quinta-feira, 14 de março de 2013

Você é só um humano? Pois trate também de ser um militante gay, negro, feminista, um cicloativista, sei lá eu. Quem é apenas um humano não é porcaria nenhuma!


        

Você é apenas um humano? Então chegou a hora de acrescentar a essa condição vulgar algo que vá distingui-lo.

Quem é você, leitor?

Ou melhor: o que é você?

Você é alguma coisa?

Você tem algum grupo?

Você pertence a alguma categoria acima dos humanos?

Você é gay?

Você é cicloativista?

Você é negro (militante?)

Você é mulher (militante)?

Trate de ser alguma coisa “enquanto coisa”. E isso, que é uma parte de você, é que lhe conferirá identidade e lhe permitirá dizer, diante do “outro” e dos outros: “Me respeite!”. Estamos na era em que é preciso pertencer a um grupo para ter direitos — se for o caso, até mesmo para cassar direitos alheios: o direito que o “outro” tem de ter uma opinião, por exemplo. Nem pensar! Se eu, “enquanto membro de um grupo”, me sentir ofendido, que se dane! Quero que se cale! A estupidez desses tempos vai ganhando contornos assustadores até mesmo diante do horror — ou especialmente em face dele. Vejam o caso do rapaz que transitava numa bicicleta na Avenida Paulista e teve um braço arrancado por outro, que conduzia um automóvel. O motorista não prestou socorro ao ciclista, correu alguns alguns quilômetros com o membro do outro pendurado no veículo e depois o jogou no rio. Na imprensa, o que teve o braço decepado virou “o ciclista” — e não apenas porque transitava numa bicicleta. É que o “ser ciclista” é a mais recente “categoria” que define o “ser humano”. Só no primeiro semestre do ano passado, MORRERAM ATROPELADAS SÓ EM SÃO PAULO 268 pessoas. E, segundo a CET, isso havia representado uma queda de 17% em comparação com igual período do ano anterior. E, no entanto, essas mortes não são notícia porque aqueles que morreram não “eram alguma coisa”; eram apenas expressões daquele humano que já quisemos um dia, em tempos talvez menos obscuros, o “ser universal”. É claro que é um absurdo o que aconteceu na Paulista. Não estou tentando minimizar nada, não! Ao contrário. Estou apenas fazendo um esforço para explicar que o “ser ciclista” não confere gravidade especial ao ocorrido. Já é grave o bastante. Um braço humano foi arrancado e jogado no esgoto. Duzentas e sessenta e oito vidas foram cassadas no primeiro semestre do ano passado! Em que reside o absurdo, por exemplo, do tal PLC 122, a que diz “criminalizar” homofobia? Agredir ou matar um gay passa a ser considerado, na prática, um crime mais grave do que se a mesma agressão fosse praticada contra um não gay. Qual é a justificativa moral de fundo para isso? “Ah, precisamos desestimular as ocorrências contra esse grupo em particular…” E então se recorre ao agravamento da pena. Mas esperem: nós precisamos desestimular a violência de maneira geral; há 50 mil homicídios dolosos por ano no país. O curioso é que os mesmos que defendem a PLC — às vezes, para não ter de enfrentar o protesto dos grupos militantes — tendem a afirmar que penas mais pesadas não coíbem crimes. O ser simplesmente “humano” vai perdendo prestígio. À era das expressões das identidades corresponde um evidente rebaixamento do que, no fim das contas, define o homem, aquele animal singular que um dia mereceu distinção por ser dotado de pensamento, de consciência de si, de individualidade — mesmo em situações potenciais. É preciso que ele deixe de ser o simplesmente humano, com a sua gigantesca variedade, para ser reduzido a uma categoria influente se pretende ser respeitado. Aqui e ali me perguntam: “Mas como você consegue ser católico?”. Não acho que os elementos de fé devam se prestar a proselitismo, e entendo que a gente não captura a crença; costuma acontecer o contrário. Os meus amigos sabem que não torro a paciência de ninguém com isso. Mas respondo: ainda que eu não fosse católico, ainda que não cresse, eu o seria, eu daria um jeito de crer. A Igreja Católica é hoje a única instituição de alcance universal — as igrejas protestantes, como se sabe, são bastante fragmentadas, embora a maioria comungue dos mesmos valores a que me refiro — que faz a defesa incondicional da VIDA HUMANA em qualquer um de seus estágios, em qualquer condição. Não fossem os elementos de fé, E ELES BASTARIAM, a me levar a defender o cristianismo (no meu caso, o católico), haveria as minhas convicções humanistas a determinar a escolha. E não! Não acho que é preciso “ser cristão” para que se possa fazer essa defesa incondicional da vida. Conheço muitos agnósticos que pensam a mesma coisa. Essa era do “identitarismo”, do “só sou porque sou alguma coisa” reduz a dimensão do humano e torna, de fato, o mundo muito mais intolerante. Prefiro a causa humana. Não me choca que um motorista arranque o braço de um ciclista. Não vivo num mundo de corporações disso ou daquilo. É uma forma primitiva de existência. O que me espanta é que pessoas possam fazer isso com pessoas. Por Reinaldo Azevedo


HOMEM, CRIATURA QUE NÃO PRODUZ.




     Dirceu Ayres

“Segundo o livro “A REVOLUÇÃO DOS BICHOS” de George Orwrell, ele entende que: “O Homem é a única criatura que consome sem produzir”“. E esse infeliz animal... “Não dá leite, não põe ovos, fraco demais para puxar o arado, não corre o suficiente para alcançar uma lebre. Mesmo assim, é o senhor de todos os animais”. É evidente que essa interpretação deve ser do próprio Orwrell pensando em políticos e, se é dos próprios homens não sei o que os chamados bichos acham disso. É costume desses “animais” ditos homens usarem um sistema muito valioso (para eles) que: Põe-nos a trabalhar, dá-nos de volta o mínimo de pagamento e na maioria de vezes o famigerado salário mínimo, a título de honorário, para evitar a inanição e a fome e fica com o restante. Nosso trabalho ara o solo, nosso estrume o fertiliza e, no entanto, nenhum de nós possui mais do que a própria pele e a roupa que veste, algumas vezes podem sustentar até uma pequena e muito pobre família a custa de alimentá-la com um alimento a base de farinha de milho chamado “quarenta (40)”. Outros animais, os ditos “homem” têm também o costume de achar que tudo e todos são e terão sempre de ser como escravo que viva para eles e a serviço deles, ou completamente o contrário, não ser amigo e nem sequer passar por perto dele, possivelmente deve usar o sistema: negativo ou positivo, uma espécie de participante da doutrina do: MANIQUEÍSMO, Doutrina do persa Mani ou Manes (séc. III), sobre a qual se criou uma seita religiosa que teve adeptos em boa parte do mundo, segundo a qual o Universo foi criado e é dominado por dois princípios antagônicos e irredutíveis: Deus ou o bem absoluto, e o mal absoluto ou o Diabo. Doutrina que se funda em princípios opostos, bem e mal. Pessoas ou grupos políticos que se beneficiam do dinheiro dos cofres públicos e miseráveis que vivem a míngua, passam um dia com fome e o outro sem comer. Penso e não consigo me acostumar com o sistema que costumeiramente está se usando no nosso Brasil. No Brasil de hoje a sem-vergonhice está institucionalizada em todos os segmentos sociais. Eles nos tratam como idiotas. Fazem-nos de palhaços e, neste caso, vocês acham que eu é que vou me incomodar ou devo me aborrecer com esses animais por tudo de porcaria que eles veem fazendo pelo Brasil afora, e, para desmanchar o nó que eles indevidamente ataram. Então, amigos, desculpem a instabilidade do meu sistema nervoso. Estou tentando descobrir uma pessoa que seja Paranormal, Médium, benzedeira ou um xangozeiro para espantar esse tsunami de coisas erradas praticadas e que resolveram instalar no Brasil e quando digo Brasil estou dizendo que é em todos os estados da federação. No Blog, - O que do Sr. Aluízio Amorim—Ele enfatiza: “É por tudo isso que certos políticos deitam e rolam e ainda contam com esses jornalistas penas alugadas e comedores de ajudas e ou empregos governamentais. Dentre as verdades insofismáveis estão à vida, a morte e o fato de que a imbecilidade da esmagadora maioria dos humanos é ilimitada”. Acredito honestamente que não é somente ele (Aluízio Amorim) que pensa assim.

domingo, 10 de março de 2013

MINHA PRÓPRIA OBSERVAÇÃO


    Dirceu Ayres

Precisamos observar que como diziam os antigos: (nem tudo que reluz é ouro), essa de achar que o que vemos está ou estaria certo, é muito duvidoso! Primeiro de tudo precisaremos saber que os nossos olhos estão sempre dentro das fantasias, das miragens e das alucinações, muito embora fazendo um teste nos classifiquem como normais, pois o ser humano ou não enxerga o que existe ou enxerga o que não existe, pois, vivem “vendo o ilusório” (ilusão) e isso não permite enxergar com precisão o real ou verdadeiro. Podemos observar que quando dormimos podemos enxergar quadros coloridos, cenas de várias situações, paisagens e muitas coisas que nem imaginávamos que existissem dentro de nós. Agora observem como podemos ser enganados pelos nossos próprios olhos: Se pegarmos uma folha de papel em branco e a dobrarmos no meio, ao abri-la de novo deixando cair uma gota de tinta na marca da dobra, e fechando novamente de forma que a tinta se espalhe, formando uma figura irregular, quando voltarmos a abrir-la terá tão somente uma mancha ou um borrão. No entanto, se mostrarmos a mesma mancha a outras pessoas veremos que cada pessoa enxerga de uma forma muito diferente: O TEMEROSO verá Monstros, O GUERREIRO verá instrumentos bélicos: O ERÓTICO verá cenas de orgias, e assim por diante. Cada pessoa põe no que vê parte de seus desejos inconsciente. Essas são provas que tem sido realizada ao longo dos tempos: Os Turcos se utilizam da borra do café para ler o futuro e os próximos acontecimentos na vida deles ou mesmo do mundo, os Dervixes colocam tinta na palma da mão fazendo-a fechar e abrindo-a de novo com a mesma finalidade dos Turcos. Já no Ocidente e em outras partes do mundo cada um faz de seu jeito. No Ocidente esses testes deram origem ao mais célebre teste usado hoje em Psicoterapia, e isso hoje tem o nome de seu autor – RORSCHACH. È de se perguntar! Que olhos serão esses? Olhos do pensamento?. Não, nada disso, os Neurologistas afirmam que quando sonhamos nossos olhos físicos, nossos globos oculares, convergem-se no que se denomina de estrabismo interno (fenômeno igual acontece quando uma pessoa é hipnotizada), na procura de nosso terceiro olho ou chacra de energia frontal, localizado no centro da fronte. Sabemos que é tão certo que enxergamos de olhos fechados, quanto às vezes que não enxergamos com os mesmos olhos abertos. Lembrem-se das esposas ou namoradas que ficaram duas horas no cabeleireiro e não notamos a diferença do penteado ou mesmo a troca de um bonito vestido e acabamos por gerar uma boa confusão com a parceira. Pensemos que se nossos olhos podem nos enganar e que basta às vezes, uma sombra ou uma tonalidade diferente de luz para que vejamos as coisas deformadas. Em verdade o que mais precisamos é de orientação para chegarmos a nossa verdadeira concentração e podermos praticar a meditação que sem orientação chega a nos parecer que está desfigurada.
       

DESAFIOS DE MINHA VIDA



      Dirceu Ayres

Desafios, esse palavrão que acompanha toda minha vida. Às vezes me pergunto como escapar desses desafios que se me apresentam?, Tenho o silêncio como respostas não têm o que fazer. Tem sido assim durante toda minha vida. Desafios, quando ainda menino com paralisia infantil (parcialmente) só aprendi a andar depois de oito (08) anos de idade. Casei ainda de menor, fui aprender a ser Pai e cuidar das crianças que já vinha a caminho. Pequei trabalho pesado na Petrobras, Carreteiro, andava dirigindo uma enorme carreta de vinte e dois pneus (22-pneus) carregando tubos de perfuração de São Luiz do Maranhão para São Miguel dos Campos em alagoas, dezenove dias de viagem na maioria dos dias em estradas completamente desertas, eu ainda tão menino com uma carreta tão grande puxando uma carga de quarenta e cinco toneladas (45 ton) pelos interiores do Brasil, na época, completamente sem estradas de asfalto, corria o ano de (1956) mil novecentos cinquenta e seis. Mesmo sendo quase um menino, era um dos poucos carreteiros confiáveis da Petrobras para os Engenheiros Dr. Lindonor Mota, Alceu das Chagas Carvalho e o todo nervoso Dr. Paulo Lamory, um Capitão do Exercito a serviço da Cia., Muito embora meu chefe fosse Dr. Ned Cavalcante, eu era sempre o escolhido por eles para as viagens, tanto mais longo, como as mais complicadas, como atravessar (de um lado para o outro do Rio São Francisco) uma carreta na balsa de Penedo. Certo dia um carreteiro de nome Paulo, foi colocar a carreta na balsa e caiu dentro do Rio São Francisco, ficou conhecido pelos colegas como Paulo piranha. O grande segredo de colocar uma carreta em uma balsa é que a carreta tem de entrar de ré, pois do outro lado, quando a balsa encostar a carreta irá sair de frente, caso contrário, as rodas motoras ficam em cima da balsa enquanto a prancha começa a subir a rampa da saída, aí à balsa pelas forças das rodas motoras, sai de baixo da carreta. Pelos meus feitos, era conhecido como o bom naquela coisa (a balsa). Quando larguei a Petrobras, resolvi botar uma oficina mecânica para mim, (A noite estudava) deu certo graças a Deus e aí comecei a comprar equipamentos modernos, montei um laboratório Bosh o qual era muito procurado pelas Usinas para revisão e conserto de bombas injetoras, bicos injetores, motores de partida e outros equipamentos que fossem Bosh. Pronto, logo apareceu um concorrente vindo não sei de onde e se estabeleceu no Tabuleiro, vieram também duas firmas de Recife especializadas no mesmo serviço. Para enfrentar a concorrência, comprei duas camionetes Chevrolet e mandava buscar os serviços nas Usinas, isso deu muito certo. Os desafios continuavam até que me apareceu uma garota carioca, por ela me apaixonei e fomos morar em uma de minhas fazendas, (tinha duas) E aí apareceram as brigas, confusões, separação etc.. Aconteceu de tudo. Constitui outra família e a conservo até hoje. Depois de enfartado, com o aparecimento de um D.p.o.c. e um aneurisma na aorta abdominal, no grande aneurisma foi colocado uma endoprótese do SITE – Serviço Integrado de Técnicas Endovasculares Pelo Prof. Marcelo da Volta Ferreira no Rio de janeiro e que eu acho que tudo não passa de mais um DESAFIO para ser vencido e assim tem sido. Agora é esperar o desafio ou o desafiante final... A morte. Se por acaso interessar aí tem o LINK de Marcelo Ferreira  http://www.siteendovascular.com/




CONSIDERAÇÕES SOBRE IDOSOS SAUDÁVEIS.



     Dirceu Ayres

Assim como pessoas que nutrem ódio por outra pessoa, parece desequilibrar a energia o mesmo com, pessoas que guardam rancor de outro ou de alguma coisa, adoece. Seria o desequilíbrio da Energia?. Tem gente que funciona melhor quando sente raiva, ódio, sede de vingança, vontade de provar que tinha razão. Em certas modalidades o ódio vence, porque tem poder de explosão. O amor é uma prova de longa duração... A moléstia como a saúde, tem como sua sede à força vital (vida). Portanto, a moléstia é o desarranjo da unidade da ENERGIA. Precisamos aprender que não existem moléstias mentais e moléstias corporais; pois em toda moléstia, mental ou corporal, MENTE e CORPO, são solidários. Existe certo tipo de moléstia que Samuel Hahnemann (Pai da Homeopatia) chamava de MIÁSMA CRÔNICO, hoje se chama DIÁTESE. A diátese foi classificada em número de três: A PSORA ou artritismo, a SICOSE ou herpísmo e a ESCRÓFULA que são: PSORA, a manifestação de moléstias crônicas mais importantes: A gota, o Reumatismo, a Diabete, a Obesidade, as Litíases, a Asma, as Dispepsias rebeldes, as Hemorróidas, a Arteriosclerose, os Famigerados ANEURÍSMAS, a Esterilidade, etc. A SICOSE desenvolve moléstia da pele e das mucosas, especialmente a gonorréia, as verrugas, as Excrescências esponjosas, os Pólipos, as Erupções herpéticas, o Eczema. A ESCRÓFULA, o terreno fértil para manifestações tuberculosa e sifilítica, das inflamações crônicas e tórpidas, especialmente das mucosas e dos gânglios linfáticos. Ainda existe outra DIÁTESE: O NEUROPATÍSMO, que é a afecção geral dos nervos. Em assim sendo, as pessoas e principalmente os novos Médicos, aprenderão que Samuel Hahnemann ensinava que o princípio estava em: simília, similibus, curantur... (semelhante se cura com semelhante). Nisso é baseado a homeopatia. Nos ensinamentos de Hipócrates, “Contraria, contrariis, curantur”, (contrário contrai a cura), caberá sempre ao Médico a interpretação de qual o caminho, ou a mistura dos dois, seria o certo. Como nos ensinamentos de Samuel Hahnemann, aprenderão que o mais difícil será sempre o diagnóstico, e conseqüentemente a medicação bem indicada. Mesmo tendo atualmente a ajuda de Máquinas sofisticadas, modernas e avançadas. Mesmo assim, a mão do Médico, o conforto transmitido pela voz calma, segura, que é transmitida ao paciente passa um “que” de tranqüilidade, isso sim, ajuda o restabelecimento do paciente. Em nada ajudará, ser Médico, e se julgar de alguma forma superior ao paciente. Com procedimento similar ao homem de alma ignara. Já vimos pacientes se tornar bravo, piorar tanto que foi preciso ser transferido de Hospital, depois, se dizer curado e por a culpa naquele Médico que o havia atendido antes. Não podemos aqui negar, nem esquecer que em todos os lugares, profissões e especialidades, existem pessoas menos informadas que se julga acima do bem e do mal, más isso é uma minoria. Lembrar, portanto, que “não basta ser músico, nem que compareça com seu instrumento; é preciso que o toque e siga a orientação do maestro para que nenhuma nota seja dissonante ou desobedeça ao tempo registrado na partitura”. O Médico em seu consultório, Casa de Saúde ou Hospital, se torna um “elo” na cadeia de união entre Médico e Paciente; aí estará despertando para a sua vocação e para uma tarefa que o Criador dos mundos predestinou a ele. Pura falta de atenção, ou falta de experiência? Isso não se sabe, más, com certeza, algumas vezes encontramos um mal “profissional” desse fazendo esse “tipo” de estranho atendimento e não é raridade que atenda muito mal as pessoas que o procuram para se consultar e ao tentar contar sua estória ou explicar sua doença, o paciente escuta.”. O Médico aqui sou eu “!!! Na verdade, não sabe coisa nenhuma, nem tem a capacidade que quer aparentar. É O SIMULÁCRO DE UM VERDADEIRO MÉDICO. Mesmo que tivesse capacidade, não é onipotente nem está acima do paciente. Também não precisa demonstrar seu materialismo para o doente. Em minha opinião, o verdadeiro Médico, dissemina amor, compreensão, muito atenção ao paciente com boa dosagem de paciência. Um “Midas” alquímico e diferente que converte positivamente em SAÚDE, o negativismo da MOLÉSTIA. Quando não esta estudando está espalhando perdão, disseminando conhecimento, demonstrando o conhecimento e Amor acentuado pela profissão que abraçou. Um tipo que vive sofre, ama, luta e pugna pela ética de sua profissão. Sabe que existem doentes, más, ele é o agente Hospitalar dos enfermos do Mundo, É o grande Médico plantonista do Hospital de DEUS. Sabe que não é e nem se julga melhor que ninguém. Seu pensamento deverá sempre ser: “Enquanto estiver bem de saúde, SERVIREI os outros e quando adoecer, parar, ou morrer, outros tomaram meu lugar para continuar servindo a Humanidade”. Esses sim são os verdadeiros Médicos, conscientes das obrigações e responsabilidades que tem para com o povo e toda a Humanidade. Uma profissão completamente diferente de todas as outras. Uma outra profissão, O quando o Oficial é sem ética, pode “fabricar testemunhas” O Engenheiro poderia até errar um cálculo de Edificação. Más o Médico não pode errar nem se descuidar, pois disso depende o fracasso ou o triunfo de suas ações e a saúde do doente. (isso é imediato). Ser Médico não é um cargo, muito menos um encargo, senão responsabilidades que entidades superiores colocarão em seus ombros e não serão “fardos”, Más, se faz necessário carregar por toda a vida. Sabe-se que Alagoas pelo menos em se tratando de Cardiologistas que se estima em mais de cem, estão entre os melhores do País. Essas obrigações fazem do Médico um ser diferente cheio de muitas responsabilidades e obrigações. Aqui não cabe o neófito (estudante) que quer ser Médico por ser uma profissão boa e rentável, porque quer ser rico. Não senhor. Ser Médico é uma profissão de muita responsabilidade e muito amor com os pacientes, uma verdadeira prestação de serviços a Humanidade. Acontecendo assim e as escolas providenciando para que assim seja; teremos na próxima geração de Médicos uma verdadeira classe de profissionais altamente qualificados e portadores de grande sapiência. E quem ganhará com isso... O Povo, a humanidade, todos e até ele mesmo. Considerar que:“Para cada Problema existe uma solução e para cada pergunta existe uma resposta”. “Para cada derrota, temos uma vitória”. “Para cada erro, temos um acerto”. “Quando damos um passo para trás... impulso para dois á frente”. Temos de estudar com mais afinco, mais atenção e ver que tudo se conecta tudo se conjuga e sempre são solidário inclusive as doenças, sejam elas de que origem for, estarão agindo sempre em conjunto. O ser Humano é um só, um por inteiro. (Conjunto) Uma pesquisa feita nos Estados Unidos confirmou que ouvir música pode ter um efeito positivo sobre pessoas que sofrem de dores crônicas alivia e faz muito bem. A equipe de pesquisadores testou os efeitos de música em 60 pacientes que há anos sofriam de dores crônicas. De acordo com o estudo, divulgado pela publicação especializada Journal of Advanced Nursing, a redução dos níveis de dor daqueles que ouviam música foi 21% superior a dos que não ouviam. O índice dos que sentiam depressão em decorrência da dor crônica também diminuiu 25%, enquanto que o índice dos que não escutavam música com regularidade permaneceu inalterado.


            


DESARMONIA CRÔNICA ENTRE CASAIS


      
        Dirceu Ayres

Uma das coisas mais desagradáveis que pode existir em um lar, é uma briga. Discutir, criar briga brigar ou ajudar a levantar uma polêmica, em qualquer; Circunstância é uma verdadeira desgraça e quando isso acontece dentro de casa; De um LAR, o resultado é o mesmo de uma guerra civil, onde não há vencedor nem vencido, senão, no final da contenda, dois aleijados. A desavença que é uma das doenças da Humanidade, não é somente desalentadora, Desagradável e perniciosa, pois que, magicamente, gera forças em um perigoso círculo mágico e vicioso. Tornando-se, portanto, um círculo MANDÁLICO, forte e gerador de um envenenamento; Tanto do corpo como da aura das pessoas que estão naquele ambiente. A energia gasta nessas contendas, é um desperdício estéril e perigoso para os que delas participam; esses se arruínam aos poucos. Somos Humanos, portanto, não somos insensíveis. Poderá vez por outra, Haver algum tipo de discórdia ou discussão; Divergência de opinião; Más, isso é como a erva no campo. A erva daninha é apenas um aviso, se a contenda continua a erva, assim como a discórdia, continuará se alastrando e estragará tudo de bom que já foi feito. Convém observar que as pessoas que não conseguem se sobressair fazendo alguma coisa boa, bem feita, ou alguma obra boa que chame a atenção de alguém, poderá tentar de outra maneira; fazendo o que é ruim. Esses seres perniciosos pretendem fazê-lo com discussões e isto é muito mal para ele E para quem tem a desgraça de aturá-lo. Pensar positivamente, evitar discussão, desentendimento ou briga, principalmente dentro de um LAR ou com parentes próximos, levara a convivência a uma vida desgraçada, convivência impossível e de mau gosto. Pensar sempre que para cada derrota, temos uma vitória. Para cada erro, temos um acerto. Cada passo que damos para trás, impulso para dar dois á frente. Para cada problema, existe uma solução. Para cada pergunta, existe uma resposta. Pensando assim e agindo corretamente, estaremos contribuindo para melhorar a energia do mundo e principalmente das pessoas. Com certeza vamos melhorar também a energia de nossos familiares e assim viveremos melhores.
     


DEMÔNIO OU NINFA NA PAJUÇARA


               
     Dirceu Ayres

O sol ardente queimava mais ainda seu corpo já enegrecido pelos banhos de mar. As ondas tão brancas, quanto às nuvens que pairavam no céu azul de brigadeiro, a brisa quebrava-se com violência de encontro a seu corpinho curvilíneo. Sugando o ar, beijando a água, acreditando numa carícia envolvente e, com as mãos molhadas, espalhava a espuma branca com certa volúpia sobre seu corpo. A própria mentalização de uma ninfa, de repente, um carrão. Vermelho como o carro do profeta Isaías, seus olhos caíram na silhueta de quem havia parado para apreciar aquela magnânima beleza e, como impelida pelo desejo de demonstrar o quanto à mãe natureza tinha sido bondosa consigo, fixou o corpinho frente aos olhos experientes do velho “Guerreiro” com o vento a sacudir seus lindos cabelos negros, e num gesto cruzado, se atirou em direção ao velho Gálaxie parado. “Poderia me oferecer um cigarro, Senhor, acesso se possível?” Como negar, até o carrão se pedisse? Encostou-se ao para-lama cereja metálico, tragou, deu profundo suspiro “Obrigado”. Por alguns minutos ficou como a trocar comprimentos no olhar. As exuberantes e exíguas peças negras de seu mini vestuário marcavam com precisão absoluta e milimétrica as curvas que faziam os contornos de seu corpinho bronzeado e como se isto não bastasse, movimentava-se em ritmos estudados e cadenciados, maltratando a mente cansada do piloto “Guerreiro”. A ninfa com cerca de 16 ou 18 anos, sorriu com ar ingênuo e soltou um “lindo” baixinho, mas, bem pronunciado, e depois como num sopro: lindo, lindo, lindo por três vezes e o velho “Guerreiro” nada ouvia, estava como petrificado. Levantou-se saiu do velho Ford companheiro de tantas aventuras, e desventuras, acostumado a ver e participar de tantas peripécias olha-o e este continuava indiferente a tudo e a todos. Olhou o sol, meio dia, puxa vida, calor externo violento, interno ainda mais, dose para elefante quem seria aquela frágil criatura que consciente ou inconscientemente sabia ser tão cruel? Pensava consigo próprio e como para se consolar, disse de si para si “Não! Não pode ser normal, deve ser neurótica de personalidade psicótica com algum trauma de infância ou algum sentimento profundo e doentio”. E lá se foi a Ninfa, rindo fazendo caretas próprio de sua idade. Mas, seria mesmo uma Ninfa, ou o Demônio provocando para matar mais um? Que arrisco... , O carrão correu, passou junto, breve aceno. Quem sabe? Talvez um dia (se não for o Demônio), o velho Guerreiro hoje no estaleiro, possa ir a forra.