sábado, 5 de maio de 2012

Dinheirinho para tia Dilma.




    Dirceu Ayres

O TRE divulgou quanto e de quem os candidatos do PT receberam de doações de Campanha. E como não poderia deixar de ser, entre as dezenas de Empreiteiras, está a DELTA de Cavendish. Aquela que praticamente monopoliza todas as obras do PAC e as do Rio de Janeiro, seja por obras licitadas e as não. Foram apenas R$ 1,15 milhão mas que rendeu a Delta Mais de R$ 4 Bilhões em contratos. Contratos Bilionários até com a Petrobrás onde ela não tem capacidade e nem deveria executar por LEI. Mas como o PT é criativo e domina a arte de enganar o povo, virá com desculpas como essas feitas pelos criminosos:
► Tesoureiro do PT - Delúbio Soares, sobre roubo para compra de apoio político "Mensalão"
" SÃO VERBAS NÃO CONTABILIZADAS "
► Deputado Federal PT - João Paulo Cunha, sobre roubo para compra de apoio político "Mensalão"
" FINANCIAMENTO IRREGULAR DE CAMAPANHA "
► Ex-Presidente do PT - Ricardo Berzoini, sobre roubo para compra do "Dossiê Pelocano"
" É DINHEIRO QUE NÃO SE SABE A ORIGEM "
► Ex-Ministra da pesca - Ideli Salvatti, sobre compras sem licitação de dezenas de lanchas que ficaram encalhadas mas que renderam R$ 150 mil para sua campanha.
" A DOAÇÃO FOI PARA O PT "
► Ex-Presidente do PT e Ex-Presidente da República - Luis Inácio Lula da Silva sobre o "Caixa 2 que os Partidos supostamente usam em campanhas"
" É UMA PRATICA COMUM DOS PARTIDOS "
Vejam que todas as declarações acima, são confissões criminosas. E, por se tratar de desvio de dinheiro público deveria no mínimo dar cadeia, pois é um crime inafiançável.
O que temos aí é mais um crime. Vemos a Delta ajudando ao PT e hoje vemos a Delta sendo beneficiada pelo PT. São pequenas doações contabilizadas. Mas como se trata de PT, sabemos que por trás disso existe malas com milhões não contabilizados carregadas por Bispos do Edir Macedo ou Dólares carregados nas cuecas por parentes de José Genoino do PT. *Texto por Carlos Parrini, por e-mail, via Resistência Democrática BLOG DO MARIO FORTES

Depois de peitar os bancos, Dilma vai peitar 5,3 milhões de produtores rurais ou meia dúzia de ONGS estrangeiras?


      Dirceu Ayres

Ontem, as ONGS estrangeiras comandaram um verdadeiro ataque contra a democracia brasileira, utilizando modernas estratégias de marketing. É a batalha contra o Código Florestal, a primeira grande reforma feita no Brasil nos últimos anos, coordenada e comandada pelo Congresso Nacional. No twitter, lançaram uma hashtag denominada #vetatudodilma. Esta rede social, tentando evitar a manipulação dos resultados, bloqueou a expressão. Junto com a hashtag, as ONGS estrangeiras acionaram os famosos "robôs", usuários fakes. Cada um é capaz de enviar 300 mensagens até ser identificado pelo twitter, que o bloqueia. Mas o estrago está feito. Quase uma hora depois do início do tuitaço, a coordenação do protesto alertou em plena rede que o twitter estava bloqueando #vetatudodilma e que os participantes deveriam trocar para #dilmavetatudo. Em dois minutos, a expressão, puxadas pelos "robôs", chegou ao segundo lugar nos "trends", o ranking das expressões mais usadas. No dia anterior, as ONGS estrangeiras haviam publicado um anúncio a cores no Estadão, a um custo de R$ 200 mil, usando a assinatura da presidente Dilma Rousseff e pedindo que ela "assinasse" o veto ao Código Florestal. Na semana anterior, atacaram um enquete da revista Globo Rural, a mais importante do agronegócio, lançando novamente os seus "robôs", fazendo com que um levantamento sem valor científico fosse transformado em propaganda. Como venceram a enquete, o slogan era: nem os ruralistas são a favor do Código Florestal. A revista Globo Rural, alertada, colocou o seu editor-chefe, Bruno Blecher, a baixar o nível contra internautas, mesmo diante da falcatrua que estava sendo cometida. Não é o primeiro jornalista que, mesmo comendo pela mão da agropecuária, ataca o setor. Virou modismo ser contra o Brasl Rural. Por fim, no dia de ontem, o ápice da campanha. Camila Pitanga (veja post logo abaixo) pediu o veto de Dilma ao vivo, traiçoeiramente, dentro de um evento onde a presidente estava como convidada, sem poder controlar o cerimonial. Mas quem são estas ONGS estrangeiras que atacam a soberania do Brasil e a democracia do nosso país? Vejam, abaixo(cliquem sobre os mesmos para ampliar; ou use ctrl+), um documento da ABIN que analisa a atuação das mesmas em Belo Monte. São as mesmas que atacam o Código Florestal. Hoje a revista Veja publica uma matéria em que afirma, em seu título, que Dilma é mais ousada que Lula. Que estaria fazendo reformas que o antecessor não teve coragem de fazer. A presidente peitou as ONGS estrangeiras em Belo Monte. Segundo as pesquisas, em vez da sua popularidade cair, subiu. O que significa que a pauta ambientalista é puro marketing, pois o povo sabe muito bem de onde vem a comida que enche a sua barriga. Ontem, uma pequisa mostrou que mesmo que 94% dos brasileiros tenham sensibilidade aos temas ambientais, apenas 3% ligam os nossos problemas à agropecuária. Quase dez vezes mais culpam a indústria e, nisso, estão cobertos de razão. O nosso país tem 61% do território coberto por vegetação nativa, um número que ninguém pode ostentar. Tem porque cuidamos e preservamos. Apenas 27,7% do nosso território é usado pela agricultura. Sabem quantos porcento do país é dos índios? 14%! Dilma Rousseff tem a caneta na mão. Tem a prerrogativa democrática do veto. È seu direito. Mas também tem da aprovação integral do Código Florestal. Resta saber se a presidente que peitou os bancos vai enfrentar meia dúzia de ONGS internacionais e dois adversários políticos - José Serra e Marina Silva, favoráveis ao veto - ou se vai ficar ao lado de 5,3 milhões de produtores rurais que garantem um quarto do PIB, um terço dos empregos, 40% das exportações e mais de U$ 20 bilhões de superavit primário por ano. A escolha é dela.

RUI FALCÃO, O CHEFETE COMUNISTA DO PT, ANUNCIA A CENSURA À IMPRENSA NO BRASIL!

  

     Dirceu Ayres

Rui Falcão: como todo comunista, destila o ódio contra democracia e a liberdade. Depois de deflagrar a cruzada contra o sistema financeiro privado e a cobrança de juros elevados no País, o governo da presidente Dilma Rousseff poderá colocar em discussão o polêmico tema do marco regulatório da comunicação. A informação foi dada nesta sexta-feira, 4, pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, durante discurso em evento sobre estratégia eleitoral do PT nesta campanha municipal, em Embu das Artes, São Paulo. "Este é um governo que tem compromisso com o povo e que tem coragem para peitar um dos maiores conglomerados, dos mais poderosos do País, que é o sistema financeiro e bancário. E se prepara agora para um segundo grande desafio, que iremos nos deparar na campanha eleitoral, que é a apresentação para consulta pública do marco regulatório da comunicação", disse o dirigente petista em seu pronunciamento. Segundo Falcão, "a mídia é um poder que está conjugado ao sistema bancário e financeiro". No discurso, ele frisou: "(A mídia) É um poder que contrasta com o nosso governo desde a subida do (ex-presidente) Lula, e não contrasta só com o projeto político e econômico. Contrasta com o atual preconceito, ao fazer uma campanha fundamentalista como foi a campanha contra a companheira Dilma (nas eleições presidenciais de 2010) que saiu dos temas que interessavam ao país para recuar no obscurantismo, na campanha de reforço da direita que hoje está sendo exposta aí, inclusive agora, provavelmente nas próximas duas semanas com a nomeação dos sete nomes da Comissão da Verdade que vai passar a limpo essa chaga histórica que nós vivemos." E continuou: "(A mídia) produz matérias e comentários não para polarizar o País, mas para atacar o PT e nossas lideranças." "O poder da mídia, esse poder nós temos de enfrentar." A presidente Dilma Rousseff herdou do governo Lula o anteprojeto de criação do marco regulatório das comunicações, elaborado pelo então ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins, e apresentado durante a Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM), em 2010, determinando "criação de instrumentos de controle público e social" da mídia. Em razão da polêmica que o tema gerou, Dilma determinou que o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, fizesse um pente-fino no texto para evitar tópicos que possam indicar censura ou controle de conteúdo. Do site do Estadão BLOG DO ALUZIO AMORIM NO TWITTER

Título de "Honóris Causa" agora é por atacado.

   

     Dirceu Ayres

Usando mais um pouco da máquina estatal, o ex presidente o Enfermo Defuntus SAebentus recebeu mais (5) CINCO títulos de Honóris Causa de universidades cariocas. Agora deram para dar título por atacado, cinco em um só dia. Não vou dar os nomes das pocilgas, não vale a pena. Ou esses títulos viraram palhaçada de vez, ou alguns reitores de universidade sabem de algo que a imensa maioria da população ainda não sabe. E resolveram dar os títulos ao mesmo tempo, antes que seja tarde demais...Se é que vocês me entendem. E como não poderia deixar de ser, tudo vira bosta com esse pessoal, é a banalização dos títulos, e as entregas por atacado mostram que em se tratando de universidades federais e Ratazanas Vermelhas, liberou geral em nome do puxa saquismo e da bandalheira. E pensando bem, universidades federais, no Hell de Janeiro, dando títulos para o Sebento, era de se esperar, afinal não tem cidadão mais baba ovos do Sebento que o Cabral, e não existe maior ajuntamento de lixo esquerdofrênico que universidade federal. Portanto, juntando a fome com a vontade de comer, o Sebento agora é PENTA HONÓRIO CAUSA. Acredito que nuncaantesnahistóriadomundo se viu algo tão bizarro. Sem contar que a presidANTA Dilmarionete Dentuça que deveria estar trabalhando, pegou o avião pago com o nosso dinheiro e foi lá fazer sua parcela de babação de ovos. E Vamo que vamo que ainda tem uma porrada de universidade federal para homenagear o Sebentão...Se der tempo é claro...Pois homenagem póstuma é coisa de péssimo gosto. E PHODA-SE!!!!! (O MASCATE)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os descritérios na nomeação de ministros do STF por Lula


    Dirceu Ayres

Os descritérios na nomeação de ministros do STF por Lula
Como esperar que alguma justiça emane de um tribunal em que a escolha dos seus membros é feita apenas pelo Presidente da República, que não tem nenhuma obrigação de ter conhecimentos jurídicos? No caso de Lula ainda foi pior, porque a sua ignorância não se limita à área – ela é abrangente –, sem contar com sua notória predileção por “companheiros” mais – digamos – mansos e que compartilhem com as suas ideias de jerico. Apesar disso, Lula nomeou sete ministros do STF. Os “critérios” de nomeação de seis – apadrinhamentos, parentescos, amizades, opções raciais e de gênero e comadrios – foram os seguintes:
Quem apresentou Lula, interessado em nomear um jurista negro, a Joaquim Barbosa foi o padreco petralha Frei Betto, cujo nome não merece maiores considerações;
Quem indicou Ricardo Lewandowski foi Marisa Letícia, vizinha da mãe do doutor em São Bernardo – comadrio puro;
Ayres Britto não precisou de protetores: Lula o conhecia desde 1990, quando tentou eleger-se deputado federal pelo PT de Sergipe – era petista de carteirinha;
Carmen Lúcia ganhou a vaga porque o Lula resolveu que o STF precisava de mais uma mulher;
Já José Antônio Dias Toffoli, tem uma história surpreendente. Foi reprovado no 165º e no 166º concursos para juiz de primeiro grau em São Paulo e, nas duas vezes, caiu fora na primeira fase do concurso, naquela de Conhecimentos Gerais e noções básicas de direito. O que fez então o rapaz que queria ser juiz: em vez de ralar em busca da judicatura, estudando mais, preferiu o caminho fácil trilhado por todo petista que se preza e foi ser assessor parlamentar da liderança do PT na Câmara Federal, onde ficou até 2000. E montou um escritório, o “Toffoli & Telesca Advogados Associados SC”, que foi condenados, em 2009, pelo juiz da 2ª Vara Cível do Amapá, a devolver R$ 420 mil aos cofres públicos do Estado. O escritório de Toffoli foi acusado de “conluio” com o então governador do Amapá, João Capiberibe (PSB), para firmar o contrato ilegal e receber, mensalmente, R$ 35 mil para representar o Estado nos tribunais superiores em Brasília. De acordo com o juiz Mario Cezar Kaskelis, houve afronta à Lei de Licitações e ao princípio da moralidade administrativa. Coincidentemente, uma semana após Lula tê-lo indicadopara ministro do Supremo, o juiz Mário Euzébio Mazurek, da 2ª Vara Cível e Fazenda Pública de Macapá, suspendeu a condenação imposta pela Justiça do Amapá ao então Advogado-Geral da União, José Antonio Toffoli. A decisão, porém, ainda não significa que Toffoli foi absolvido, pois o processo continua tramitando na Justiça amapaense. Quem indicou Luiz Fux (já escolhido por Lula antes de encerrar seu mandato), oficialmente nomeado por Dilma Rousseff, foi Sérgio Cabral, outro que dispensa considerações. Como confiar em um Supremo armado por Lula e pelo PT? *Por Ricardo Froes, por e-mail, via Resistência Democrática. BLOG DO MARIO FORTES

Operação tapa-buraco para esconder a corrupção da Delta. Ela será vendida para o BNDES.


   Dirceu Ayres

Comentário: Empresa que está sendo empurrada pelo governo federal a comprar a Delta tem uma participação de 30% do BNDES. É um grande devedor. Empréstimos feitos pelo banco estatal somam bilhões para a JBS. Agora, o BNDES vai tapar o buraco da Delta com mais dinheiro público, através da empresa. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo. No centro do escândalo envolvendo Carlinhos Cachoeira, a construtora Delta foi posta à venda para tentar salvar as operações da empresa. Segundo a Folha apurou junto a pessoas com acesso à operação, o grupo JBS manifestou interesse na aquisição. Procurado, o empresário Joesley Batista, presidente da holding que controla o frigorífico JBS, disse que não poderia comentar o caso: "Vixe! Não posso falar disso, não". Já a Delta optou por não se pronunciar a esse respeito. As negociações, segundo quem acompanha o caso, estão a cargo do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que comanda o conselho de administração da holding. Procurado, Meirelles não foi localizado. Até ontem, havia uma orientação para que a operação não fosse confirmada sob pena de prejudicar qualquer costura de negócio para a Delta, líder em contratos do PAC e maior recebedora de recursos do Executivo. A intenção de venda do grupo havia sido publicada pelo jornal "O Globo" no sábado passado. Sócio majoritário e presidente licenciado da Delta por conta do escândalo, Fernando Cavendish admitiu em entrevista à Folha em abril o risco de a empresa ir à falência após a operação Monte Carlo da Polícia Federal e a instalação da CPI sobre o empresário Carlinhos Cachoeira. Escutas da PF indicam que o ex-diretor da empresa no Centro-Oeste era parceiro de Cachoeira em negócios. Dinheiro da construtora foi colocado em empresas fantasmas de Cachoeira, que por sua vez alimentaram campanhas políticas. A Delta vem tentando concentrar as eventuais irregularidades na figura do ex-diretor. Mas outras escutas mostram que Cavendish orientava o ex-diretor, e outros executivos da empresa aparecem ligados ao esquema. A construtora já deixou o consórcio responsável pelo projeto da Transcarioca (corredor expresso de ônibus), que ligará a Barra da Tijuca à Ilha do Governador, e o que reforma o Maracanã. A construtora poderá enfrentar dificuldades para obter crédito no sistema financeiro. Com a compra, o grupo JBS expandiria sua atuação para a construção civil.







O velho Lula dá lugar ao Lula velho.


    Dirceu Ayres


Visivelmente abatido e amparado por uma bengala, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez ontem a sua segunda aparição pública desde que terminou o tratamento contra um câncer de laringe. Ele participou de um seminário sobre a África organizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio. De acordo com a assessoria do ex-presidente, ele vem se recuperando bem, mas ainda precisa de ajuda da bengala para caminhar. Durante o tratamento, Lula perdeu 18 quilos, parte deles já recuperada.
Dos sete integrantes da mesa oficial ontem, Lula fez o discurso mais longo, de cerca de 20 minutos. Ele pediu desculpas pelo ritmo mais lento e pelo tom mais baixo de sua voz. "Faz sete meses que eu não falo. Espero que não tenha esquecido como faz isso", disse o ex-presidente. O ex-presidente leu o discurso, uma prática pouco usual para ele, e evitou improvisar para não se estender. Deu ainda pequenos sinais de cansaço e parou algumas vezes para beber água. "Ele está bem melhor. Vocês o estão achando abatido porque não o veem há muito tempo", afirmou à Folha o ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins.
A agenda de Lula no Rio foi longa. Ele participou de todo o seminário, que durou das 9h30 às 14h. Depois almoçou com autoridades presentes. Em seu discurso, enfatizou as oportunidades de investimentos para empresas brasileiras na África, em setores como infraestrutura, petróleo e agronegócios. "O Brasil tem um dever de solidariedade para com a África. O suor dos escravos africanos que por muito tempo trabalharam por aqui ajudou a construir o país que temos hoje", disse Lula. Hoje o ex-presidente cumprirá mais uma agenda no Rio de Janeiro, desta vez ao lado da presidente da Dilma Rousseff. Ele receberá o título de doutor honoris causa de cinco faculdades públicas do Estado -quatro federais e uma estadual.(Folha de São Paulo)