quarta-feira, 28 de março de 2012

Demóstenes Torres tá pela bola sete.

                  
    Dirceu Ayres

E pensar que o Senador trapalhão Demóstenes Torres era o político mais "respeitado" do Senado Fedemal. O Ex procurador do estado de Goiás é presidente da comissão de constituição e justiça do Senado Fedemal. A mais importante comissão da casa. Foi um ferrenho lutador contra a impunidade do mensalão. Chegou a estar no Ranking dos 100 brasileiros mais influentes do país. Era líder da bancada do Democratas substituindo Agripino Maia. Um Senador respeitado e festejado como ético e honesto se deixa pegar por conta de relações com bicheiro. Será que toda a fama de "ÉTICO" do senador era apenas propaganda enganosa para enrolar eleitores burros? Se for isso, o velho senador está no partido errado, ele deveria se filiar ao PT, lá é que gente sem caráter e sem ética é tratado como ilibado representante da moralidade. Uma pena que o Demóstenes mostrou mais uma vez que no cãogresso fedemal não se salva ninguém. O mais prestigiado deles acabou ficando pela bola sete. Vai ser expulso do DEM, e certamente irá perder o mandato por quebra de decoro. E gente para fazer o senador rodar é o que não falta. Os partidinhos dos jumentos vermelhos já estão fazendo a tradicional presepada pedindo a cabeça Demosteana. Não é cassando o Demóstenes que irão moralizar a política brasileira. A moralização política só sai quando a população se encher o saco e acordar para as bandalheiras que os congressistas da pocilga promovem, e nesse dia forem as ruas pedindo pelo fechamento do congresso em nome da democracia, da ética e da moralidade. Cai o Demóstenes, mas todos os outros 80 permanecem por lá, e se o "arauto" da moralidade rodou, imaginem as bandalheiras e imoralidades que não faz um senadorzinho daqueles bem rastaqueras que não tem expressão ou influência política alguma que o permite viver nas sombras do Senado e fora dos holofotes da imprensa. No cãogresso fedemal, que atire a primeira pedra aquele que nunca pecou... Agora os amigos irão virar as cotas, o partido expulsa, a mulher abandona, a família critica e politicamente falando, em Brasília, nada vai mudar. O único que se phodeu foi o espertalhão senador. E o povão que via nesse senhor um exemplo, mais uma vez percebe que foi traído pelo que há de pior na política da pocilga, a impunidade e a bandalheira.. Mas cá entre nós. Um senador que ganha mais de R$ 120.000,00 ao mês, pedir 3 paus a um bicheiro para pagar um táxi aéreo, alem de cassado e execrado, deveria também levar uma surra de vara em praça pública para aprender a largar a mão de ser feladeumapota. E PHODA-SE!!!!! (OMascate)

Fim do 14º e 15º Salários para os parlamentares?

             
     Dirceu Ayres

A comissão de assuntos econômicos do senado aprovou por unanimidade o projeto do Senador Lindbergh Farias para acabar com a farra do 14º e 15º salários para os PARALAMENTARES. Este projeto ainda precisa ser votado no plenário, do senado e depois pela câmara dos deturpados. Acontece que a imensa maioria dos felasdapotas que habitam o cãogresso fedemal reclamam em ganhar pouco. Caraleo!!!! R$ 170.000,00 ao mês para um canalha desses viver de fazer de conta é pouco? Os caras no senado ainda querem mais R$ 26.000,00 dos salários extras. Infelizmente essa corja de canalhas não vai abandonar esse osso com tanta facilidade e eu particularmente duvido que essa lei passe no plenário. É certo que muito político PTralha é "favorável" ao fim dos dois salários extras, mas sabedores que muito provavelmente não passa a aprovação, eles fazem aquele tradicional barulho em favor da moralização, votam a favor da lei, mas no final quando a lei é derrotada, nenhum deles abre mão dos vencimentos que se dizem contra. Sempre foi assim, e é assim em qualquer câmara municipal que tenha um PTralha com mandato. Eles são contra, mas muito pelo contrario na hora de não receber a grana. E se tem senador que ainda acha que ganha pouco, porque será que eles não abrem mão dos mandatos e vão trabalhar como faz qualquer brasileiro decente? Nesse cãogresso fedemal o que não falta é espertalhão para jogar projetos de leis polêmicos. E muito mais espertalhões para derruba-los na calada da noite ou no voto secreto. E como sempre no Brasil: É o poste fazendo xixi no cachorro. E PHODA-SE!!!! (O Mascate)

ANTI-SEMITISMO, ISRAEL COMISSÃO DA VERDADE E A ROTINA DAS COBRAS

                        

    Dirceu Ayres

Este artigo do filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho, publicado no Diário do Comércio (transcrevo após este prólogo), diário paulistano mas que não tem a capilaridade e cobertura dos grandes veículos de comunicação, está absolutamente correto. Por isso mesmo permanecerá confinado nas páginas do valente Diário do Comércio e no site que o próprio Olavo de Carvalho mantém na internet e que deve ser visitado. O titulo original é A rotina das cobras. A grande imprensa, cujas redações são patrulhadas pelo pensamento políticamente correto, para o qual é um sacrilégio tocar na palavra comunista, como também é um sacrilégio censurar os princípios contidos numa espécie de ideário de consenso quase absoluto, onde repousam os postulados dessa nova ordem de alcance universal. O resultado vocês mesmo podem aferir quando lêem os principais veículos da grande mídia, vêem as redes de televisão e ouvem o rádio. Até mesmo na internet a grande mídia estende o seu domínio absoluto. Escapam alguns poucos blogs independentes. Olavo de Carvalho, que vive nos Estados Unidos, é dos raros jornalistas e pensadores brasileiros que faz um contraponto a essa canalhice institucionalizada que promove a lavagem cerebral da coletividade. Quem lê este blog pode notar que houve uma diminuição de links em direção à grande imprensa, porque suas matérias não passam de louvações aos governos. Isto dá a exata medida sobre essa funesta realidade que pretende transformar cada cidadão num ser imbecilizado pelo pensamento politicamente correto. Os meios de comunicação formam a opinião pública. É partir do que é divulgado, comentado e intrepretado, que se solidifica a opinião da maioria. Isto quer dizer que, ao final, teremos uma população majoritariamente idiota e capaz de convalidar sem ressalvas uma lei cassando as prerrogativas constitucionais que consagram a liberdade individual. A isso os comunistas denominam "reforma política". A primeira iniciativa nesse sentido foi a criação da denomina Lei Ficha Limpa que, a rigor, está acima da própria Constituição e das leis ordinárias dela emanadas e que, pasmem, nunca dispuseram que todas as iniquidades serão consentidas. O segundo ato em andamento destinado a solapar o Estado de Direito democrático e rasgar mais um pedaço da Constituição é a Comissão da Verdade, negar o direito líquido e certo, consagrado na Constituição, sobre o alcance da lei da anistia. É disso que trata o artigo de Olavo de Carvalho quando aponta com fatos como um sistema político-jurídico é destruído para no seu lugar ser edificado outro nos moldes comunistas para o proveito da nomenklatura e seus áulicos em detrimento da liberdade individual da maioria. São artigos como este que jamais estarão publicados na grande imprensa. Por que isso acontece?, ora, porque uma das primeiras ações do movimento comunista sempre foi o controle da informação. Repito: a verdade dos fatos não está na grande imprensa que não serve mais para nada, a não ser promover a imbecilização coletiva em proveito de um projeto de poder que tem duas letras: PT. Leiam: Se há uma lição que a História ensina, documenta e prova acima de qualquer dúvida razoável, é a seguinte: sempre que os comunistas acusam alguém de alguma coisa, é porque fizeram, estão fazendo ou planejam fazer logo em seguida algo de muito pior. Acobertar crimes sob afetações histriônicas de amor à justiça é, há mais de um século, imutável procedimento-padrão do movimento mais assasino e mais mentiroso que já existiu no mundo. Só para dar um exemplo incruento: o Partido dos Trabalhadores ganhou a confiança do eleitorado por sua luta feroz contra os políticos corruptos, ao mesmo tempo que ia preparando, para colocá-lo em ação tão logo chegasse ao poder, o maior esquema de corrupção de todos os tempos, perto do qual a totalidade dos feitos de seus antecessores se reduz às proporções do roubo de um cacho de bananas numa barraca de feira. Mas nem todos os episódios desse tipo são comédias de Terceiro Mundo. Nos anos 30 do século passado, o governo de Moscou promoveu por toda parte uma vasta e emocionante campanha contra as ambições imperialistas de Adolf Hitler, ao mesmo tempo que, por baixo do pano, as fomentava com dinheiro, assistência técnica e ajuda militar, no intuito de usar as tropas alemãs como ponta-de-lança para a ocupação soviética da Europa. Os exemplos poderiam multiplicar-se ilimitadamente. Em todos os casos, a regra é a máxima atribuída a Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Se o acusado realmente cometeu crimes, ótimo: desviarão a atenção dos crimes maiores do acusador. Se é inocente, melhor ainda. Durante os célebres Processos de Moscou, onde o amor ao Partido levava os réus a confessar crimes que não haviam cometido, Bertolt Brecht, ídolo literário maior do movimento comunista, proclamou: “Se eram inocentes, tanto mais mereciam ser fuzilados.” Não foi mera efusão de servilismo histriônico. A declaração obscena mostra a funda compreensão que o dramaturgo tinha da premeditação maquiavélica por trás daquela absurdidade judicial. Como o bem e o mal, na perspectiva marxista, não existem objetivamente e se resumem à resistência ou apoio oferecidos às ordens do Partido, a inocência do réu é tão boa quanto a culpa, caso sirva à propaganda revolucionária – mas às vezes é muito mais rentável. Condenar o culpado dá aos comunistas o ar de justiceiros, mas condenar o inocente é impor a vontade do Partido como um decreto divino, revogando a moral vigente e colocando o povo de joelhos ante uma nova autoridade, misteriosa e incompreensível. O efeito é devastador. Isso não se aplica somente aos Processos de Moscou. Perseguir o general Augusto Pinochet por delitos arquiconhecidos dá algum prestígio moral, mas condenar o coronel Luís Alfonso Plazas a trinta anos de prisão por um crime que todo mundo sabe jamais ter acontecido é uma operação de magia psicológica que destrói, junto com o inimigo, as bases culturais e morais da sua existência. Na presente “Comissão da Verdade”, os crimes do acusado são reais, mas menores do que os praticados pelo acusador. A onda de terrorismo guerrilheiro na América Latina data do início dos anos 60, e já tinha um belo currículo de realizações macabras quando, em reação, os golpes militares começaram a espoucar. Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana mostra ter sido quase sempre tardia e moderada, sem contar o fato de que, pelo menos no Brasil, veio desacompanhada de qualquer guerra publicitária comparável à que os comunistas, inclusive desde a Europa e os EUA, moviam contra o governo local. Sob esse aspecto, a vantagem ainda está do lado dos comunistas. Os delitos cometidos pelos militares chamam a atenção porque uma rede de ONGs bilionárias, secundada pela militância esquerdista que domina as redações, não permite que sejam esquecidos. Nenhuma máquina de publicidade, no entanto, se ocupa de explorar em proveito da “direita” as vítimas produzidas pela Conferência Tricontinental de 1966, pela OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade, 1967) ou, hoje, pelo Foro de São Paulo. Numa disputa travada com tão escandalosa desproporção de recursos, a verdade não tem a menor chance. Na tão propalada ânsia de restaurar os fatos históricos, ninguém se lembra sequer de averiguar a participação de brasileiros nas ações criminosas empreendidas pelo governo de Fidel Castro em três continentes. Encobrindo esse detalhe, fugindo ao cotejo dos números, trocando os efeitos pelas causas e partindo do pressuposto tácito de que os crimes praticados a serviço de Cuba estão acima do julgamento humano, a “Comissão da Verdade” é, de alto a baixo, mais uma farsa publicitária montada segundo o modelo comunista de sempre. Seu objetivo não é o mero “revanchismo”, como ingenuamente o pensam os militares: é habituar o povo a conformar-se com um novo padrão de justiça, no qual, a priori e sem possibilidade de discussão, um lado tem todos os direitos e o outro não tem nenhum. A única coisa estranha, nessa reencenação um script tradicional, é que suas vítimas ainda procedam como se esperassem, de seus julgadores, alguma idoneidade e senso de equilíbrio, sentindo-se surpreendidas e chocadas quando a igualdade perante a lei lhes é negada – tanto quanto os cristãos se sentem repentinamente traídos quando o governo Dilma volta atrás no seu compromisso anti-abortista de campanha. Não há nada de surpreendente em que as cobras venenosas piquem. Surpreendente é que alguém ainda se surpreenda com isso. BLOG DO ALUIZIO AMORIM

Pressão dos juízes ressuscita auxílio para alimentação: conta é de R$ 82 mi

                   
      Dirceu Ayres

Resolução de junho de 2011 atendeu ao pleito de associações de magistrados e retomou o auxílio-alimentação, que havia sido cortado pela cúpula do Judiciário há sete anos BRASÍLIA - O Tesouro vai gastar R$ 82 milhões de uma só vez com auxílio-alimentação para juízes federais e do Trabalho. O valor é referente a um longo período, desde 2004, quando a toga perdeu o benefício que nunca deixou de ser concedido a procuradores do Ministério Público Federal e à advocacia pública. Como a Anamatra, Gabriel Wedy, da Ajufe, também defende benefício que ‘só os juízes não recebiam' Ainda não há previsão orçamentária para o desembolso, mas os juízes pressionam pelo recebimento do que consideram direito constitucional. Eles repudiam que o "plus" seja privilégio. Estão na fila cerca de 1,8 mil juízes federais e 2,5 mil do trabalho. O auxílio foi cortado há sete anos por decisão da cúpula do próprio Judiciário federal. Mas, em junho de 2011, acolhendo pleito das entidades de classe dos magistrados, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editou a Resolução 133, por meio da qual devolveu o bônus à classe. Subscrita pelo presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso, também presidente do Supremo Tribunal Federal, a resolução anota que "a concessão de vantagens às carreiras assemelhadas induz a patente discriminação, contraria ao preceito constitucional e ocasiona desequilíbrio entre as carreiras de Estado". Peluso, porém, votou contra o benefício no CNJ. Subscreve a resolução por presidir o órgão. Desde a decisão do CNJ, o auxílio-alimentação voltou para o bolso dos juízes. São R$ 710 agregados ao contracheque da toga, mensalmente. A conta final, calculada sobre sete anos acumulados, mais correções do período, chega a R$ 82 milhões, segundo estimativa do Judiciário.O estoque da dívida é alvo de intensa polêmica nos tribunais. A maioria dos magistrados considera justo serem contemplados com o valor total do crédito, retroativo a 2004; outros avaliam sobre a obediência ao prazo prescricional de cinco anos. A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) ingressou com ação judicial requerendo o pagamento inclusive dos atrasados. Decisão de primeiro grau acata o pedido, assegurando à classe verba relativa aos últimos cinco anos. O governo acompanha com cautela, mas estuda contestar a decisão do CNJ, que mandou pagar o auxílio. Ao mesmo tempo, integrantes do governo entendem que a retomada do benefício aplaca a insatisfação da toga ante a ausência de reajustes que perdura há anos. A Resolução 133 invoca decisão sobre pedido de providências junto ao CNJ, que reconheceu a "necessidade de comunicação das vantagens funcionais do Ministério Público Federal à magistratura nacional". Ao promover a devolução da assistência aos juízes, o CNJ considerou "a necessidade de preservar a magistratura como carreira atrativa face à paridade de vencimentos". O CNJ acolheu argumento da simetria constitucional entre a magistratura e o Ministério Público. A resolução foi embasada, ainda, em decisão liminar do STF nos autos do mandado de segurança 28.286/DF. Além do auxílio-alimentação, foram aplicadas à toga outros benefícios como ajuda de custo para serviço fora da sede de exercício, licença remunerada para curso no exterior e indenização de férias não gozadas, "por absoluta necessidade de serviço, após o acúmulo de dois períodos". As verbas para o pagamento das prestações pecuniárias arroladas correm por conta do orçamento do Conselho da Justiça Federal, do Tribunal Superior do Trabalho e outros tribunais. Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo "É direito básico. Os juízes foram injustiçados por não receberem aquilo que todo servidor público recebe", assevera Renato Henry Sant’Anna, presidente da Anamatra. "Temos contingente expressivo de servidores que ganham mais que os juízes. A questão dos atrasados tem que ser resolvida em orçamento. Mas esse valor (R$ 82 mi) está um pouco exagerado, me parece muito elevado."

Secretários e vice-governador entram na campanha de Serra pela Prefeitura

                 

    Dirceu Ayres

Cúpula da equipe terá como articuladores Edson Aparecido, Andrea Matarazzo e Guilherme Afif SÃO PAULO - Integrantes do governo de São Paulo e aliados do prefeito da capital vão embarcar na campanha de José Serra (PSDB) na eleição municipal. Secretários do governo de Geraldo Alckmin devem deixar suas funções a partir das próximas semanas para atuar na cúpula da equipe de Serra e o próprio prefeito Gilberto Kassab (PSD) já admite que vai trabalhar abertamente a favor da candidatura de seu aliado. Os três principais integrantes da coordenação de campanha de Serra virão do Palácio dos Bandeirantes: o vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), indicado por Kassab; o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido; e o secretário de Cultura, Andrea Matarazzo. Nomes dos secretariados de Alckmin e Kassab deixarão seus cargos para evitar acusações de uso da máquina pública na campanha. Nos bastidores, PSDB e PT já trabalham com a perspectiva de uma guerra de máquinas na capital paulista: o Estado e a Prefeitura a favor de Serra e o governo federal em prol de Fernando Haddad, ex-ministro. Em seu discurso após a vitória na prévia do PSDB, no domingo, Serra atacou o “uso da máquina pública para servir aos interesses de um partido”, numa referência indireta ao PT e governo federal. Com uma palestra sobre economia agendada para amanhã, na Espanha, Serra vai atrasar as costuras para coligações. As articulações, por ora, ficarão nas mãos do “quarteto de ouro”, liderado por Alckmin e Kassab, e com a participação do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e do ex-governador Alberto Goldman. Com o PSD de Kassab garantido, a ordem é buscar os parceiros tradicionais como o DEM e o PPS e apressar acordos com o PV e o PP.O principal elo entre a campanha de Serra e o governo do Estado será Edson Aparecido, que é um dos principais articuladores políticos de Alckmin e vai atuar no comando da equipe tucana na eleição. Ele pretende deixar o governo em junho. Grande aliado de Serra e cotado para vice na chapa caso o PSDB opte pelo formato puro-sangue, Matarazzo também deixará a pasta da Cultura no próximo mês. Nos próximos dias, ele deve conversar com Alckmin para definir a data de sua saída e ajudar na indicação de seu substituto. O vice-governador Guilherme Afif Domingos irá para a campanha de Serra, mas não deixará o cargo. Próximo ao ex-governador tucano, Afif vai compor a cota de Kassab na coordenação da equipe. Afif era o nome mais cotado pelo PSD para disputar a Prefeitura caso optasse pela candidatura própria. Ele coordenou na capital a campanha de Alckmin ao governo em 2010. Composição. Aliados de Serra defendem que ele chame o mais rápido possível os derrotados na prévia - José Aníbal e Ricardo Tripoli - para uma composição. Sugerem ainda a criação de um conselho político para dar espaço a todos que queiram colaborar. O secretário Bruno Covas (Meio Ambiente), que desistiu da prévia em favor de Serra, será convidado a integrar o grupo. Afinado com Alckmin, ele deve ser uma das pontes com a juventude do PSDB, com quem Serra chegou a brigar no ano passado. Cotados para trabalhar com a articulação política e a formação de alianças estão também os secretários Silvio Torres (Habitação) e Sidney Beraldo (Casa Civil). Ainda não está definido se eles deixarão suas funções. Na tesouraria, Serra deve ter Marcos Monteiro, seu ex-secretário adjunto de Gestão Pública, e Luís Sobral, que atuou também na campanha presidencial de 2010. Outros dois colaboradores de campanhas de Serra, Ronaldo Cezar Coelho e Márcio Fortes não devem ter função oficial, embora colaborem com a captação de recursos e com a interlocução com financiadores. / COLABORARAM FELIPE FRAZÃO e CHRISTIANE SAMARCO Julia Duailibi, de O Estado de S. Paulo, e Bruno Boghossian, do estadão.com.br

Será que estes juízes, entre os maiores salários do país, não têm R$ 500 para pagar um convite?

               

      Dirceu Ayres

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil pagarão as despesas de um evento festivo do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS) na segunda-feira, no Theatro Municipal de São Paulo. A CEF desembolsará R$ 150 mil e o BB, R$ 75 mil. O tribunal oferecerá recepção e coquetel para comemorar a posse de seus novos dirigentes, os juízes Newton De Lucca (presidente), Salette Nascimento (vice) e Fábio Prieto (corregedor). Eles tomaram posse oficialmente em 17 de fevereiro no TRF, na presença de representantes do Legislativo, do Executivo, do Ministério Público e da OAB. O tribunal alega que a posse se deu na véspera do Carnaval e decidiu fazer a comemoração agora em local mais amplo, "sem dispêndio de recursos públicos". O presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Ricardo Rezende, diz que foi procurado por De Lucca e pelo BB para "auxiliar na organização do evento" no teatro. A associação concordou em intermediar os recursos do BB. A CEF decidiu fazer o pagamento diretamente. Segundo Rezende, os recursos do BB cobrirão as despesas com "valet", decoração e convites. A CEF pagará o coquetel. A Secretaria da Cultura diz que houve dispensa de pagamento pelo espaço e que nele haverá apresentação do Coral da Sinfônica de Heliópolis e Coral da Unifesp, contratados pelo próprio órgão.O TRF-3 é grande cliente da CEF, que administra os depósitos judiciais do tribunal. No TRF-3 tramitam processos em que a CEF é parte em São Paulo e em Mato Grosso do Sul. Em agosto de 2008, a Folha revelou que a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) captou dinheiro junto a empresas privadas para custear parte dos gastos de encontro promovido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (sede no RJ) num luxuoso resort em Búzios (RJ). Em 2009 a Ajufe e outras entidades fizeram recepção para comemorar a posse de Dias Toffoli no STF. Na época, a CEF repassou R$ 40 mil.(Folha de São Paulo)

terça-feira, 27 de março de 2012

Agora é a vez do sinistro Aguinaldo Ribeiro.

                                
      Dirceu Ayres

Que o desgoverno das Ratazanas Vermelhas é um ajuntamento de bandidos, isso ninguém tem mais dúvidas. Os que se opõe ao tal DESgoverno estão cansados de tantas denuncias envolvendo membros de todas as esferas do poder chegando aos ministérios onde uma dezena de Sinistros foram acusados de maracutaias, alguns caíram, outros foram seguros pela mamulenga gerentona faxineira alucinante. Agora mais um sinistro é acusado de "maracutaias" com o dinheiro público. No Fantástico ( o que me causa estranheza é ver que a Globo do nada resolveu bater no desgoverno) de ontem a reportagem mostrou que o sinistro quando ainda secretário de governo da prefeitura de João Pessoa entrou de cabeça em uma supermaracutaia digital de um plano de internet "digrátis" para a população da cidade. Um tal de "Jampa Digital". Entre as irregularidades apontadas estão superfaturamentos, comissões em torno de 10% para os envolvidos na fraude, e a inauguração pública de um serviço que nunca funcionou, e hoje passados mais de dois anos o serviço não existe. A grana vazou dos cofres, o secretário de governo e o prefeito inauguraram o serviço pré eleitoralmente, o secretário virou deputado fedemal e o prefeito, governador do estado. E o povo se quiser internet banda larga que pague, pois de graça na Paraíba só indignação... Isto é... Será que o povo consegue se indignar? Bem, explode mais uma bomba no colo da PresidANTA Dilmarionete Dentuça, aquela que não tolera mal feito....huá huá huá!!! A imprensa vai bater no Sinistro, a Dentuça vai pedir explicações, ele vai negar o envolvimento, e a faxina que antes era uma bandeira de ética nesse DESgoverno de bandoleiros vai ficando esquecida. No ritmo que aparecem denuncias contra políticos que apóiam o DESgoverno, se a presidANTA não fosse uma estelionatária verbal, controlada remotamente pelo Sebento, mais uns três sinistros teriam se juntado ao grupo que foi defenestrado por corrupção e maracutaia. Mas como a sujeira é tamanha na tal Herança Maldita deixada pelo Defuntus Sebentus, o DESgoverno resolveu que vai arcar com as conseqüências de manter os bandoleiros nos cargos para não passar atestado de incomPTencia para a população. E como a população da pocilga não consegue se indignar com nada que não esteja relacionado a futebol. As raposas continuarão tomando conta do galinheiro. E pau no rabo do povão que paga por serviços que não recebe!!!! Pobre povo tolo. * O mascate. (Mario fortes)