terça-feira, 27 de março de 2012

Dilma vai negociar ou vai roubar de Marina Silva o título de "Cereal Killer"?

                       
     Dirceu Ayres


Dilma Rousseff e o Brasil só têm a ganhar votando o Código Florestal. Não existem concessões dentro dele que não existam, com muito mais abrangência, na legislação dos países que pagam ONGS para infernizar o governo e garantir os seus interesses comerciais. Marina Silva já está sendo conhecida como a Cereal Killer. Dilma Rousseff vai querer roubar-lhe o cetro e a coroa? Sem força para adiar a votação da reforma do Código Florestal para depois da conferência Rio +20, em junho, o governo aceita tratar já o tema na Câmara, mas para isso costura um acordo. A ideia é liberar a votação do texto do relator, Paulo Piau (PMDB-MG), deixando à presidente Dilma Rousseff a tarefa de vetar os pontos considerados mais danosos ao meio ambiente. Os ruralistas ameaçam não votar a Lei Geral da Copa enquanto o código não for analisado, o que tem gerado paralisia na Câmara, evidenciando a crise com a base aliada. O objetivo inicial do governo era protelar a votação para tentar reunir maioria em favor do texto aprovado no Senado. O Planalto argumenta que o relatório dos senadores é o mais próximo que se chegou de um consenso entre ruralistas e ambientalistas. A bancada do agronegócio, porém, diz que o texto do Senado prejudica os pequenos agricultores. Quer, por exemplo, ser desobrigada de cumprir percentuais de recuperação de florestas em margens de rio e é contra formulações gerais do texto que, segundo eles, dão caráter excessivamente ambiental ao código. Das cerca de 30 alterações ao texto do Senado, o governo aceita quatro, segundo a Folha apurou, entre elas retirar essas formulações. Outra mudança seria suprimir a necessidade de manter ao menos 20 m² de área verde, por pessoa, no avanço da urbanização sobre as áreas. A votação pode ocorrer no dia 10. No dia seguinte, vence o decreto que suspende as multas a desmatadores. A ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) negou que haja acordo, mas disse que o governo não vê dificuldade em prorrogar a suspensão de multas.

Supremo lança ferramenta que dá radiografia da instituição


      Dirceu Ayres

STF ainda mantém informações sob sigilo, como nomes de políticos que respondem a processos BRASÍLIA - Os cidadãos que acompanham as atividades do Supremo Tribunal Federal (STF) podem ver a Corte sob nova perspectiva a partir desta semana. Aderindo ao princípio de maior transparência, o STF lançou uma ferramenta que detalha seus processos e permite uma radiografia do funcionamento dos gabinetes. Até então, muitas dessas funcionalidades eram de acesso restrito aos gestores do Tribunal, que precisavam enfrentar certa burocracia para fornecer informações relativamente simples, como o número atualizado de processos acumulados em cada gabinete e a produtividade de cada ministro. Agora, é possível saber que a Corte tem um acervo total de 63 mil processos, sendo que os ministros Marco Aurélio Mello e Antonio Dias Toffoli têm o maior estoque, com mais de 8,5 mil cada. Eles emitiram de 1,7 mil a 2 mil despachos e decisões apenas em 2012. A ideia de um sistema como esse já era defendida por outros presidentes do STF, mas foi na gestão de Cezar Peluso que o projeto começou a sair do papel. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem um programa semelhante em relação à Justiça de primeiro e segundo graus do país - o Justiça Aberta - mas sem o detalhamento alcançado pela Suprema Corte. O sistema do STF permite, por exemplo, que o cidadão faça pesquisas por parâmetros, como tipo do processo, relator, localização atual dos autos e situação do processo (se ele está pronto para ir a plenário, por exemplo). A atualização do sistema será diária, sempre no início da manhã, e a base de dados para pesquisa vai até 2008. Uma das justificativas usadas pelos ministros para explicar atrasos em julgamentos é a retirada dos autos por advogados e a retenção de casos pelo Ministério Público (MP). As estatísticas do STF mostram que hoje há 4,3 mil processos sob responsabilidade do MP, mas apenas 360 com advogados. O STF, no entanto, ainda mantém algumas informações de interesse do cidadão sob sigilo, como os nomes de políticos que respondem a processos criminais. Nessas situações, vários ministros preferem adotar o uso de iniciais para dificultar a identificação. Outro entrave ao livre trânsito de informação é uma resolução editada em 2010 para regulamentar o processo eletrônico. Desde então, só é possível ter acesso total a documentos se eles integrarem ações que questionam a constitucionalidade das normas em vigor, ou ainda nos casos classificados como "repercussão geral", que servirão de paradigma para julgamentos semelhantes. Para todos os outros casos - mesmo que não exista segredo de Justiça - o acesso aos documentos só é permitido para quem tem um cadastro prévio no STF, condicionado à apresentação de um dispositivo de certificação digital. Agência Brasil

segunda-feira, 26 de março de 2012

AS AVENTURAS DA CLEUSA.

                  
      Dirceu Ayres

A jovem senhora sonhou com o namorado a noite inteira e quando acordou danou-se a conversar sozinha, disse: - estou toda molhada, (suada) estava que parecia um náufrago do navio Titanic já nas cenas finais. Levantei e me sentei no mármore frio, para acalmar os “ânimos”. Isso é prá se vê, como é duro ser mulher. Não bastasse a TPM que aparece quando a gente menos espera e deixa a gente cheia de amor pra dar. Outro dia chamei uma amiga para simular uma briga em frente da Delegacia para ver se os plantonistas prendiam a gente e quem sabe saia alguma coisa. Pense os agentes de Polícia na pior talvez tire a nossa agonia. A coisa é tão séria que, outro dia, no supermercado, um cara bonitão roçou em mim, descuidado. Minhas pernas tremeram e eu quase caí em cima da prateleira. Ele se desculpou, educado, eu quase ia dizendo: - Te dou uma hora pra parar de roçar esse troço em mim! -a sangria desatada, depois vem este furor sexual, este calor que sobe pelo corpo e de repente meu farol vermelho acendeu, o porta-malas ficou batendo e a biela começou a bater e o limpador ficou dançando de um lado prá o outro. Eu parecia um fusquinha descendo a ladeira da rodoviária e o Pneu dianteiro passando por mim ladeira abaixo. E olha que, pelo visto, a ferramenta do moço parecia uma chave de roda de trator. Aí me lembrei de outro grande amor da minha vida, o Tonhão. Puts, Grilo. Nunca vi nada igual. A primeira vez que ele se despiu na minha frente, fiquei tão apavorada que sai correndo e subi na mesa, como se tivesse sido atacada por um escorpião. Quando eu vi o tamanho daquela ferramenta, o pavor foi tão grande, que pensei comigo: "esse cara vai desmontar meu motorzinho. Mas não é que o danado queria que eu entrasse de ré na oficina dele? - Nem morta! – Gritei bem alto. - O que foi minha fulôzinha? Ninguém nunca morreu disso. - Mas, com certeza, alguém já deve ter saído destroncada. Não teve acordo e aquela coisa ficou trancada e presa e incomunicável dentro de sua cueca de algodão, tamanho super G. Há se o fabricante visse aquilo. Tirava o passarinho e colocava um chester. Durou pouco meu namoro com o Tonhão. Após algumas tentativas do que ele chamava sexo normal e, eu chamava, sexo animal, decidimos nos separar.Em compensação algumas semanas depois eu conheci o Luizinho. O Luizinho sempre aparentava ter acabado de sair do banho. Era cheirosinho, o cabelo molhado, a roupinha impecável. Era tão pequenininho que parecia um chaveirinho. Dava vontade de pegar no colo e ficar apertando aquelas bochechas rosadas. Um encanto. Mas era o reverso da moeda do Tonhão. A ferramenta dele era tão minúscula, que parecia chave de fenda de anão. Eu devo ter jogado pedra na cruz de Jesus!, Emprestei o fósforo para acender a fogueira para assar Joana Darc. Quando o Luizinho ficou pelado na minha frente, eu tive uma crise de risos. E pensei cá com meus botões, e agora?. Esse cara não vai nem esquentar meu motor, quanto mais ferver a água do meu radiador. E resolvi que seríamos apenas bons amigos, mas ele não concordou e fez uma prótese aumentando o Pênis, Resultado: ficou com problemas de coluna e dizem que está meio corcunda, assim, como um Quasimodo tarado. Agora para urinar precisa de ajuda para sustentar o peso da ferramenta.

SERRA VENCE PRÉVIAS E SERÁ PREFEITO DE SÃO PAULO. GRANDE IMPRENSA TORCE O NARIZ E OS TRAÍRAS DE SEMPRE ESTÃO EM CAMPO.

                      
     Dirceu Ayres


Vitória de José Serra já era esperada e irrita a grande imprensa  José Serra foi escolhido neste domingo pela militância do PSDB o candidato do partido à prefeitura de São Paulo. O resultado das prévias da legenda foi anunciado no anfiteatro da Câmara dos Vereadores, na capital paulista. A vitória de Serra consolida uma candidatura viável de oposição. O tucano ostenta uma longa ficha de serviços prestados como parlamentar, ministro, governador e prefeito. Terá pela frente a missão de se opor à hegemonia política e ideológica que o PT tenta impingir ao Brasil com uma eventual vitória de Fernando Haddad em São Paulo. Segundo o PSDB, 6.229 filiados votaram nas prévias. Serra recebeu 3.176 votos (52,1% do total), ante 1.902 (31,2%) do secretário estadual de Energia, José Aníbal, e 1.018 (16,7%) do deputado federal Ricardo Tripoli. Na cidade, o partido tem 20 000 filiados. Será a quarta vez que Serra concorre à prefeitura de São Paulo. Ele venceu a disputa em 2004 e exerceu o mandato até 2006, quando foi eleito governador do estado. Serra ingressou nas prévias em 27 de fevereiro, com o processo já em curso. Quando ele decidiu entrar na corrida, os pré-candidatos Andrea Matarazzo e Bruno Covas retiraram seus nomes para apoiá-lo. Assim que anunciou seu ingresso nas prévias, Serra fez questão de esclarecer que o sonho de disputar a Presidência da República estava adormecido. Interlocutores do tucano dizem o mesmo. A conquista de um cargo eletivo seria o passo necessário para aumentar sua influência no partido até as eleições presidenciais de 2014, nas quais ele seria um grande articulador. O voto nas prévias era facultativo e ocorreu em 58 diretórios zonais em toda a cidade. Houve problema em tablets usados como urna eletrônica nas zonais da Lapa e de Cidades Tiradentes: a votação teve de ser feita em cédulas de papel, de forma manual. A realização das prévias custou entre 250 000 e 300 000 reais ao diretório municipal da legenda. Do site da revista Veja - texto e foto MEU COMENTÁRIO: A vitória de Serra já era esperada e deverá ser mesmo o prefeito de São Paulo. Todavia, Serra terá que largar as bobagens politicamente corretas que intervém na liberdade das pessoas. Além disso enfrentará não só o turbilhão de calúnias e dossiês fajutos que serão produzidos pelo PT sob a orientação de Lula que perdeu a voz mas continua o dono absoluto do PT. De outra parte, José Serra terá contra si toda a grande imprensa brasileira, sem falar nos blogs do esgoto e na patrulha cibernética petralha. E, finalmente, enfrentará os desafetos de seus próprio partido. O PSDB não é um ninho de tucanos, mas um ninho de jararacas. Levando em consideração esses três aspectos e denunciando o risco que São Paulo corre de ser governado pelo PT se elegerá sem problemas porque os paulistanos são gatos escaldados pelas desastrosas administrações de Luiza Erundina e Marta Suplicy. (Aluizio Amorim)

Dilma aumenta custo da transposição do São Francisco em até 71%

                   
      Dirceu Ayres


Rio São Francisco: Custo da transposição aumentou 71% e chega a R$ 8 bilhões Vencidos o prazo original em que a transposição do Rio São Francisco deveria estar pronta e funcionando no semiárido nordestino, a obra registrou aumento de R$ 3,4 bilhões – ou 71% – em seus custos em relação à previsão inicial, segundo a mais recente estimativa feita pelo Ministério da Integração Nacional. Desde o início do governo Dilma Rousseff, o custo total da obra pulou de R$ 4,8 bilhões para R$ 8,2 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva previa inaugurar a obra em 2010. Isso significa que, se a transposição fosse uma aplicação financeira, teria rendido 65% acima da inflação do período. A alta foi de 8,2% entre dezembro de 2010 e março de 2012. (Estadão) Mais uma mentira das “grandes realizações de Lula”. A transposição do Rio São Francisco é uma obra megalomaníaca, condenada pelo Banco Mundial como inviável financeiramente, destrói sítios arqueológicos e causa danos ao Meio Ambiente. O custo da água ( que não servirá para os ribeirinhos e sim para agronegócios) terá o preço de água mineral. Se a obra foi considerada inviável no valor orçado imagine com o aumento de 71%. Um crime financeiro contra o país. (Jorge Roriz) COMENTO: Hoje, o que se vê na obra da transposição, tão decantada por lula e seus asseclas e áulicos, é erosão, mato crescendo e obra parada. O descaso é total. A situação cótica sob o ponto de vista da expectativa da obra. O "grande líder" dos petistas, que tanto criticara a obra em outro governo, fez dela seu "carro-chefe" nos discursos de campanha no Nordeste. Mas o que se vê é um "derrame" interminável de dinheiro público. O custo que era de R$ 4,8 bilhões, foi reajustado para R$ 8,2 bilhões no início do mês. Quanto mais se gasta, mas a obra se deteriora e anda a passos de tartaruga. BLOG DO MARIO FORTES

Serra já começa a negociar o vice. Se a história se repetir, nome sairá no último minuto.

                       
        Dirceu Ayres

Agora pré-candidato oficial do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra afirma que, se eleito, vai buscar parceria com a presidente Dilma Rousseff para combater o crack na cidade. Apesar do aceno ao PT no plano federal, o tucano critica duramente a gestão da ex-prefeita petista Marta Suplicy, a quem derrotou em 2004. Em entrevista, Serra afirma que a população de São Paulo compreendeu sua decisão de deixar a prefeitura em 2006 -apesar de ter assinado termo em sabatina da Folha, em 2004, dizendo que cumpriria todo o mandato. "Os adversários já tentaram explorar isso duas vezes [2006 e 2010] e não tiveram êxito", afirma Serra. Diz, ainda, encarar essa eleição como uma missão. "E como diz o filme, missão dada é missão cumprida." Leia abaixo trechos da entrevista concedida (para a Folha de São Paulo) por e-mail na sexta-feira e no sábado. Vice. A experiência federal indica que aliança pautada só no imediatismo ameaça paralisar o governo. E estou certo de que o PSD e o DEM [que reivindicam a vaga] querem o melhor para a cidade. Não será difícil escolher, ouvindo todos, um vice à altura de São Paulo, independentemente do partido a que pertença. Abandono da prefeitura. Os adversários já tentaram explorar isso duas vezes e não tiveram êxito. Agora seguem com a pauta pela terceira vez. A votação que eu tive na cidade como candidato a governador em 2006, superior à que tive como prefeito no primeiro turno, indica que a população compreendeu a minha decisão. Em 2010, ganhei em São Paulo nos dois turnos. Se quiserem explorar o assunto de novo, que explorem. O eleitorado de São Paulo não se deixa enganar. Legado. Há uma lista telefônica de boas iniciativas. Algumas começaram comigo e continuaram com Gilberto Kassab. Houve avanços em áreas como saúde, urbanização de favelas, metrô e ambiente. O PT tinha as famigeradas escolas de lata. Acabamos com elas. Eu comecei, Kassab terminou. Transporte. O PT fez corredores às pressas no último ano de prefeitura para usar como propaganda na campanha. Quando assumi, tinha corredor com defeito ou incompleto. E tinha corredor que nem corredor era, cheio de cruzamentos e sem área de ultrapassagem. Vamos colocar as coisas em seus termos. A cidade tem que ter mais metrô e com mais freqüência para reduzir a superlotação. Tem que fazer corredores corretamente. E precisa redesenhar todo o sistema, pois em muitos corredores, como o de Santo Amaro, há horários em que tem tanto ônibus que se forma uma fila imóvel. Não há solução fácil. Cracolândia. Esse é um problema nacional que começa com o controle de fronteiras, pois o Brasil não planta coca. O governo federal, que tira muito dinheiro da cidade e devolve pouco, tem de aportar recursos. Vou colocar toda a minha energia para juntar a prefeitura, o Alckmin e a Dilma para oferecer condições de o dependente se tratar. Erros. Só não erra quem não faz. Mas tenho certeza de que quando errei, errei de boa-fé, querendo acertar. Deixa os adversários apontarem o que eles acham que foram meus erros. É o que eles farão, não é? 'Missão cumprida': Sou intenso em tudo o que faço. Minha trajetória é reflexo disso. Tenho orgulho em ter servido meu país, meu Estado e a cidade onde nasci nos cargos pelos quais passei. Fazer a melhor gestão da minha vida e a melhor que São Paulo já teve é uma missão. E, pra mim, como diz o filme, "missão dada é missão cumprida".

Caso Thor Batista.


     Dirceu Ayres

Assim como previu este blogueiro no dia do acidente. Nossa eficientíssima e nada corrupta polícia chegou a conclusão de que a culpa pela morte no atropelamento em que se envolveu o Herdeiro Milionário Thor Batista, é do defunto. A perícia descobriu que o morto estava em altíssima velocidade, pedalando de chinelos, pela contra mão de direção e com os faróis apagados. Sem contar que o falecido tinha seus direitos de pilotar bikes cassado por haver levado 51 pontos na carteira. E ainda o laudo relâmpago que o IML emitiu comprova que o falecido tinha ingerido tanto álcool que os técnicos do IML ficaram surpresos pelo fato do rapaz não ter explodido com o impacto. E assim caminha o Brasil, agora a família da vítima (THOR) vai dar um $ONORO cala boca na família do finado. A justiça vai enrolando o processo até o dia em que o inferno esfriar, e o garotão nem teve a carteira de habilitação apreendida, mesmo com a quantidade de multas que vive levando. E o povo vai ficar assistindo a mais uma novela da impunidade, onde os poderosos são donos os do mundo. E tudo vai acabar em uma imensa pizza, onde o defunto se phodeu e ainda é culpado por isso. E viva a pocilga!!!!! E PHODA-SE!!!! (O MASCATE)