dos princípios do Direito e da Justiça mas que se culpados não fiquem impunes!!! SÓ ASSIM O progresso PODERÁ florescer EM UM BRASIL SANEADO E HIGIENIZADO DESTES VERMES E MIASMAS PESTILENTOS QUE COM SUAS VILANIAS E BANDALHEIRAS MONSTRUOSAS AINDA ROUBAM O SANGUE,O SONHO E A VIDA DOS BRASILEIROS HONESTOS! OS MEADOS DE AGOSTO JÁ MOSTRARAM COMO SERÁ OS IDOS...

BOMBA!! DILMA VETA AUMENTO REAL PARA APOSENTADOS.

                   Dirceu Ayres
Fique ai parado acreditando no P T e você vai morrer de fome. BOMBA! Dilma veta aumento real para aposentados. Para políticos NAO. É isso mesmo gente! Estão massacrando nossos aposentados. Tudo teve aumento acima da inflação mas o salário deles mal acompanha a inflação. Para os políticos está liberado. O último aumento foi acima de 60% para não fazerem nada, muito ao contrário, ficarem coçando os sacos e anda desviarem dinheiro público. E se voce for criticá-los, tem Dilma, Lula, Zé Dirceu, Renan Calheiros, José Sarney e toda a sorte de criminosos a defendê-los. Vejam que até a PF tenta prende-los mas é criticada por Dilma que acha que Corrupto não deve ser preso e nem algemado. Isso é o fim do mundo. Enquanto isso, aposentado pena nas filas do SUS, pena para comprar seu alimento, pena para comprar remédios e ainda tem esse descaso pelo Governo do PT.Para mim, isso é um ato de covardia. São COVARDES quem prejudica esse povo sofrido e batalhador. Que viveu toda a sua vida trabalhando e hoje como recompensa recebe um salário arrochado. Isso porque é o Partido dos Trabalhadores que está no poder. Partido dos trabalhadores camaradas, pois para os trabalhadores brasileiros, só impostos e roubalheiras. Leiam a matéria divulgada pela FOLHA:Dilma sanciona LDO de 2012 com veto a ganho real a aposentados LORENNA RODRIGUES DE BRASÍLIA A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (15) a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2012, publicada no "Diário Oficial" da União.Como a Folha antecipou na semana passada, a pedido da equipe econômica, a presidente vetou pontos do texto aprovado pelo Congresso Nacional, entre eles a meta para o deficit nominal de 0,87%.Governo quer prazo maior de contribuição antes da aposentadoria"O estabelecimento de um teto para o resultado nominal, num contexto em que já se dispõe de meta para superavit primário para o setor público, limita o campo de atuação da política monetária para fins de cumprimento da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional", explica o despacho publicado hoje no "Diário Oficial".A presidente também vetou o artigo da LDO que previa a reserva de verba do orçamento do ano que vem para reajustes acima da inflação para os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O artigo previa que tais reajustes seriam definidos com as centrais sindicais e os representantes da iniciativa privada."Não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos no PLOA - 2012 (projeto do orçamento) uma vez que, até o seu envio, a política em questão poderá ainda não ter sido definida", explica o despacho publicado hoje no Diário Oficial, junto com a sanção da LDO.O reajuste real beneficiaria os aposentados que ganham acima de um salário mínimo, já que, para o piso salarial, já existe a regra de somar o PIB de dois anos antes, mais a inflação do ano anterior. CUSTEIO Outro parágrafo vetado foi o que estabelecia que o crescimento das despesas com custeio não poderiam crescer acima das com investimentos. Dilma vetou também o artigo que dava prioridade aos gastos com emendas parlamentares. A justificativa era que a prioridade fere o princípio da impessoalidade e que teria de ser criado um sistema específico de controle desses gastos, o que elevaria os custos para o governo. Foi vetada ainda a previsão de que toda emissão de títulos da dívida pública feita pelo Tesouro Nacional teria que ser autorizada pelo Tesouro Nacional e de criação de um banco informatizado de projetos de investimentos, entre outros pontos.

SOU BRANCO, HONESTO, CONTRIBUINTE, ELEITOR, HÉTERO... PARA QUE???

             Dirceu Ayres
Sou Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero... Para quê??? Ives Gandra da Silva Martins Hoje tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior. Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados. Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei. Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos. E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema? Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sente-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios. (Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ). Para os que desconhecem este é o :Inciso IV do art. 3° da CF a que se refere o Dr. Ives Granda, em sua íntegra: "promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação." Assim, volta a ser atual, ou melhor nunca deixou de ser atual, a constatação do grande Rui Barbosa:"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)

A LEI DE tALIÃO PARA O BRASIL URGENTE!!!

      Dirceu Ayres
Olho por olho, dente por dente. Esta é a famosa Lei de Talião. Em nossos momentos de revolta pensamos imediatamente em vingança e, ousamos em nossa ira, declamar que “bandido bom é bandido morto”. Ladrão bom é ladrão morto. Poderíamos aqui acrescentar que certos políticos aqui no Brasil se enquadrariam no provérbio. Consideramos a frase acima como um aforismo de desabafo, pois é muito triste acreditar em sã consciência que queiramos ser senhores da vida alheia por mais desprezível que esta nos possa parecer. Os sociopatas, criminosos irrecuperáveis, autores de crimes hediondos, devem ser afastados de forma definitiva do convívio com a sociedade, assim como certos políticos que nunca fazem nada, nada pela sociedade, enriquecendo as nossas custas. Mas seria a pena de morte uma solução ou apenas um paliativo para aplacar a dor das vítimas? Poderíamos também arranjar um jeito para aqui nos defendermos dessa famigerada Lei de Murfy “Se há duas ou mais formas de fazer alguma coisa e uma das formas resultarem em catástrofe, então alguém a fará”. Deve ser isso que que está nos acontecendo votando em Políticos que não somente dizem, mas garantem que lutarão pelos nossos interesses e quando chega lá esquece de tudo , só lembra de arranjar, arrecadar e juntar tudo que for vantágem para seu cofre, sua família e seus amigos e correligionários. Diábos, isso deve ser a lei de Gerson. Comenta-se que: A pessoa que "gosta de levar vantagem em tudo", no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com a ética, isso é a lei de Gerson. A expressão originou-se em uma propaganda, de 1976, para os cigarros Vila Rica, na qual o meia armador Gérson da Seleção Brasileira de Futebol era o protagonista. Embora tenha sido um dos maiores craques da história do futebol mundial, Gérson sempre foi um jogador polêmico e praticava essa mentira. A propaganda dizia que esta marca de cigarro era vantajosa por ser melhor e mais barata que as outras, e Gérson dizia que era boa e verdadeira embora o cigarro não prestasse. Este ideal subjacente à "lei de Gerson" é, indiscutivelmente, um dos valores mais arraigados à cultura brasileira. Embora nem sempre verbalizado, a valorização e a mitificação desta "lei", do conceito de malandragem, do uso de "pistolões"(Br.) ou de "cunhas" (Pt.) são aqueles dos comportamentos socialmente condicionados que em grande parte levam o Brasil a manter-se tão imaturo cultural, política e socialmente. A forma como se dá a política brasileira, tão mal falada, antes de ser a causa dos problemas brasileiros, é, senão exclusivamente, ao menos simultaneamente conseqüência de valores tão maléficos. Agora imaginem se aplicasse-mos a Lei de talião (T minúsculo) aos nossos polítcos que não sejam ou não consigam ser tão honestos quanto preciso e os fizessemos pagar devolvendo tudo que eles tirara desonestamente da Nação e depois os expurgasse, beleza, com certeza o Brasil iria melhorar muito. A enxurrada de corrupção que está sendo conhecida pelos brasileiros vindos à tona dos subterrâneos enlameados deste país, em denúncias que surgem por vários cantos, mostrados pela imprensa, tem muito a ver com essa ou aquela "Lei de Gerson". Se o leitor examinar a fundo as motivações que levaram as pessoas, envolvidas nessas corrupções, a desejarem cada vez mais dinheiro extra, era à vontade, cheia de ganância, de "levarem vantagem" da função pública que exerciam, ou do cargo político para o qual foram eleitas. "Levar vantagem", desviando recursos públicos ou explorando outros que pagavam as propinas para também eles, "levarem vantagem" em alguma coisa. Chegou-se ao ponto, tempos atrás, de até um suplente de deputado mandar matar a titular para assumir o seu lugar, levando vantagem... Felizmente foi cassado. Parecia que ia se safar impune como tantos outros, como por exemplo, aquele "Anão do Orçamento" que chegou a ridicularizar a inteligência brasileira, dizendo que a grande fortuna que amealhou era fruto de mais de 200 prêmios ganhos na loteria e aquele tal juiz que teve a coragem de afirmar que a sua fortuna veio de um tio que era alfaiate e não era produto de desvio das verbas da construção de certo prédio do Tribunal em SP... E a sociedade brasileira (ou seja, cada um de nós, você, eu...) assiste estarrecida à escalada gritante de corrupção em muitos lugares, em escalões diversos das administrações do país, em muitas esferas de poder. E o que é mais estarrecedor: quando um corrupto é pego, nega e mente descaradamente... Essa escalada de corrupção parece indicar a disseminação social de um comportamento sem ética que está afetando o relacionamento entre as pessoas, condicionando-as a, também elas, quererem "tirar uma casquinha" de alguma oportunidade levando vantagem, também elas... Isso tudo tem ocorrido porque a sociedade atual incentiva às pessoas a uma busca frenética de "ter" cada vez mais, em detrimento do "ser", com valores de vida distorcidos, valorizando somente o "ter cada vez mais vantagens" sobre os outros (bens financeiros, em especial, bens materiais, etc.) não importando se para isso, elas precisem agir de modo desonesto, utilizando meios escusos e pouco éticos ou lícitos. Em outras palavras, parece ser a disseminação de que "ser desonesto, conseguindo vantagens, é ter mais valor, é ser mais esperto do que os outros". Assim, com esses valores de vida distorcidos, as pessoas começam a olhar para as outras como se elas fossem "lobos que podem devorá-las". Esse estado de coisas leva a refletir se a sociedade humana ainda tem condições de ter seres humanos mais equilibrados e saudáveis e que ajam com caráter, honradez e eqüidade, sem terem a necessidade de "passarem por cima" de Leis, da ética, para levarem vantagem. Uma sociedade onde ser honesto, ter caráter e agir com responsabilidade seja a regra geral para as pessoas e não a exceção. Há muitos anos atrás Rui Barbosa (1849-1923), estadista, jurista, Ministro da Fazenda e embaixador, já alertava em carta aos senadores da época: "A falta de justiça, Srs. Senadores, são o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais. A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Patrícia Acioli. Porque as autoridades brasileiras não compareceram ao enterro?

   Dirceu Ayres
Tem algo de podre no judiciário brasileiro. A morte da Juíza Patrícia Acioli não comoveu ninguém de toga neste Brasil. Da presidANTA da república ao ministro da justiça. Os magistrados que chefiam os tribunais do Hell de Janeiro, o governador Sergio Cabral, os membros do STJ, ministros do STF. Alguma comissão de direitos humanos da câmara, ou da assembléia do estado, a OAB. NINGUÉM COMPARECEU ao enterro da juíza. Nem um pio... Nada!!! Ela foi morta por cumprir seu papel na justiça e ninguém no estado brasileiro foi se solidarizar com a família da juíza. Atitudes como essas é que mostra o quanto o Brasil está vazio e sucateado de gente com decência e moral para representar o povo. A juíza foi assassinada e o Sinistro da Justiça dando PITIS por conta de algemas que colocaram nos "parceiros" dele. Infelizmente estamos assistindo a falência do estado brasileiro. E se bobear a juíza morta ainda vai acabar virando vilã nessa história. E seus assassinos indicados para o Nobel da Paz. A CADA DIA SINTO MAIS VERGONHA EM SER BRASILEIRO (O MASCATE) Juíza linha dura é assassinada no Hell de Janeiro. Dizer mais o que? O Hell de Janeiro ainda é povoado por bicheiros, traficantes, milicianos, bandidos de toda ordem e políticos. Não existe justiça que de jeito em um estado onde a segurança deixa que sejam mortos trabalhadores e acima de tudo, representantes da lei como é o caso da juíza Patrícia Acioli. A morte da juíza nos faz refletir, parece que o Hell de Janeiro ainda vive nos tempos dos coronéis que matavam qualquer um que se colocasse em seu caminho. Este é o exemplo que muita coisa ainda não mudou no estado que quer sediar uma olimpíada. Os morros "pacificados" pela propaganda estatal, e no asfalto o alvo agora são os que fazem com que sem cumpram as leis. E de bandoleiros em bandoleiros, quem perde com a morte da juíza é o povo que sempre vai estar entregue à própria sorte, ou nas mãos dos marqueteiros mequetrefes que alavancam a vida política de espertalhões enganando a população. Já passou da hora do Governador do Hell de Janeiro pegar o boné e pedir para sair.Pois o que vemos na imprensa diariamente não é bem aquilo que o governo quer mostrar para o resto do Brasil. Um estado sem lei onde quem manda são os bicheiros, os traficantes e os mafiosos da política. Uma perda para a justiça brasileira, e mais um golaço para a vagabundagem. O assassinato da juíza vaio colocar em xeque a justiça no estado, outros juízes que tem processos contra os bandoleiros e mafiosos, pensarão duas vezes antes de punir com rigor. É esperar para ver. Mas não por covardia, e sim por conta da ausência do estado ou pelo inconsciente instinto de auto preservação. Enquanto isso o Sinistro da Justiça está preocupado que a PF meteu as algemas na rataiada do ministério do turismo. Que merda de país o Brasil está se tornando?

Siro Darlan: 'Do insulto à injúria' Siro Darlan é desembargador da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio


        Dirceu Ayres

"Pouco mais de 24 horas se passaram desde que a juíza Patrícia Lourival Acioli foi chacinada. Quando se pensava que a covardia desse ato ficaria restrita a ele próprio — um insulto em forma de cusparada de sangue na cara do País —, se vê a ele somada a injúria da empáfia das autoridades públicas, especialmente as do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. O atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro se apressa em justificar o injustificável: o motivo para uma juíza que até as paredes do Fórum de São Gonçalo sabiam ameaçada de morte estar completamente à mercê de seus matadores é singelo: ela não requisitara proteção, por ofício. Não obstante, sem ofício, ou melhor, de ofício, sua segurança, conforme avaliação (feita por quem? com base em que critérios?) do próprio tribunal, havia minguado na proporção inversa do perigo a que a juíza diariamente se via submetida. Fica, assim, solucionado o crime: Patrícia cometeu suicídio. Foi atingida por si mesma, 21 vezes, vítima de sua caneta perdida, que se encontrava a desperdiçar tempo mandando para a cadeia milicianos e todo tipo de escória que cresce à sombra do Estado, de sua corrupção e de sua inoperância. Patrícia era uma incompetente, uma servidora pública incapaz de fazer um ofício! Não é isso que o senhor quer dizer, Presidente? Que vergonha, Exa.! Por que no te callas? Melhor: renuncie ao seu cargo. No mínimo será muito difícil seguir à frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com a morte de Patrícia em suas costas. Ela está agarrada ao seu corpo e ao do seu antecessor, como uma chaga pestilenta. Sua permanência no ambiente dá asco e ânsia de vômito. Qualquer pessoa que assistisse ao noticiário televisivo, que lesse jornal ou que tivesse acesso a algum outro veículo de imprensa nacional tinha conhecimento da situação de Patrícia e de que sua vida estava em risco. Não a Presidência do TJRJ. Segundo palavras do ex-presidente daquele órgão, seu único contato com a juíza se deu numa ocasião em que esta por ele foi chamada para prestar esclarecimentos a respeito de um entrevero que tivera com um namorado. O fato chegou às folhas e S. Exa., o então Chefe do Judiciário, se sentia no dever de agir logo, chamando às falas (sem ofício) a subordinada que colocava em xeque a imagem do Poder por ele gerido. Mas, para proteger a vida de Patrícia – ah, aí é querer muito! — era fundamental um ofício! E fico a pensar: em quantas vias? 21? As cópias deveriam ser em carbono azul ou seria possível usar um modelo vermelho sangue? Era necessário que a magistrada juntasse ao expediente um mapa com a localização do Fórum de São Gonçalo, talvez? Ou um comprovante de residência? Atestado de bons antecedentes? Declaração dos futures assassinos afirmando que a ameaça era real (a lista encontrada com o ‘Gordinho’ não tinha firma reconhecida, nem era autenticada, afinal).
Não tentem ler a minha mente, sem antes chamar um exorcista. Magistrados de primeira instância, uni-vos! Vossa integridade física está à mercê da fortuna. Vossa vida a depender de uma folha de papel. Vossas famílias nas mãos de mentecaptos. Marginais e milicianos em geral devem estar com a dentadura escancarada num esgar de romance policial. Bastaram duas motos, dois carros, um bando de vermes, 21 tiros e poucos segundos para derrubar o castelo de cartas que era a imagem da Justiça no Estado do Rio. Com tão pouco se revelou a podridão de um reino de faz-de-conta, o que contrasta com o quanto foi necessário para liquidar uma mulher só. Um Poder sem força, sem visão, sem preparo; um setor do serviço público que se transformou, em verdade, numa grande empreiteira; quando não em um balcão de negócios (quebre-se o silêncio!). É inacreditável que a mais alta autoridade judicial do Estado sequer ruborize ao dizer que a proteção de uma juíza comprovadamente listada como alvo da milícia dependia de um pedido escrito. A declaração do magistrado-mor revela aos interessados em seguir matando juízes que o “Poder” por ele administrado não tem a menor ideia da realidade enfrentada pelos julgadores de primeira instância. Precisa ser provocado, cutucado, instado. O pleito de auxílio aos que dele carecem deve passar por um processo, um crivo que, como se viu, é muito eficiente, se o resultado perseguido for a eliminação daquele que precisa ser protegido. O Judiciário não realiza, por sua conta, qualquer controle, não mantém investigação permanente, não monitora seus inimigos: é um Poder-banana. Os juízes de direito, de agora em diante, se transformaram na versão nacional do dead man walking (expressão gritada pelos guardas quando acompanham os sentenciados até o local da execução, nos presídios com corredor-da-morte, nos EUA). Os próximos serão os promotores, os delegados de polícia (os agentes penitenciários já são eliminados de há muito, assim como os jornalistas), os homens de confiança do Secretário de Segurança e este mesmo. Governador, tremei. Quem há-de impedir que isso ocorra? A temporada de caça está aberta. A porta do Judiciário era sem trinco e agora não adianta colocá-lo. Tarde demais. Até que a Justiça se mova e organize um sistema de autodefesa pró-ativo (e não movido à base de papeluchos), muitos perderão a vida. O crime não precisa se organizar. Basta conhecer o endereço do juiz, discando 102. Pior: doravante, será mais do que suficiente um olhar de soslaio do réu para que o juiz assine — trêmulo, mas de pronto — o alvará de soltura. Eu, no lugar de qualquer deles, assinaria. Você não? Bem-vindos a terra sem lei, sem vergonha e sem senso de ridículo. Não se esqueçam de Patrícia Acioli!" O desembargador Siro Darlan enviou artigo ao DIA no fim de semana criticando a chefia do Tribunal de Justiça do Rio na proteção à juíza Patrícia Acioli Gilmar Brunizio Mendes & Brunizio Advogados Associados www.mbadvogados.com.br Tel.: (21) 3535-9491 - 9315-6538 Paulo Henrique Machado adv. OAB-RJ 58.450machado.paulohenrique@gmail.com 21-9547-7384 21-3027-2324

E AÍ DONA DILMA?? VAI ENCARAR MAIS ESTA??

           Dirceu Ayres
Reportagem da edição de VEJA desta semana, (17/08/ que acaba de chegar às bancas, faz um raios-X da atuação de Wagner Rossi à frente do Ministério da Agricultura. Ele é acusado de cobrar propina de 2 milhões de reais em uma licitação, participar de fraude eleitoral que resultou em 8 toneladas de feijão jogadas no lixo e, quando presidia o Porto de Santos, usar dinheiro público para quitar dívidas privadas. Fonte: Veja A presidente Dilma Rousseff em entrevista a revista chapa branca Carta Capital afirmou que o governo que se permite viver com o flagelo da corrupção é altamente ineficiente. Ao manter Ministros corruptos, como Wagner Rossi da Agricultura, ao manter o Ministro do Turismo, ao Manter Ministros que estão sendo processados por improbidade administrativa como Fernando Pimentel e outros Dilma Rousseff permite que seu governo conviva com o flagelo da corrupção. Dilma Rousseff é refém do PMDB. Entre enfrentar o PMDB e realmente demonstrar que não faz um governo voltado para a ética, para a honestidade e pela moralização do Brasil. Não há como conviver com a corrupção e construir uma democracia voltada para a justiça social. Dilma Rousseff e sua quadrilha só pretendem se manter no poder custe o que custar. Só pretendem se locupletar com o dinheiro do povo custe o que custar. A limpeza no DNIT foi só jogo de cena, só para inglês ver, pura demagogia para enganar o povo incauto. Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil! Postado por Laguardia. Meu comentário: Temos o exemplo do Japão que em uma semana vemos uma estrada totalmente destruída e na semana seguinte a imagem da estrada completamente boa nos impressiona. Aqui se queremos só recapear uma estrada, na semana seguinte precisamos construir uma nova estrada para tirar mais verba, pois só recapeando não vai dar. Agora Pense:, comida que deveria alimentar os pobres foi jogado fora, pedido de propina, fraudes em licitações, relação com lobista-traficante, denuncia de enriquecimento ilícito. Antes de ser Ministro tinha somente uma casa de classe média baixa e seu carro era um fusquinha já bem baqueado. Agora tem uma Mansão em uma ilha, carros blindados etc. A pergunta que não deixa calar... Esse moço pode ser Ministro. O deputado federal Fernando Chiarelli diz: “Ele sempre viveu da Política e, com ela, ficou milionário”