segunda-feira, 15 de outubro de 2012

"O alcance da condenação de José Dirceu."



     Dirceu Ayres


O julgamento do mensalão já atinge a sua 11ª semana, e, pela importância histórica do que está em questão, reúne momentos memoráveis, em todos os sentidos. Um deles, entre os principais, a condenação do ex-ministro José Dirceu, por “corrupção ativa”, confirmada pelo ministro Marco Aurélio de Mello, na terça-feira, ao dar o sexto voto de aceitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República, avalizada pelo ministro-relator, Joaquim Barbosa. Com apenas dois votos favoráveis ao ex-ministro, dos ministros Ricardo Lewandowski, revisor do voto do relator, e Dias Tóffoli, o veredicto de Mello definiu o destino de Dirceu nesta acusação, num processo em que também é acusado pela PGR de formação de quadrilha, da qual era o chefe. Organização constituída para desviar dinheiro público, lavá-lo com o uso da tecnologia desenvolvida por Marcos Valério na campanha do tucano Eduardo Azeredo à reeleição como governador de Minas em 1998, a fim de comprar apoio político-partidário ao primeiro governo Lula. Na sessão seguinte, ontem, os dois votos restantes, dos ministros Celso de Mello e Ayres Britto, presidente da Corte, confirmaram a denúncia e o entendimento do relator, sendo Dirceu condenado por oito ministros, na acusação de corrupção ativa. A denúncia de montagem de quadrilha ainda será julgada, mas a tendência do Pleno não ajuda Dirceu. Na apresentação dos votos pela condenação de Dirceu foram citadas provas “torrenciais” — termo usado pelo procurador-geral, Roberto Gurgel — da atuação do então ministro chefe da Casa Civil naquele período, como maestro do mensalão. Também estará nos destaques do julgamento histórico o voto da ministra Cármen Lúcia, proferido ainda na terça, contra Dirceu, em que ela pulveriza, com justificada indignação, a tentativa da defesa de minimizar o crime tachando-o de “simples” caixa dois de campanha. “Acho estranho e muito grave que alguém diga, com toda a tranquilidade, que houve caixa dois. Caixa dois é crime. Dizer isso na tribuna do Supremo, ou perante qualquer juiz, me parece grave (...)” O esfarrapado álibi foi destilado dentro do PT, assumido pelos mais proeminentes advogados do partido (e de acusados de legendas aliadas) e pelo presidente Lula. Este, numa entrevista concedida em Paris a uma free-lancer, mesmo depois de ter pedido desculpas, em rede nacional, por ter sido “traído” pelos mensaleiros — admissão explícita da existência do esquema —, amenizou o escândalo, equiparando-o “a tudo que os outros partidos fazem”. Pois isto é crime, disse com firmeza Cármen Lúcia. Mesmo porque, “restou provado”, como concordam os ministros, inclusive Lewandowski e Tóffoli, que este dinheiro ilegal saiu de cofres públicos (Visanet/Banco do Brasil e contratos assinados por Marcos Valério, no papel de publicitário, com o presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), também condenado) e foi lavado numa grande fraude financeira de que participaram o Banco Rural, Marcos Valério, Delúbio Soares e José Genoino, com o conhecimento de José Dirceu.  Além do álibi improvável, das fileiras do partido surgiu, por meio de intelectuais orgânicos, a tese farsesca de que o mensalão não passava de invenção das “elites”, a serviço das quais estaria uma “mídia golpista” (a imprensa independente e profissional, leia-se). No melhor estilo da visão conspiratória cultivada em hostes de militantes partidários, tudo era uma fantasia mal intencionada. Grande bobagem, como está sendo mostrado num dos mais longos julgamentos de que se tem notícia, transmitido ao vivo pela TV. Assistir a qualquer das sessões dá ideia precisa da seriedade com que o Ministério Público construiu sua denúncia, com base em informações das CPIs que vasculharam o escândalo, de investigações e perícias da Polícia Federal. Os mesmos zelo e rigor técnico transparecem nos votos do relator Joaquim Barbosa e na intervenção dos demais ministros. Não faz sentido, portanto, o condenado José Dirceu, em nota emitida após o desfecho do seu julgamento nesta acusação, dizer-se “prejulgado e linchado”, e ainda equiparar a Corte a um tribunal “político e de exceção”. Discurso para militantes. Não contava a defesa, de Dirceu e de todos, que o STF, por maioria absoluta, avançaria na jurisprudência. “Provas evidenciais”, a teoria do “domínio do fato”, a importância de testemunhas — nada, por óbvio, inventado pelos ministros do STF, apenas reinterpretações de conceitos antigos — serviram para condenar vários acusados, inclusive parte da cúpula do PT na época do mensalão, 2002/2005. Sem a nova amplitude de visão da maioria do Pleno do STF, nunca um chefe — aquele que tem o “domínio do fato” — de uma operação ilegal com estas proporções, montada dentro do Estado, seria condenado, pois ele não deixa provas materiais. Cometem crimes sem rastros. Por isso, a ortodoxia jurídica, na qual confiaram os advogados dos mensaleiros, contribuiu muito para a ideia de que poderosos não são punidos no Brasil. E de fato. O alcance da condenação de Dirceu é essencialmente político, ponto-chave para a estabilidade institucional do Brasil na democracia. Fica entendido, depois deste julgamento, que qualquer grupo que tente executar um projeto de poder criminoso para se perpetuar como governo — não importa em nome de quê — esbarrará, como deve ser, com o Poder Judiciário, e, no caso específico, com o Supremo, responsável último por zelar pela Constituição. O Executivo subjugar, por via financeira ou qualquer outra forma, o Legislativo é desestabilizar a República, implodir princípios da democracia representativa, atacar o conceito essencial da independência entre os Poderes, tomar o rumo de um regime chavista, unitário, cesarista. É crime, alerta o Supremo. O mesmo é verdade no relacionamento entre Legislativo e Justiça. Esta é a mensagem do STF nas condenações que tem lavrado. Mais significativa ela fica se for considerado que a maioria dos atuais ministros da Corte, sete em dez, foi nomeada por governos petistas. É risível enxergar algum dirigismo nas condenações que têm sido distribuídas. Se o impeachment de Collor fortaleceu o Congresso brasileiro, o julgamento do mensalão consolida o Judiciário como um pilar sólido do regime de democracia representativa. O Brasil como nação passa a ter no mundo uma estatura equivalente ao tamanho e importância de sua economia. *Editorial de O Globo  BLOG DO MARIO FORTES

Quousque Tandem, Lewandowski?




     Dirceu Ayres

O ministro Ricardo Lewandowski abusou ontem de nossa paciência e da de seus pares. Não me lembro — e acho que ninguém se lembra — de um voto sobre uma questão de ordem ter-se estendido por longuíssimos 80 minutos. Seu ânimo era claramente beligerante; as palavras apelaram mais de uma vez à provocação; nos momentos de distração, quando fugiu de seu texto de incríveis 70 páginas, entreviu-se ainda a tentação da lisonja, como quando, rechaçando o pedido para que fosse breve feito por Ayres Britto, explicou uma das razões de seu libelo que buscava derrubar o julgamento: a questão, lembrou, havia sido suscitada por Márcio Thomaz Bastos, chamado de “o maior criminalista deste país (ou algo ainda mais comovido), ex-ministro da Justiça…” Entendi que, para o ministro, nem todos os advogados são iguais perante o Juízo. Um dia ainda proclamaremos a República, quem sabe!!! Fosse, então, proposta por outro qualquer, talvez ele tivesse abreviado o seu voto em forma de bolo de rolo, com finas camadas idênticas e sobrepostas em torno do mesmo eixo. Uma lástima! Ah, sim: bolo de rolo é bom demais da conta! O de Lewandowski só não vale por uma caixa de Stilnox porque exasperante. Foi um mau começo, compartilhando a bancada com o ministro Dias Toffoli, cuja presença nesse julgamento é uma afronta aos artigos 134 e 135 do Código de Processo Civil. Sim, caras e caros: a passagem do PT pela Presidência da República não foi irrelevante também para o Supremo. Por que seria? Por muito menos, ministros se declararam impedidos antes, mas não Toffoli. Por muito mais, ministros foram menos prolixos em questões de ordem. Mas não Lewandowski. Vivemos dias em que a mais alta corte do país está sob assédio de um ente de razão que lhe é externo, que não está na Constituição, que não está no Código de Processo Civil, que não está nas leis. E esse ente de razão, é preciso dizer o nome, é o PT. Nota à margem: o voto de Toffoli pelo não-desmembramento foi excelente. Parece-me que ele está participando do julgamento não porque não saiba das coisas, mas porque sabe. A questão já havia sido discutida pelo Supremo e decidida, e a resposta, dada: contra o desmembramento. Outra podia ser a composição do tribunal, mas o processo era o mesmo. Portanto, o esforço de Márcio Thomaz Bastos constituía, claramente, uma manobra para acabar com o julgamento se acolhida. Como a derrota era dada como certa, foi um esforço para esticar o calendário. Ele sabe muito bem que, ao lado das razões técnicas para condenar ou absolver, existe a questão de natureza política. Esta, mais do que as minudências do caso, mobiliza a sociedade. E assim é não por força ou vontade deste ou daquele grupos em particular. Assim é porque o centro do poder, mesmo na versão benevolente — e, a meu ver, falsa — se organizou para movimentar dinheiro ilegal para pagar dívidas de campanha. Assim é porque, segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, que me parece a verdadeira, alguns chefões da República montaram um esquema criminoso de arrecadação e de distribuição de recursos — dinheiro, cumpre notar, público — para gerir o Congresso ao arrepio dos caminhos institucionais. Aí, o petralha que mede os outros sempre por sua régua indaga: “Estou entendendo… Você acha que voto legítimo e independente é só o que condena…” Não! Eu não acho, não, embora entenda, sim, que não se viu esquema criminoso tão grave como esse no período republicano. Meu ponto é outro: estou atacando é a chicana, a manobra meramente procrastinadora. Tão logo esteja disponível o voto de Lewandowski, veremos lá que ele próprio lembra casos em que não houve desmembramento. Pior do que isso: ele próprio já foi protagonista de um “remembramento” — ou por outra: depois de ter mandado réus para a primeira instância justamente porque não tinham prerrogativa de foro, ele pediu que fossem, digamos, devolvidos ao Supremo. POR QUE ISSO É IMPORTANTE? Porque tanto Bastos como Lewandowski tentaram fazer parecer que se estava ali a lidar com questão de princípio, de fundamento, de essência. E isso é simplesmente uma mentira. Havendo a conexão entre as acusações e estando interligados os possíveis crimes cometidos, o normal é manter a inteireza do processo, não o contrário. E, faltasse outro argumento, é preciso lembrar que o próprio ministro já havia votado contra pedido idêntico. É revisor indicado para o caso há dois anos. Trabalhou na revisão por longos seis meses. Afinal, o que lhe faltou, então, para tratar do assunto? Foi o currículo de Márcio Thomaz Bastos, como deu a entender que amoleceu seu coração? Maus momentos e chacrinha partidária três momentos de Lewandowski chamaram a atenção numa tarde patética. No curso de seu voto, voltou a reclamar do calendário apertado “que esta corte se impôs”. Num país em que a Justiça é sabidamente lenta, para infelicidade dos pobres, um ministro do Supremo considera pouco que um processo tenha ficado cinco anos no tribunal, tendo demorado outros dois para chegar lá. Ao ler as suas 70 paginas, não citou uma só vez — nenhuma!!! — os crimes de que são acusados os réus do processo que estava sendo julgado. Não citou uma só vez os nomes dos acusados. Não se ouviu a expressão “mensalão do PT”. Ao contrário: ao dizer por que dava voto tão longo, levou-me aqui a enxugar “una futiva lacrima” quando falou da vida das pessoas que estavam sendo julgadas, que podiam ser presas etc. Associei tudo isso a José Dirceu — um dos nomes que ele não pronunciou — e, confesso, sofri. Pois bem. Com todos esses silêncios, estendeu-se, não obstante, por uns 10 ou 15 minutos sobre o que chamou “mensalão tucano”, listando à vontade nomes de réus. Um peso, duas medidas. Finalmente, ao ser indagado por Joaquim Barbosa sobre o motivo de ter silenciado antes e, pior, votado contra o desmembramento, aí teve um piti: disse que o outro recorria a “argumentum ad hominem”. Lembrar a Lewandowski o voto de Lewandowski é agora crítica pessoal? Que nova abordagem Bastos trouxe à corte? Por acaso as decisões anteriores não tinham sido tomadas, num tribunal constitucional, à luz das Constituição e das leis? Ad hominem? Cícero abre a sua Primeira Catilinária indagando sobre o aquele que era um inimigo da República: “Quousque tandem, Catilina, abutere patientia nostra?” — “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?” Pois é. Quousque tandem, Lewandowski?… Comportamento estranho. O ministro, reitero, vote como quiser. Eu aponto aqui o que considero seu comportamento inadequado. E não é de hoje. No caso da Lei do Ficha Limpa, por exemplo, o Lewandowski que estava no TSE fez a mais dura crítica que li ao texto. Não deixou pedra sobre a pedra. Seu duplo, o Lewandowski do STF, no entanto, virou fã incondicional da lei. Mais ou menos como nesse caso da divisão do processo: ele tanto votou contra como a favor — o calhamaço desta quinta. Antes mesmo de entregar a revisão do processo, com a sociedade clamando por ele, Lewandowski encontrou tempo para conceder algumas entrevistas. E disse coisas estranhas. Afirmou que preparava um “voto alternativo” ao do relator, Joaquim Barbosa. Como o seu trabalho era de revisão do processo, apontando suas eventuais falhas — afinal, ele tem o seu voto para contestar o do relator se quiser —, parecia haver ali o ânimo de se colocar como a outra ponta do processo. Encerrando Não estou aqui a demonizar Lewandowski, não! Todos sabem, aliás, que não sou exatamente fã de certos arroubos do ministro Joaquim Barbosa. Já divergi de coisas que ele disse com muita dureza até. Nesse caso, tenho a sua mesma curiosidade: por que só agora? Por que Lewandowski mudou de idéia? Que princípios orientaram o seu voto de então e que princípios orientaram o de hoje? Mais: não era o único ministro com voto redigido. Bastos já havia anunciado a intenção de levantar a questão. Lewandowski, no entanto, a gente viu, se preparou com afinco, mesmo sabendo, e ele sabia, que iria perder com folgada margem. Para quem falava? Para quê? Mais uma vez, ele mesmo deu a pista. Afirmou que, se condenados, os réus poderiam até mesmo recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos, intenção já anunciada por alguns amigos de José Dirceu. Uau! Dirceu, o mártir das Américas — o único mártir, nessa hipótese então, de um estado democrático e de direito! Que piada! A intenção do voto de 80 minutos — numa mera questão de ordem! — era pespegar a pecha de ilegítimo num processo de que ele é o revisor. E, segundo entendi, depois de dois anos, seis meses dos quais dedicados a um “trabalho árduo”, ele acabou não propondo alteração nenhuma. Sabemos agora o seu voto! Adiante, Supremo, sabendo que, nessa matéria e em se tratando de um tribunal superior, não existe meio-termo entre a altivez e a humilhação. O tempora! O mores! Por Reinaldo Azevedo. http://blogdoweiss.blogspot.com.br/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

10/10: Novo dia, Novos Tempos


            

    Dirceu Ayres

O Brasil acorda hoje mais aliviado e esperançoso. Ontem o pleno do Supremo Tribunal Federal - STF condenou três dos mais importantes quadros do Partido dos Trabalhadores (no meio de um outro conjunto de larápios) por crimes das mais diversas matizes, lavando a alma das pessoas de bem deste país. Por 7 longos anos, só se ouviu a cantilena e a falácia de que o mensalão nunca existiu ou, pior, que seria "apenas" uma operação de caixa, como se isso por sí só não fosse um atentado contra as instituições legais do Brasil. Todo esse tempo o ex-presidente de 9 dedos e seus asseclas alcoviteiros deitavam e rolavam sobre as consciências dos que minimamente pensam, pela certeza que tinham de que ficaria o dito pelo não dito e todos, ou os mais importantes seriam absolvidos de seus crimes, apenas pelo fato de terem indicado para a corte 8 dos 11 ministros. Estavam redondamente engandos. Honrando seus diplomas e cargo, a maioria deles condenou os meliantes e fascínoras independentemente do que achavam os comandantes maiores da quadrilha. Só escaparam os mequetrefes, termo cunhado por um dos advogados para qualificar a importância de sua cliente no conjunto do grupo. O outrora todo poderoso chefe da casa civil, primeiro ministro de fato e capitão do time, segundo seu líder loola; foi considerado culpado pelo STF. Embora continue esperneando, ameaçando e destilando sua prepotência, É CULPADO e acabou-se. Vá recorrer pro papa. A nação agradece ao homem que enfrentou os poderosos, as pressões diversas e relatou em detalhes cada um dos crimes cometidos, seus executores e seus envolvimentos com uma riqueza de detalhes de não permitir contestações, apenas restando pífias argumentações inconsequentes e risíveis. Hoje também, por ironia do destino e méritos próprios, O ministro Joaquim Barbosa será formalmente eleito, presidente da corte que ele ajudou a colocar no mais alto conceito internacional. Na Corte desde 2003, hoje com 58 anos; completados no domingo passado, casualmente dia de eleições e festa da democracia, o relator do processo do mensalão conquistou simpatia e apreço nacional, embora tenha gerado sentimentos de ciúme nos seus desafetos no STF, pois, no exercício de suas funções, careceu de embates terríveis com alguns de seus colegas. Os argumentos de Quinzão foram como deveriam ser, duros para defender seus pontos de vista. Sangue quente, quando contradito, não mede palavras para rebater as críticas. Desde que assumiu, o bom mineiro de Paracatu mostrou que o estudo o ajudou a romper as barreiras impostas pela discriminação pela tez negra. Barbosa se mudou para Brasília jovem, morando de favor na casa de parentes. Foi faxineiro e trabalhou na gráfica de um jornal. Completou o ensino médio em escola pública. Estudou muito para entrar na Universidade de Brasília, onde formou-se em Direito. Na mesma turma, estava o futuro colega e muitas vezes desafeto no STF Gilmar Mendes. Foi também procurador no Rio de Janeiro. Doutor em Direito Público pela Universidade de Paris-II atuou como professor visitante da School of Law da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e professor de Direito Público da Uerj. Tá no Hino Nacional: "Um filho teu não foge à luta". Quinzão fez valer a frase de outro Joaquim: O Osório Duque Estrada, autor do poema-letra. Fica aqui meu registro e minha homenagem. Sem ter pedido a devida permissão, mas muito agradecido a: http://tribodosmanaoss.blogspot.com.br/

Evangélicos não aceitam Haddad, criador do kit gay.


          
     Dirceu Ayres

O pastor evangélico Silas Malafaia, da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, promete voltar a usar o chamado "kit gay" para "arrebentar" o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Ele apoia José Serra (PSDB), que disputa o segundo turno com o petista. O líder religioso, que tem base no Rio de Janeiro, esteve ontem na capital paulista para se reunir com o tucano e com o pastor Jabes de Alencar, presidente do Conselho de Pastores de São Paulo. Segundo Malafaia, Serra lhe agradeceu o apoio recebido no primeiro turno, quando ele fez um vídeo em que pedia votos ao candidato do PSDB e ligava Haddad ao kit anti-homofobia. O material, que foi apelidado de "kit gay" pelos evangélicos, é uma cartilha contra a homofobia que seria distribuída em escolas pelo Ministério da Educação em 2011, na gestão Haddad. A presidente Dilma Rousseff suspendeu a distribuição após protestos de religiosos no Congresso Nacional. "O Haddad já está marcado pelos evangélicos como o candidato do 'kit gay'. Não vamos dar moleza para ele", disse Malafaia, após o encontro com Serra e Alencar, que também apoia o tucano. "Haddad pode até ganhar, mas não com os votos dos evangélicos", completou. O pastor acusa o ex-ministro de ter incumbido a elaboração das cartilhas a "ativistas gays" e prometeu divulgar novo vídeo contra Haddad na próxima segunda.  "Vou mostrar um encontro dos ativistas gays dizendo no Congresso Nacional que pegariam em armas contra os religiosos e dizer que é isso que ele está apoiando. Vou arrebentar em cima do Haddad." No Twitter, Malafaia posta desde domingo mensagens pedindo votos no segundo turno em "Serra 45" contra "Haddad, autor do kit gay". A campanha de Serra busca o apoio de igrejas que apoiaram Celso Russomanno (PRB) e Gabriel Chalita (PMDB) no primeiro turno. Muitas delas não veem a cartilha contra a homofobia como determinante para a escolha do candidato. A Assembléia de Deus Ministério Santo Amaro,que apoiou Russomanno, abriu negociações com PT e PSDB. O presidente de seu conselho político, pastor Renato Galdino, diz que discutir a cartilha "não tem nada a ver". "Não tem que mexer com situação moral. O Haddad é pai de família, temos que respeitar." Galdino diz que apoiará quem fizer uma campanha "igual à do Russomanno, sem ataques pessoais". Porta-voz da Renascer em Cristo, o ex-deputado Bispo Gê (DEM-BA) diz que a cartilha não é "tão relevante" e não deve influenciar sua igreja, que apoiou Russomanno e agora tende para Serra. Alinhada com o prefeito Gilberto Kassab (PSD), a Renascer fez campanha para três candidatos a vereador da chapa que apoia o tucano. (Texto da Folha de São Paulo)

Chefe do Mensalão agora quer guerra contra a Imprensa e a Justiça.


          

    Dirceu Ayres

O ex-presidente Lula incitou ontem os petistas a declarar "guerra" contra os adversários que usarem o mensalão como arma de campanha nas eleições municipais. Ele cobrou reação em reunião fechada com dirigentes do partido, prefeitos eleitos e candidatos que disputarão segundo turno no dia 28. "Não queríamos guerra. Mas, já que eles nos chamaram, vamos para a guerra", disse, segundo relato de participantes do encontro. Lula exaltou a atuação do próprio governo no combate à corrupção e pediu que os petistas confrontem sua ação no setor com a do antecessor, Fernando Henrique Cardoso. "Vamos discutir problemas das cidades. Mas, se formos chamados de mensaleiros, não podemos deixar sem resposta. Vamos debater de cabeça erguida", afirmou. O secretário de Organização do PT, Paulo Frateschi, acusou adversários de montar um script, "inclusive com as Redações dos grandes jornais", para prejudicar a sigla. "Vamos responder. Aceitar que o PT apanhe desse jeito não é do nosso DNA. Não podemos permitir que nos coloquem na defensiva. Isso é totalmente absurdo", afirmou. A ordem já foi seguida pelo candidato do PT em São Paulo, Fernando Haddad. Ele adotou tom mais agressivo e citou o escândalo da compra de votos para a reeleição de FHC ao ser questionado anteontem sobre o mensalão. Coordenador da ala majoritária da sigla, Construindo um Novo Brasil, o dirigente Francisco Rocha disse que os militantes não vão "se esconder embaixo da mesa" e também reagirão a quem chamar petistas de mensaleiros. "Uma militância que não se curvou durante dois meses sob massacre não se curvará num processo de 20 dias", afirmou, referindo-se ao segundo turno. "É evidente que vão explorar o julgamento, mas vamos enfrentá-los." A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, disse que os danos políticos do mensalão teriam ficado no passado. "O que o PT tinha que sangrar, já sangrou há sete anos." Lula chegou de surpresa à reunião de ontem, em que a direção do partido apresentaria um balanço do primeiro turno em todo o país. Além de discursar sobre o mensalão, ele prometeu viajar mais e prometeu ir às capitais nordestinas onde o PT está na disputa: Fortaleza, João Pessoa e Salvador. O ex-presidente deixou a sede do partido pouco depois de a maioria dos ministros do STF votar pela condenação de José Dirceu e José Genoino por corrupção ativa. Saiu com os vidros do carro fechados para não dar entrevistas. (Folha de São Paulo)

Boçal, servil e idiota.


              


    Dirceu  Ayres

Dizem que uma imagem vale por mil palavras, mas neste caso ela vale por todo um dicionário. Não tenho muitos adjetivos razoáveis e pouco chulos para classificar o comportamento do ser na foto. Mas vamos lá...Esse pau no cú beijando a mão desse filho de uma puta, é a mostra inconteste de que no Brasil dos mediocres o crime compensa.  Tal qual um Capo Mafioso, o Dirceu é agraciado por beijos nas mãos pelos seus quadrilheiros. Na Máfia, isso é mostra de poder e servidão. Poder ao Cappo de tutti capi, e servidão do "peixe" pequeno que adula a mão que comanda os crimes. Na pocilga, isso é mostra de que bandido tem público cativo, é quase uma celebridade, e sempre aparece algum boçal para fazer o papel de coadjuvante de quadrilheiro. Ontem ouvi a expressão de que PTista não é militante, eles são sectários prontos para o que der e vier em nome da lavagem cerebral a que foram expostos. Tai a imagem que não me deixa mentir. O cara é acusado de crimes contra o país, está na iminência de cair na cadeia até o dia em que o inferno esfriar, e tem sempre alguém para ir em sua defesa, ou se prestar a esse tipo de atitude. Muita gente ficou irritada quando o EX presidente Defuntus Sebentus disse que em SP o eleitor não estava preocupado com o mensalão, a preocupação era com a queda ou não do Palmeiras para a segunda divisão. E não é que ele tem razão? Ao menos a eleição indo para o segundo turno com o Meninomalufinho em segundo é a prova cabal de que o Sebento conhece o eleitor Brasuca. Nas redes sociais a mediocridade sobre futebol ou sobre a novela dá o tom do dia a dia, muita gente passa o dia diante do computador descendo o cacete nos políticos e a noite correm para diante da TV, e esquecem de tudo pela novela, ou o jogo de futebol. Deixam-se alienar, mas querem mostrar para seus "amigos" que são extremamente politizados, inteligentes, bonitos, viajados e descolados. E a profecia do Sebento sempre materializando diante dos olhos de todos... Mas o fim da Carminha tem que ser cruel, para a alegria e a vingança dos que votam contra o PT, mas vivem no mundo do faz de conta. O mundo onde os heróis e vilões são personagens de um folhetim alienante e mambembe, com prazo de validade determinado, ou não, dependendo da audiência. E aqui no mundo real vemos que nada vai mudar tão cedo. Alguns afoitos queriam o "Barbosão" para presidente da república, até o momento em que saiu uma matéria na "Falha de SP", onde ele disse que votou no Sebento e na Dentuça para presidente. E a casa caiu... Muita gente começou a chamá-lo de traidor e a possível candidatura para a presidência já foi retirada pelo tribunal da inquisição alienada. O que ninguém percebe, é que o Barbosão tem o direito de votar em quem bem ele entender, e no STF ele está dando mostras de que faz seu trabalho com seriedade e responsabilidade, independente de quem ele tenha votado. O que importa é sua postura como Ministro do supremo. Não sua preferência política. Mas...já chamaram o Sebento de Deus, agora beijam as sujas mãos do chefe da quadrilha, a Carminha continua no imaginário da população, o Palmeiras vai ou não para a segundona... E o Barbosão periga cair em desgraça... E que venha o segundo turno!!!! E PHOD@-SE!!! (OMascate)

Barbosa fará Lula ser investigado no desdobramento da ação que condenou Dirceu & Cia no Mensalão


                 

    Dirceu Ayres

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem tudo para enfrentar problemas sérios no desdobramento judicial do Mensalão. Confirmada a condenação de seu ex-chefe da Casa Civil por corrupção ativa, será impossível sustentar a tese de que José Dirceu agia sozinho na operação de “compra” de partidos base aliada, sem que seu superior hierárquico “soubesse de nada”. Sob a presidência de Joaquim Barbosa no STF, a partir de 18 de novembro, o mito Lula deverá enfrentar o rigor da Justiça – com o agravante de que agora não tem mais foro privilegiado para se blindar. Os votos de alguns ministros do STF, condenando Dirceu ontem, já deram uma pista de um nome que será investigado no desdobramento da Ação Penal 470. Trata-se de Marcelo Sereno, amigo pessoal de Dirceu, de quem foi assessor, e ex-secretário de Comunicação do PT. Sereno seria o elemento direto de ligação entre a Casa Civil e o gabinete de Lula da Silva. Sereno se torna alvo por suas ligações com Waldomiro Diniz e Carlinhos Cachoeira – cuja CPI o PT faz de tudo para que acabe em pizza, antes que macule a imagem de alguém poderoso do partido. Embora Lula tenha pregado ontem a candidatos petistas que disputam o segundo turno eleitoral que “é preciso manter a cabeça erguida”, após a condenação de Dirceu, Lula sabe que é a sua própria cabeça que ficará a prêmio daqui por diante. O sinal de alerta foi ligado com a reportagem de setembro da revista Veja, na qual o empresário Marcos Valério, operador do esquema, apontou Lula como o chefe do mensalão. Portador de gravações-dossiês para serem usadas conforme a conveniência, Valério também revelou que o PT usou R$ 350 milhões no esquema. Assim que assumir a presidência do STF, o herói nacional Joaquim Barbosa deverá retirar o estranho segredo de Justiça sobre o Processo Investigatório 2.474. Os 77 volumes em sigilo apuram as supostas irregularidades no convênio entre o Banco BMG e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a participação da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), para a “operacionalização de crédito consignado a beneficiários e pensionistas”. O caso dormita “blindado”, desde 2007, no Supremo. Foi com as mesmas informações desse caso (estranhamente em segredo) que o Ministério Público Federal em Brasília entrou com uma ação na Justiça Federal, por improbidade administrativa, contra o ex-presidente Lula e seu então ministro da previdência Social, Amir Lando. Além de suspeitos de favorecimento ao banco BMG (envolvido com as operações de Marcos Valério), o MPF denunciou Lula e Lando por prática de “autopromoção”. Ambos assinaram as cartas a aposentados e pensionistas oferecendo crédito consignado via BMG. Investindo nesse mesmo Processo Investigatório 2.474, Joaquim Barbosa já autorizou a abertura de um inquérito para investigar repasses feitos pelo esquema com o BMG para pessoas ligadas ao ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e a outros políticos petistas. O novo inquérito, que tramita na Justiça Federal em Belo Horizonte, investigará repasses que beneficiaram pessoas ligadas aos deputados Benedita da Silva (PT-RJ) e Vicentinho (PT-SP), além de dezenas de outras pessoas e empresas que receberam dinheiro do mensalão. Tal esquema só foi descoberto pela Polícia Federal quando a ação principal do Mensalão já estava em andamento no STF. A Procuradoria Geral da República já denunciou o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT). Ele é acusado de favorecer as operações de crédito consignado do Banco BMG, quando presidiu o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O BMG é acusado de ter simulado empréstimos de fachada para o PT e as agências de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza para abastecer o esquema ilícito de pagamento de propina. Gurgel também pediu a abertura de um inquérito independente contra o deputado José Mentor (PT-SP) “para apurar os repasses efetuados em seu benefício pelo grupo de empresas de Marcos Valério”. Outra frente de negócios que pode bater em Lula. O MPF já mandou para a Justiça Federal em São Paulo a apuração sobre o envolvimento da Brasil Telecom (atual Oi), Telemig Celular e Amazônia Celular com Marcos Valério. A Justiça Federal em Brasília da apuração sobre irregularidades nas gestões realizadas pelos bancos Econômico e Mercantil de Pernambuco perante o Banco Central. O MPF denunciou que tal gestão também teve o intermédio de Valério. Incluindo os réus agora em julgamento no STF, o mensalão tem 118 réus investigados em outras instâncias do Judiciário. Quem conduz as investigações da nova frente do Mensalão é a mulher de Roberto Gurgel, Procurador-Geral da República. A subprocuradora Cláudia Sampaio Marques investiga o escândalo desde antes da gestão do marido. O novo inquérito tem 77 volumes e mais de 13 mil páginas. O novo relatório da Polícia Federal, com novidades sobre o caso, com 332 páginas, só chegou ao MPF em fevereiro do ano passado. Como o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, já avisou que pretende destravar outras frentes de investigação sobre o escândalo, logo após o veredicto no STF, o Mensalão e seus desdobramentos assombrarão Lula e a petralhada agora e muito além da atual campanha municipal. Jura que vai? O PSDB, que sempre poupou Lula, agora ameaça entrar com representação na Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente. O líder tucano no Senado, Alvaro Dias (PR), defende a tese de que Dirceu e Lula agiam em conjunto e que não há argumento capaz de isolar as ações de ambos. "É uma heresia dar tratamento diferenciado ao ex-ministro e ao ex-presidente", alega. "Lula não só sabia do esquema como participou de toda a farsa. No mínimo ele cometeu crime de responsabilidade". Reclamar é preciso José Dirceu promete liderar um movimento político, com desdobramentos internacionais, contra a sua provável prisão, após condenação no Mensalão: “Minha sede de justiça, que não se confunde com o ódio, a vingança, a covardia moral e a hipocrisia que meus inimigos lançaram contra mim nestes últimos anos, será minha razão de viver”. Foi o que ele soltou ontem na adorável cartinha liberada assim que soube que estava condenado. Impeachment O ministro José Antonio Dias Toffoli demonstrou a previsível coerência e lógica petista ao considerar José Dirceu de Oliveira e Silva inocente da acusação de corrupção ativa no Mensalão. O engraçado é que Toffoli era subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, sob o comando direto de José Dirceu, quando Roberto Jefferson jogou o Mensalão no ventilador do PT. A oposição agora ameaça um movimento de impeachment contra ele, mas que deve morrer na praia porque o governo tem maioria na Câmara e no Senado para abafar tal iniciativa.
Mui amigo 1 Em seu voto, que causou mal estar no STF, Toffoli jogou toda a culpa em José Genoíno e Delúbio Soares, para livrar Dirceu. Na hora de absolver seu ex-chefe Dirceu da acusação de corrupção ativa, Toffoli fez com que a emenda saísse pior que o soneto. Tentando ironizar o MPF, alegou que Dirceu poderia ter sido denunciado por tráfico de influência e corrupção passiva, mas nunca por corrupção ativa.Com um voto “a favor” deste tipo, Dirceu nem precisava de outros contra...Mui amigo 2 Perguntinha idiota que não quer calar entre os militares da ativa, principalmente no Forte Apache – sede do Alto-Comando do Exército, em Brasília: Quando será que José Genoíno será exonerado do cargo de assessor especial do Ministério da Defesa? Genoíno já está condenado pela maioria dos ministros do STF, mesmo faltando os votos de Celso de Mello e Ayres Britto. Operação abafa O relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), já avisou que os trabalhos da comissão serão encerrados em duas semanas mesmo que haja pedidos de prorrogação das apurações. A operação abafa dos petistas é para evitar qualquer relação entre o empresário Fernando Cavendish, que comandava a empreiteira Delta, e o governador Sérgio Cabral – aliadíssimo do Palácio do Planalto e cotadíssimo para ser vice na futura chapa presidencial petista em 2014. O maior temor petista é que a grana repassada da Delta para os políticos, via esquema de Carlinhos Cachoeira, manche as obras do PAC e atinja sua grande gestora, a Presidenta Dilma Rousseff. Defesa para quem precisa O Brasil deverá investir R$ 124 bilhões nos próximos 20 anos em projetos estratégicos no âmbito das três Forças - Exército, Marinha e Aeronáutica. A nova política brasileira está explicitada no Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN), documento enviado em julho último ao Congresso Nacional. As prioridades são a ampliação do efetivo das Forças Armadas, construção de submarinos, fortalecimento da defesa antiaérea, compra de novos aviões de caça com transferência de tecnologia, reaparelhamento da força terrestre e meios de defesa cibernética, com a proteção da rede de internet. É brinquedo, não... A Receita Federal, o Inmetro e órgãos de Segurança Pública começaram ontem, em vários estados do País, a Operação Brinquedo Perigoso . O objetivo é fiscalizar diversos estabelecimentos com suspeita de comercialização de brinquedos sem o certificado de qualidade Inmetro e de mercadorias estrangeiras que ingressaram de forma irregular, configurando suspeita da prática dos crimes de contrabando e descaminho, sonegação fiscal e pirataria. A operação vai retirar de circulação brinquedos que podem causar danos à saúde da população, especialmente na semana em que se comemora o dia da criança. Recado divino? Será que foi algum recado das forças superiores do Bem a imagem rara produzida ontem à tarde nos céus de Brasília? Por sorte, o repórter fotográfico Gustavo Miranda, de O Globo, captou a belíssima imagem do arco-iris na Praça dos Três Poderes. A foto só não mostra se havia nuvens negras sobre o Palácio do Planalto, na hora em que o Supremo Tribunal Federal condenava Dirceu e companhia... Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento. © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Outubro de 2012.