sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os descritérios na nomeação de ministros do STF por Lula


    Dirceu Ayres

Os descritérios na nomeação de ministros do STF por Lula
Como esperar que alguma justiça emane de um tribunal em que a escolha dos seus membros é feita apenas pelo Presidente da República, que não tem nenhuma obrigação de ter conhecimentos jurídicos? No caso de Lula ainda foi pior, porque a sua ignorância não se limita à área – ela é abrangente –, sem contar com sua notória predileção por “companheiros” mais – digamos – mansos e que compartilhem com as suas ideias de jerico. Apesar disso, Lula nomeou sete ministros do STF. Os “critérios” de nomeação de seis – apadrinhamentos, parentescos, amizades, opções raciais e de gênero e comadrios – foram os seguintes:
Quem apresentou Lula, interessado em nomear um jurista negro, a Joaquim Barbosa foi o padreco petralha Frei Betto, cujo nome não merece maiores considerações;
Quem indicou Ricardo Lewandowski foi Marisa Letícia, vizinha da mãe do doutor em São Bernardo – comadrio puro;
Ayres Britto não precisou de protetores: Lula o conhecia desde 1990, quando tentou eleger-se deputado federal pelo PT de Sergipe – era petista de carteirinha;
Carmen Lúcia ganhou a vaga porque o Lula resolveu que o STF precisava de mais uma mulher;
Já José Antônio Dias Toffoli, tem uma história surpreendente. Foi reprovado no 165º e no 166º concursos para juiz de primeiro grau em São Paulo e, nas duas vezes, caiu fora na primeira fase do concurso, naquela de Conhecimentos Gerais e noções básicas de direito. O que fez então o rapaz que queria ser juiz: em vez de ralar em busca da judicatura, estudando mais, preferiu o caminho fácil trilhado por todo petista que se preza e foi ser assessor parlamentar da liderança do PT na Câmara Federal, onde ficou até 2000. E montou um escritório, o “Toffoli & Telesca Advogados Associados SC”, que foi condenados, em 2009, pelo juiz da 2ª Vara Cível do Amapá, a devolver R$ 420 mil aos cofres públicos do Estado. O escritório de Toffoli foi acusado de “conluio” com o então governador do Amapá, João Capiberibe (PSB), para firmar o contrato ilegal e receber, mensalmente, R$ 35 mil para representar o Estado nos tribunais superiores em Brasília. De acordo com o juiz Mario Cezar Kaskelis, houve afronta à Lei de Licitações e ao princípio da moralidade administrativa. Coincidentemente, uma semana após Lula tê-lo indicadopara ministro do Supremo, o juiz Mário Euzébio Mazurek, da 2ª Vara Cível e Fazenda Pública de Macapá, suspendeu a condenação imposta pela Justiça do Amapá ao então Advogado-Geral da União, José Antonio Toffoli. A decisão, porém, ainda não significa que Toffoli foi absolvido, pois o processo continua tramitando na Justiça amapaense. Quem indicou Luiz Fux (já escolhido por Lula antes de encerrar seu mandato), oficialmente nomeado por Dilma Rousseff, foi Sérgio Cabral, outro que dispensa considerações. Como confiar em um Supremo armado por Lula e pelo PT? *Por Ricardo Froes, por e-mail, via Resistência Democrática. BLOG DO MARIO FORTES

Operação tapa-buraco para esconder a corrupção da Delta. Ela será vendida para o BNDES.


   Dirceu Ayres

Comentário: Empresa que está sendo empurrada pelo governo federal a comprar a Delta tem uma participação de 30% do BNDES. É um grande devedor. Empréstimos feitos pelo banco estatal somam bilhões para a JBS. Agora, o BNDES vai tapar o buraco da Delta com mais dinheiro público, através da empresa. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo. No centro do escândalo envolvendo Carlinhos Cachoeira, a construtora Delta foi posta à venda para tentar salvar as operações da empresa. Segundo a Folha apurou junto a pessoas com acesso à operação, o grupo JBS manifestou interesse na aquisição. Procurado, o empresário Joesley Batista, presidente da holding que controla o frigorífico JBS, disse que não poderia comentar o caso: "Vixe! Não posso falar disso, não". Já a Delta optou por não se pronunciar a esse respeito. As negociações, segundo quem acompanha o caso, estão a cargo do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que comanda o conselho de administração da holding. Procurado, Meirelles não foi localizado. Até ontem, havia uma orientação para que a operação não fosse confirmada sob pena de prejudicar qualquer costura de negócio para a Delta, líder em contratos do PAC e maior recebedora de recursos do Executivo. A intenção de venda do grupo havia sido publicada pelo jornal "O Globo" no sábado passado. Sócio majoritário e presidente licenciado da Delta por conta do escândalo, Fernando Cavendish admitiu em entrevista à Folha em abril o risco de a empresa ir à falência após a operação Monte Carlo da Polícia Federal e a instalação da CPI sobre o empresário Carlinhos Cachoeira. Escutas da PF indicam que o ex-diretor da empresa no Centro-Oeste era parceiro de Cachoeira em negócios. Dinheiro da construtora foi colocado em empresas fantasmas de Cachoeira, que por sua vez alimentaram campanhas políticas. A Delta vem tentando concentrar as eventuais irregularidades na figura do ex-diretor. Mas outras escutas mostram que Cavendish orientava o ex-diretor, e outros executivos da empresa aparecem ligados ao esquema. A construtora já deixou o consórcio responsável pelo projeto da Transcarioca (corredor expresso de ônibus), que ligará a Barra da Tijuca à Ilha do Governador, e o que reforma o Maracanã. A construtora poderá enfrentar dificuldades para obter crédito no sistema financeiro. Com a compra, o grupo JBS expandiria sua atuação para a construção civil.







O velho Lula dá lugar ao Lula velho.


    Dirceu Ayres


Visivelmente abatido e amparado por uma bengala, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez ontem a sua segunda aparição pública desde que terminou o tratamento contra um câncer de laringe. Ele participou de um seminário sobre a África organizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio. De acordo com a assessoria do ex-presidente, ele vem se recuperando bem, mas ainda precisa de ajuda da bengala para caminhar. Durante o tratamento, Lula perdeu 18 quilos, parte deles já recuperada.
Dos sete integrantes da mesa oficial ontem, Lula fez o discurso mais longo, de cerca de 20 minutos. Ele pediu desculpas pelo ritmo mais lento e pelo tom mais baixo de sua voz. "Faz sete meses que eu não falo. Espero que não tenha esquecido como faz isso", disse o ex-presidente. O ex-presidente leu o discurso, uma prática pouco usual para ele, e evitou improvisar para não se estender. Deu ainda pequenos sinais de cansaço e parou algumas vezes para beber água. "Ele está bem melhor. Vocês o estão achando abatido porque não o veem há muito tempo", afirmou à Folha o ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins.
A agenda de Lula no Rio foi longa. Ele participou de todo o seminário, que durou das 9h30 às 14h. Depois almoçou com autoridades presentes. Em seu discurso, enfatizou as oportunidades de investimentos para empresas brasileiras na África, em setores como infraestrutura, petróleo e agronegócios. "O Brasil tem um dever de solidariedade para com a África. O suor dos escravos africanos que por muito tempo trabalharam por aqui ajudou a construir o país que temos hoje", disse Lula. Hoje o ex-presidente cumprirá mais uma agenda no Rio de Janeiro, desta vez ao lado da presidente da Dilma Rousseff. Ele receberá o título de doutor honoris causa de cinco faculdades públicas do Estado -quatro federais e uma estadual.(Folha de São Paulo)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

EMBALÁGEM COMESTÍVEL





      Dirceu Ayres

-Embalagem comestível, biodegradável e antimicrobiana. Plástico comestível, biodegradável e com propriedades que inibem ou retardam o desenvolvimento de microrganismos. O novo produto, um polímero natural feito a partir de amido de mandioca e açúcares, é resultado do projeto de pós-doutorado da engenheira química Cynthia Ditchfield, do Laboratório de Engenharia de Alimentos, do Departamento de Engenharia Química da Duck University. O produto pode ser usado para fabricar embalagens ativas, que apresentam vantagens em relação às convencionais. A principal delas é que, além de proteger, dificulta a oxidação do produto, pode mostrar se os alimentos, por exemplo, passaram por alterações de temperatura durante a estocagem e, por último, é antimicrobiana que evita o crescimento de microrganismos e a degradação do produto. A pesquisadora acrescenta que, além dos ganhos econômicos, haveria também o benefício ambiental da embalagem biodegradável e comestível, reduzindo a quantidade de lixo gerada. “Outro aspecto interessante seria a substituição de conservantes sintéticos, que são incorporados aos alimentos para aumentar a sua durabilidade, por compostos naturais que são mais seguros para o consumidor”. Puts grilo, observe e...  Agora pense no perigo dos nossos amigos que já comem as calcinhas das mulheres praticando as suas taras, agora com essas calcinhas comestível e antimicrobiana o bafafá que vai ser!!!. E de plástico mas...Comestível, Antimicrobiana e Biodegradável, como se isto não bastasse, ainda é de dificultar a oxidação principalmente na fricção do entra e sai da “coisa” e ainda evita o crescimento dos microrganismos e a degradação “daquilo”. Que segurança; que tranqüilidade. Agora vão botar mesmo para quebrar. (Ou pra gozar) Como chega a ser interessante ler, entender e até praticar essas coisas, como diria o pessoal do interior, Deixa lascar a tábua do meio, mas só vou deixar de “faturar” quando não agüentar mais. Imagine o Inventor ter o trabalho de Estudar, testar e mandar fabricar calcinhas comestíveis, Uáu isso já é de mais, como se não bastasse a calcinha cobrir uma coisa já comestível, agora podemos comer com calcinha e tudo. Putz-Grilo. Ou devia dizer Grelo, isso é demais mesmo. Sair com uma gata, levar para um Motel bastante confortável, esperar o strip-tease, ver que é higiênica, cheirosa, sabe fazer amor como poucas, transar uma ou duas vezes, sentir não só seu perfume, mas o perfume de sua pele, seu suor, seu calor, sua energia, ter um orgasmo enorme por causa da satisfação e como se tudo fosse pouco... Ainda tem a calcinha para ajudar a matar a fome, comendo-a. É demais, sou Cardiopata e talvez não suporte tanta emoção. Mas como todas as pessoas têm de morrer um dia, espero morrer fazendo exatamente uma coisa maravilhosa dessa com uma gata que mereça não só o meu amor como a minha morte. –Morro tranqüilo-.



POLÍTICO, AMIGO OU ESPERTALHÃO



    Dirceu Ayres

A vida para ser bem vivida não se faz necessário nem se resume a rapapés, salamaleques e golpes de espertalhões que pensam que são grandes inventores e que estão inventando a roda, como esses sujeitinhos que conhecemos falsos intelectuais. Nisso, eles se parecem com qualquer político inútil do Brasil e ou do mundo. Suponho que é porque ainda não encontrou um doido que lhe ponha as barbas de molho e lhe acerte os bigodes com tesoura de cortar grama de Jardim, tudo ficaria muito mais claro se essa gente pudesse agir com um pouco mais de honestidade e se contentasse com o que tem. Má isto não basta não, sempre querem mais, a medida de “cheio” para eles é muito mais em cima. Que fazer?, Temos de continuar vivendo com essa gentalha de péssimos costumes e ainda temos que votar em políticos; ORA, SALAMALÉQUES, RAPAPÉS OU ESPERTALHÕES, PARA NÃO DIZER DESONESTO.
Aterrorizante essa nossa situação, principalmente no nordeste do Brasil, onde por mais que não acreditemos, existe, más existem sim os “currais eleitorais”. Não conseguiremos mudar este quadro nem em meio século, falta cultura, escolas, professores, materiais didáticos e até vontade política. O que podemos fazer para mudar essa situação?, Nada, suponho. Realmente acredito que não poderemos fazer NADA, não temos como modificar uma situação tão desconfortável e para nós é quase sem jeito. Dependeremos sempre dos governos estaduais, Federais e até Municipais. Pessoalmente nada poderemos fazer, senão, observar e esperar que um dia aconteça a quase impossível missão de educar as pessoas e mui precisamente no Norte e no Nordeste. Na verdade o que mais precisamos é de um verdadeiro amigo, esse tipo que sofre e pugna por nós, nos defende, até produz uma confiança que nos impele à nessa pessoa confiar. Amigo é aquele que em qualquer circunstância, tem a coragem de se dizer amigo. Amigo não questiona, não julga, não premedita, não é falso. Ele fica do nosso lado sempre que precisamos. É como um anjo sem asas que nos protege. Muitas vezes nos enganamos pensando ter encontrado um amigo, e é um alívio quando descobrimos que era falso, porque não pode existir fingimento numa amizade. Amigos são como anjos e existem, e quando encontramos um amigo verdadeiro temos orgulho em dizer: "este... é meu amigo". Rezaremos para que isto aconteça o mais breve possível para você. Quando isto acontecer, conserve seu amigo, respeite-o, trate-o como um verdadeiro amigo que você sabe que ele é, você verá que seu amigo não fará parte de coisas falsas, engodo, maracutáias, sonegações de todo tipo e tantas falcatruas desse mundo. Será sim, seu amigo anjo sem asas, seu companheiro, confidente confiável, uma das coisas melhores de sua vida. Conserve mesmo, pois realmente está em falta aquele amigo que com sua amizade nos torna até mais poderoso e com seus conselhos poderemos encarar essa vida tão ingrata com um pouco mais de calma quem sabe, até conseguirmos viver melhor. E para deixar bem claro... Sem políticos.

Bolsa-vida? Por que não?



    Dirceu Ayres

Esta na moda. (moda só do Brasil), Hoje em dia existem bolsas para todos os tipos e gostos. Desde a Louis Vuitton, as famosas marcas da Boutique Daslu, também têm marcas da Boutique Daspú para os mais abastados e para os não tão abastados, agora o bolsa-esmola, aos mais 'prejudicados'. Bolsa- gás, bolsa-ecologicamente-correta, bolsa disso, bolsa daquilo. É uma febre. O Governo do Rio está entrando na moda e lançou a sua própria grife: Bolsa para o Pivete. Segundo a assessoria de imprensa do governador Juninho, problema de menores desajustados é (essa é grande novidade) basicamente familiar. Então, porque não dar uma grana para ver se os pais e mães desses lares não enchem mais ainda a cara de cachaça, dormem, acordam para fazer passeatas junto com os sem terras, sem teto, sem tudo fazem mais e mais meninos e param de pegar no pé do pobre menor infrator?. Vamos e venhamos. Esses menores infratores precisam de mais um tempinho para matar, um pouquinho mais para roubar, um pouquinho mais também para o tráfico. Então à coisa fica assim: o pivete rouba, mata, trafica, consome droga de todo tipo e a família ganha uma indenização pelo fato. Nada mais justo, uma vez que hoje o politicamente correto é ser defensor demagógico das minorias oprimidas e deprimidas, pois é triste ser coitadinho por causa da síndrome de abstinência. Eu se fosse carioca, faria um protesto. Quero um bolsa-vida. A cada bala perdida que mata alguém, a população receberia um desconto no imposto de renda, ou no IPTU, levando-se em consideração as proporcionalidades, tais como idade do assassinado, a idade do assassino (porque não), a perda de vida produtiva, dor e pesar das famílias atingidas (com valores expressos em orações, dinheiro, missas, etc.)... Afinal, o menor infrator pode pegar cadeia e a família, como fica? Você, amiguinho que mora no Rio de Janeiro, estará financiando essa bandalheira toda, não é?. Juninho, Juninho... Que tal um bolsa-vergonha-na-cara?. Essa tal bolsa se bem colocada ajudaria a muitos personagens, principalmente da Política aqui no Brasil. Pois essa tal de vergonha na cara está sendo um, bicho completamente desconhecido, que coisa!. Agora imaginem se alguém tem a formidável idéia de criar uma bolsa para se ter raparigas... Que bolsa!!!Com certeza eu iria tentar cadastrar o meu nome afinal todos precisariam de uma bolsa Rapariga. Que felicidade. Aviso aos puritanos: Não podem reclamar, pois todos sabem que existem as Raparigas e todas essas bolsas e até vales, como seja: Vale refeição, vale transporte, vele gás, etc., Então não temos muito do que reclamar com relação às tais bolsas. (e as Raparigas) que Ainda funciona melhor do que os mensaleiros e as Sanguessugas porque esses quando metem a mão é para lascar a tábua do meio, tira tudo que pode e se esquece que tirou. As bolsas disso e bolsa daquilo pelo menos sabem para onde devem ir, não sei se chegam por lá, mas com certeza elas saem do tesouro da Nação e “viajam”. Aonde elas irão, Deus sabe, embora chegasse a ajudar algumas famílias mais pobres esporadicamente, aquelas que costumam dizer que são famílias que estão abaixo ou debaixo da linha da pobreza, estão na miséria, são pedintes etc. antes que venham, a morrer.

Cassado por corrupção, ex-presidente Fernando Collor quer "aparecer" na CPI do Cachoeira





      Dirceu Ayres

Abuso total – A instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito significa que há algo de putrefato nos bastidores do poder. No caso do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o escândalo de corrupção poder maior do que muitos imaginam. O alcance dos tentáculos de Cachoeira no mundo político e empresarial é tamanho, que não deve ser descartada a possibilidade de a República implodir caso os acusados revelem parte do que sabem. Por conta dessa possibilidade não tão remota é que os governistas, em especial petistas e peemedebistas, estão empenhados em limitar as investigações. A CPI foi instalada por pressão do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que tinha como objetivo maior alcançar o governador de Goiás, Marconi Perillo, cujo partido, o PSDB, não se importa em entregar sua cabeça para ter livre o caminho para investigar. O próprio Lula pode ser atingido pela CPI, uma vez que a Delta Construções, do empresário Fernando Cavendish, envolvida no esquema criminoso comandado por Cachoeira, foi a empreiteira nacional que mais cresceu na última década. A situação mais degradante do primeiro capítulo dessa ópera bufa em que pode se transformar a CPI do Cachoeira ficou por conta do senador Fernando Collor de Mello, que agora jogando do lado do PT tentou dar lição de moral durante seu pronunciamento. Disse Collor, ao se referir aos acusados na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, “esses senhores notáveis que foram aqui citados”. Ora, Fernando Collor, primeiro presidente brasileiro a sofrer um processo de impeachment, teve o seu calvário político iniciado dentro de um Fiat Elba. O tombo só não foi maior porque Paulo César Farias, seu tesoureiro, era mais cuidadoso que Carlinhos Cachoeira quando fazia uso do telefone. O que não significa que sobre sua cabeça não gravitava a sensação da impunidade. Quem acompanhou o desdobramento do caso Collor depois do impeachment sabe a extensão do primeiro grande escândalo de corrupção da era pós-ditadura. * http://ucho.info/?p=55292