As pessoas andam enraivecidas, ou melhor, dizendo, bem enfezadas. O nome já diz, cheias de fezes, aquele estado de prisão de ventre caracterizada pelo constante mau humor. De fato, ficar enfezado deve tirar a alegria de viver de qualquer pessoa que seja ser humano. Mas ao invés de viver assim e enfezar os amigos e o mundo todo também, é melhor tratar da doença e livrar-se do peso das fezes. Não é garantido, mas poderá acontecer de se encher de fezes de tal modo que irá passar para o cérebro, pode sim. Mas é possível que seja o que está acontecendo agora com essa onda indefectível do “politicamente correto”, criado por pessoas que aparentemente não sentem prazer, nem se alimentando nem transando, nem fazendo coisa nenhuma. Essas pessoas cheias de fezes resolveram que vão acabar com o humor nosso de todos os tipos. Tudo ofende. De tudo elas reclamam. Tudo é pornográfico, pornofônico, aviltante, tudo ultrapassa a linha que elas desenharam no chão, num pequeno círculo (que não é um Mandálico) em torno dos pés que mal caberia com certeza a sua própria sombra quando bem projetada ao meio dia. São de um mundo limitado e infeliz de poucas cores básicas que não permite ver todas as nuances e matizes que a luz solar nos traz. Para essa gente sem cor, sem cheiro (a não ser de fezes) e sem sabor, pois é enfezado e empedrado poderia até dizer... Todo entupido. Que desgraça de gente, para poder aturá-los temos que ser bem tolerantes e não levar em conta todo seu mau humor, essas infelizes criaturas vivem porque vêem os outros vivendo e só por isso tentam botar fezes no caminho de outras pessoas ou em seus próprios caminhos. Tornam suas vidas muito difíceis e não raro a nossa vida também precisa ser uma espécie de equilibrista para com eles ter alguma aproximação ou algum comercial. Pois os ENFEZADOS com tantas fezes até na cabeça além das fezes que já tem nos intestinos, não são fáceis de lidar. As fezes que normalmente são aderentes como Ventosas ou mesmo um caracol, ficam ali pregadas e sendo alimentadas pelo próprio portador dessas “Belezas”. Com idéias absurdas eles vão alimentando seu próprio estoque de fezes para não deixar de ser enfezado e não faltar em seu almoxarifado particular quando precisar para infernizar os outros. Esperamos que diante do quadro de evolução porque passa a humanidade essa gente possa se tratar, melhorar de vida, ser mais tolerante, mais amigo e companheiro para saúde nossa e deles também. Se assim não acontecer será um verdadeiro desastre tanto para quem tem desventurada precisão de tratar com eles como até para a saúde deles próprios, pois enfezados e enfezando a todos que deles se aproximam nunca chegaremos a contribuir para limpeza das fezes que eles têm nos intestinos e principalmente na cabeça. Tem de limpar.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O CONQUISTADOR.
DIRCEU AYRES.
Eu, Jumento Pai d’égua;
Eu, Jumento Pai d’égua;
Amando moça tão pura,
Minha vida que era escura
Pra ela, eu corria as léguas.
Fazendo sempre um amor
Com uma Jovem gostosa,
Nem tanto por ser formosa,
Mas, com ela não tinha dor.
Gata manhosa, bem faceira
Quando olha os homens gritam,
Uns elogiam, outros criticam,
Tudo isso é uma besteira.
Carregar sempre essa dor
De ser amante escondido
Embora sempre sentido
Lembrando sempre amor.
Não sou mais conquistador,
Nem consigo me esquecer
Dos tempos que com querer
A amava com muito ardor.
Mesmo assim to satisfeito
Pois essa vida vai levando,
Continuo a ela amando
Agora não tem mais jeito.
Pendurado à minha cruz
Terei gostado dessa vida,
Vou esquecendo a ferida
Que meu coração produz.
A mente tem as lembranças
Das garotas que eram formosas
Mesmo sem serem gostosas,
Eram minhas conchanbranças.
Assim conto minha estória
Que eu vivi há tanto tempo,
Pra esquecê-la não agüento
Essa estória é bem notória.
Aqui eu vou dar um passeio
Do jeito do conquistador
Más por ela que ainda estou
Esperando com receio. .
Mais quando tiver partido
Desse mundo que é insano,
Nunca mais cometo engano
Não serei mais distraído.
Na terra da luz dourada
Serei muito bem recebido,
Serei também um escolhido
Pra continuar minha estrada.
EU OUTRA VEZ
Tem gente que perto a mim DIRCEU AYRES
Não gosta do que eu escrevo,
Eu não gosto de seu soberbo;
Minha vida é mesmo assim.
Vou escrever sempre sim
Nessa vida é meu tempero,
Não suporto o desespero
E ver quem gosta de mim.
Não saio, nem pra passeio!
É uma vida sem qualidade,
Pensando, só tenho saudade!
Nem da morte tenho receio.
A vida que estou levando
Nem o Diabo a levaria,
Espero que algum dia
Devagar vá terminando.
Se passar essa agonia
Que estou sentindo agora
Juro por nossa Senhora
Vai melhorar o meu dia.
A vida que suportei,
De menino até adulto
Com respeito eu reputo
Vida que eu não gostei.
Ou vidinha condenada
Essa que estou levando
Pela morte esperando,
É escrever e mais nada.
Depois que eu adoeci
O dinheiro escasseou
Amigo se evaporou
Escafedeu-se, não vi.
E velhos amigos meus,
Esqueceram-se também
Já não vejo mais ninguém
E filho, desapareceu.
Pai é Pai em qualquer parte
Toda hora é de alegria
Todo ano em qualquer dia,
Não desconheça esta arte.
Em hora de uma precisão
É que se mostra o amor
Como Sr. Jesus ensinou
Não deseje a excomunhão.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
DOUTORA AUDINEI
Não é moça amargurada DIRCEU AYRES
Isso aqui será versado
Na Literatura de Cordel
Aqui mesmo é narrado.
Vamos contar essa estória
De uma jovem aloirada.
Com cerca de trinta anos
É Doutora, sim senhor
Na guerra ou desengano
Usa a garra com amor,
Nesse Estado soberano
Deixa de lado o engano;
Pois Audinei aqui ficou.
Em Maceió se fixou
O Dirceu a conheceu,
Tomou séria decisão
Tratar todos com amor,
Quando emite opinião
O mal já se escafedeu.
Seu pai ficou confiante
Quando a viu conversando,
Ele estava bem feliz
Ver a filha trabalhando
A loira brava e mportante,
Ao paciente exclamando:
Sou Doutora mestrada,
Mas tenho algo a falar.
Conheci na Medicina
Um lugar onde ficar,
E de pessoas carentes
É que pretendo cuidar,
Com mazelas diferentes
Pois Audinei aqui ficou.
Em Maceió se fixou
O Dirceu a conheceu,
Tomou séria decisão
Tratar todos com amor,
Quando emite opinião
O mal já se escafedeu.
Seu pai ficou confiante
Quando a viu conversando,
Ele estava bem feliz
Ver a filha trabalhando
A loira brava e mportante,
Ao paciente exclamando:
Sou Doutora mestrada,
Mas tenho algo a falar.
Conheci na Medicina
Um lugar onde ficar,
E de pessoas carentes
É que pretendo cuidar,
Com mazelas diferentes
Dessas que engana gente
Eu vou botar pra quebrar.
Para livrar o paciente.
Espero que alguma Santa
Que a ela tenha amizade
Não a deixe com saudade
E seu sorriso que encanta.
Meiga serena, competente
Trabalha duro, com gente,
Atende pessoas doentes
Mas nunca larga o batente.
Loira linda e sorridente,
Doença corre da beleza
Só precisa usar destreza
E continuar tão decente.
Serei seu admirador
Uma palavra de conforto
Bom na profissão ter gosto,
Quero ser seu protetor.
ELE AINDA NÃO MORREU
DIRCEU AYRES
Leve em conta, o Poeta não morreu;
Amigos certos, sentirão saudade
Tanto dos versos que ele escreveu
Como palavras de maviosidade.
É certo que seus versos não morrerão,
Estará sempre em cada um de nós,
Todos os versos declamados e ouvirão
Que cada Poema conterá a sua voz.
O Poeta que para nós nunca morreu
Pode até tá “encantado”, ouso dizer
Pois Poeta igual a ele não nasceu
Ou não fez ainda por onde merecer.
É muito certo que a lembrança ficará;
Profundamente encravado em nosso ser
Em todo verso por bom tempo se ouvirá
Boa lembrança, o carinho e bem querer
ELA
Dirceu Ayres
Se a vida lhe trouxer insegurança
Usa tua luz própria estendida!
Tua rua nunca será comprida
Pois será a paz da esperança.
Lembra, tua luz vem desde criança!
Teu dia passa a luz não espera.
O inverno muda em primavera,
Teu desejo muda em esperança.
Pode ser que pratique asneiras
Não temas que digam bobeiras,
Esqueça arrependimento e pudor.
Relaxe teu corpo tão vacilante
O conforto dos filhos é inebriante,
Entrega o corpo ao amado com amor
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
EMBALÁGEM COMESTÍVEL
Embalagem comestível, biodegradável e antimicrobiana. Plástico comestível, biodegradável e com propriedades que inibem ou retardam o desenvolvimento de microrganismos. O novo produto, um polímero natural feito a partir de amido de mandioca e açúcares, é resultado do projeto de pós-doutorado da engenheira química Cynthia Ditchfield, do Laboratório de Engenharia de Alimentos, do Departamento de Engenharia Química da Duck University. O produto pode ser usado para fabricar embalagens ativas, que apresentam vantagens em relação às convencionais. A principal delas é que, além de proteger, dificulta a oxidação do produto, pode mostrar se os alimentos, por exemplo, passaram por alterações de temperatura durante a estocagem e, por último, é antimicrobiana que evita o crescimento de microrganismos e a degradação do produto. A pesquisadora acrescenta que, além dos ganhos econômicos, haveria também o benefício ambiental da embalagem biodegradável e comestível, reduzindo a quantidade de lixo gerada. “Outro aspecto interessante seria a substituição de conservantes sintéticos, que são incorporados aos alimentos para aumentar a sua durabilidade, por compostos naturais que são mais seguros para o consumidor”. Puts grilo, observe e...
Agora pense no perigo dos nossos amigos que já comem as calcinhas das mulheres praticando as suas taras, agora com essas calcinhas comestível e antimicrobiana o bafafá que vai ser!!!. E de plástico mas...Comestível, Antimicrobiana e Biodegradável, como se isto não bastasse, ainda é de dificultar a oxidação principalmente na fricção do entra e sai da “coisa” e ainda evita o crescimento dos microrganismos e a degradação “daquilo”. Que segurança; que tranqüilidade. Agora vão botar mesmo para quebrar. (Ou pra gozar) Como chega a ser interessante ler, entender e até praticar essas coisas, como diria o pessoal do interior, Deixa lascar a tábua do meio, mas só vou deixar de “faturar” quando não agüentar mais. Imagine o Inventor ter o trabalho de Estudar, testar e mandar fabricar calcinhas comestíveis,Uáu isso já é de mais, como se não bastasse a calcinha cobrir uma coisa já comestível, agora podemos comer com calcinha e tudo. Putz-Grilo. Ou devia dizer Grelo, isso é demais mesmo. Sair com uma gata, levar para um Motel bastante confortável, esperar o strip-tease, ver que é higiênica, cheirosa, sabe fazer amor como poucas, transar uma ou duas vezes, sentir não só seu perfume, mas o perfume de sua pele, seu suor, seu calor, sua energia, ter um orgasmo enorme por causa da satisfação e como se tudo fosse pouco...Ainda tem a calcinha para ajudar a matar a fome, comendo-a. É demais, sou Cardiopata e talvez não suporte tanta emoção. Mas como todas as pessoas têm de morrer um dia, espero morrer fazendo exatamente uma coisa maravilhosa dessa com uma gata que mereça não só o meu amor como a minha morte. –Morro tranqüilo-.
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