sábado, 7 de maio de 2011

AMARGURA DE CRISTINA

.                                                  Dirceu Ayres
Uma das delícias do jornalismo na internet é a conversão dos leitores em parte integrante da notícia. No instante em que esse texto está sendo escrito, a “cozinha” do blog, área de trabalho do repórter, informa: Já foram enviados a esse recanto da web 1.079.620 comentários de leitores. Desse total, 942.996 foram divulgados.Os outros 136.624 desceram ao purgatório, espaço inacessível aos navegantes, onde repousam as mensagens bloqueadas. Dias atrás, uma leitora irritou-se com artigo veiculado aqui. Enviou uma mensagem de protesto.Indentificou-se como Cristina que odeia o Josias de Souza. Depois de explicitar as razões de seu ódio, Cristina deu um conselho ao repórter: “Você já era. Deveria acessar um blog de aposentadoria. Mas A necessidade de encher a geladeira impede o repórter de atender Cristina integralmente. Mas ela será parcialmente contemplada. Nos próximos dias, o blog vai navegar em www.ferias.com.br.. Uma boa notícia para Cristina e para os outros 21 leitores desse espaço. A má notícia é que o repórter voltará logo. Pena. Mas ainda não invetaram um contracheque imune ao derramamento de suor. Para ventura de Cristina, também não foi inventado o ser humano capaz de acompanhar o ritmo das máquinas. Desde a fase da pedra lascada, todas as ferramentas de produção evoluíram, menos o gênero humano. O repórter vem de um tempo em que a notícia era batida em máquina de escrever e rebatida pelo operador do linotipo. Hoje, volatilizada, a informação voa de um computador ao outro sem ser tocada por mãos humanas. Para alguém que ainda não sabe direito como funciona o interruptor de luz, a adaptação não tem sido fácil. O computador chegou para provar que existe um ser superior que dirige o universo. Só faltou explicar como ele passou no psicotécnico. De tempos em tempos, quando o repórter pensa que já domina a máquina, ela cuida de demonstrar sua superioridade. O computador engole textos que custaram a ser escritos, rosna alarmes de vírus, trava, desliga-se sozinho. Tem vida própria. E é dado a sacanagens. Dono de sistema operacional primitivo, que exige oito horas de sono e alimentação regular, o repórter vê-se compelido a sair em férias de raro em raro. Por sorte, há www.cristina.odeiojosiasdesouza.com.br para lembrar que chegou a hora de descansar. Assim, até logo. Volto antes do final do mês. Já não vejo a hora de açular o ódio de Cristina. Surrpiádo do blog de Josias de Souza.

CRÔNICA DA LOUCURA

             Dirceu Ayres
O melhor da Terapia é ficar observando os meus amigos loucos. Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou. Durante quarenta anos, passei longe deles. Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco todo dia, toda semana, todo mês. Para fazer terapia o melhor mesmo da terapia é chegar antes na sala do Médico, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco. Ninguém olha para ninguém. O silêncio é uma loucura. E eu, como louco, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se são mulheres e estariam usando uma calcinha bem branquinha, Acho que todo louco gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo. E a sala de espera de um "consultório médico", como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela ), é um prato cheio para um louco como eu. Senão, vejamos: Na última quarta-feira, estávamos: Eu, Um crioulinho muito bem vestido, Um senhor de uns cinqüenta anos e Uma velha gorda. Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia do princípio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados. O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do "Harmonia do Samba "? Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza. O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma arma lá dentro. Podia ser perigoso. Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina. E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo de viver. Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assuou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual? Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido. Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava. Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse. Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista. Conto para ele a minha "viagem" na sala de espera. Ele ri... Ri muito, o meu psicanalista, e diz: - O Ditinho é o nosso office-boy. - O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades. - E a gordinha que está de calcinha branca é a Dona Dirce, a minha mãe. "E você, não vai ter alta tão cedo..." Filho da puta, que cagada!!!

CHANTÁGEM COMO ARMA POLÍTICA

 Dirceu Ayres
O Brasil completamente podre. Transcrevo abaixo, após este prólogo, a parte inicial de matéria da Veja revelando mais uma das sórdidas manobras de Lula e seus sequazes. Veja foi às bancas mais cedo em decorrência do feriadão. A matéria retrata parte de um “dossiê” montado dentro do Palácio do Planalto para chantagear a oposição e que já esvaziou completamente a CPI dos Cartões Corporativos. A turma do PT é assim. Justifica a sua corrupção com a suposta corrupção alheia. Mesmo sendo verdadeiras as graves denúncias desse dossiê, elas jamais poderão servir de expiação às práticas anti-éticas e imorais de Lula e seus sequazes, como não poderão, igualmente, servir de justificativa para qualquer governo, em qualquer instância estatal, que for pilhado metendo a mão no erário. Trata-se de mais um escândalo de proporções inauditas. Num país sério e verdadeiramente democrático a prática da chantagem é intolerável. O governo cai inteirinho. Ocorre que tudo isso que se vê acontecer com o advento da chegada do PT ao poder tem o beneplácito da maioria da população brasileira. Reafirmo o que já disse várias vezes: o povo brasileiro é constituído de uma sub-espécie do gênero humano. A maioria é desonesta, oportunista e mentirosa. Por isso tolera, quando não estimula, as práticas imorais. Trata-se de um povo estúpido, de cérebro simiesco, covarde, pusilânime e, sobretudo, perigoso e, portanto, capaz de cometer as piores iniqüidades, como tirar a vida do próximo numa esquina para na outra brindar o resultado do latrocínio com um lauto churrasco regado à boa cerveja gelada. O que precisamos é de verdadeiros Brasileiros que queiram ajudar na grandesa do Brasil sem essa de roubar o Pais considerar o que dizia Olavo Bilac. "A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos; é o idioma criado ou herdado pelo povo. Um povo só começa a perder a sua independência, a sua dignidade, a sua existência autônoma quando começa a perder o amor ao idioma natal. A morte de uma nação começa sempre pelo apodrecimento de sua língua"(Olavo Bilac) Ainda achamos pouco e elegemos políticos que só faz merda.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

UM PAIS SEM HEROIS


  Dirceu Ayres
Por sorte ou azar temos um governo altamente corrupto e também contagioso. O Brasil ao longo de sua existência, ou desde sua Descoberta, se caracterizou como um país pouco afeito à violência na formação de sua sociedade. As poucas rupturas, ou as mudanças de governo, as decisões políticas e até mesmo as ditaduras não tiveram o perfil de catástrofe ou trauma semelhantes ao que aconteceu em outros países. Osvaldo Epifanio lembra que na Europa, por exemplo, houve: “cenário de invasões, extermínios, guerras marcantes para o seu povo. A chamada Guerra Civil Espanhola -- apenas para ficar na ilustração --, foi um conflito entre duas frentes militares, ocorrido na Espanha entre os anos de 1936 e 1939, com a conseqüência da morte de mais de 400 mil espanhóis e uma queda enorme na economia, a queima de vários campos e milhões de moradias destruídas, um abalo financeiro e queda do PIB que demorou quase 30 anos para se normalizar”. Hoje, podemos aquilatar, é um país invejável, que cresce 3,8% ao ano. Não seria por isso – uma população que teve o destino de se livrar de tantas desgraças – que o Brasileiro não tem heróis? Heróis de verdade, como aqueles que transformaram uma época, uma vida; homens e mulheres que escreveram a história e que mudaram o pensamento humano em todo o mundo. Martin Luther King (Em 1963, liderou um movimento massivo, "A Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, organizando campanhas por eleitores negros); Giuseppe Garibaldi (1807-1882, principal figura militar e o herói mais popular na época da unificação da Itália que ficou conhecida como RISORGIMENTO. Ele é considerado um dos criadores da Itália Moderna); Ghandi (líder pacifista indiano 1869-1948, principal personalidade da independência da Índia), de frase memorável que atravessa décadas: “A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte.”; Winston Churchil (homem de incendiária oratória que permitiu a coesão espiritual do povo britânico nas horas de prova suprema que significaram os bombardeios sistemáticos da Alemanha sobre Londres e outras cidades do Reino Unido). Maximilien de Robespierre, advogado e político francês, uma das personalidades mais importantes da Revolução Francesa. Os seus amigos chamavam-lhe "O Incorruptível". (foi um dos raros defensores do sufrágio universal e da igualdade dos direitos, defendendo a abolição da escravidão e as associações populares). Ele defendia que "A mesma autoridade divina que ordena aos reis serem justos, proíbe aos povos serem escravos". No dia 8 de março de 1857, operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, como reivindicação pela diminuição da carga horária diária de trabalho, de 16h para 10h. Estas operárias - que recebiam menos de um terço do salário dos homens - foram fechadas na fábrica onde se iniciou um incêndio. Cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1903, portanto 46 anos após aquela terrível experiência, mulheres norte-americanas iniciaram o movimento histórico “Pão e Rosas” que mudou por completo o que se pensava sobre elas em todo o mundo. Se somados todos aqueles brasileiros que entraram nos livros didáticos como personagens históricos, ver-se-á um time de sortudos. São descobridores circunstanciais e festeiros (Pedro Álvares Cabral e Diogo Dias). Este, segundo o descobridor, (Fernando da Silva Correia). “Homem gracioso e de prazer, leva consigo um gaiteiro e mete-se a dançar com todo aquele povo, homens e mulheres, tomando-os pelas mãos, com o que eles folgam e riem muito ao som da gaita”. Vejamos aqui outro exemplo: Bandeirantes, aqueles mesmos tão celebrados desbravadores das terras paulistas e mineiras, eram marginais por vocação. ”A partir de 1619, os Bandeirantes intensificaram os ataques contra as reduções jesuíticas, e os artesãos e agricultores guaranis foram escravizados em massa.” (Waldemar de Almeida Barbosa). D. Pedro I tinha uma vida marcada pela intempestividade, além de uma sexualidade pouco aceita para a época (don-ruanismo exacerbado), que resultou em graves cisões no governo.” (Bruno da Silva de Cerqueira). Tiradentes, um espertalhão! Se ele quisesse realmente um Brasil melhor teria lutado pela abolição dos escravos, o que não fez, pois era riquíssimo e tinha fazendas e escravos. Incrível como o brasileiro é carente de heróis. Mudou, inclusive, a fisionomia de Joaquim da Silva Xavier: tornou-o uma versão moderna de Jesus Cristo, com barbas, cabelos e vestimentas iguais. Uma farsa. O mais grave é que há contentamento, passividade, aceitação, ou seja, há um sentimento de adoração em torno desses, digamos, acamaradados históricos. Somos todos mentirosos, empedernidos admiradores, satisfeitos com esse show de bestialidade. Historiadores, professores e povo se deleitam em apenas se abastecer do simples enredo dos fatos, pois os heróis permanentes, e não os casuais, nunca existiram. É o caráter simbólico da representação que envolve sempre um apelo a elementos emocionais. Se não existem heróis, não há história. Ou sem história não há heróis? Desejar a morte para garantir a autenticidade e a virilidade seria patético, insano e imensamente... Fúnebre! Mas a dor, definitivamente, não faz parte desse povo carnavalesco. A folia intrínseca brasileira é objeto de desejo de outros povos que, invejosos que são das nossas maledicências, afiam a língua em nos chamar de “bananas” e “tupiniquins”. São os corpos suados e morenos, os bumbuns ardentes em majestosas pernas roliças as grandes vedetes, os nossos heróis nacionais -- que fazem nascer o orgulho de Macunaíma. Sorte ou azar?

ESTADO POLICIAL E INCONSTITUCIONAL



                                                         Dirceu Ayres
O ex. ministro da Justiça, Dr. Tarso Genro, advogado de ofício e político, tem mostrado, ao longo dos anos, muita habilidade no uso das palavras. Ele tem dito que o "governo não aceitará pressões para a revogação ou modificação da legislação de tolerância zero na ingestão de bebidas alcoólicas por condutores de automóveis". Com relação à legislação recentemente aprovada, o que preocupa é que ela contém várias inconstitucionalidades, como se uma somente não bastasse. Então, falhou o exame preventivo de constitucionalidade do parlamento, exercido pela Comissão de Constituição e Justiça, e o do Executivo, que se dá no poder de veto. Embora o ministro Gilmar Ferreira Mendes, ex. presidente do Supremo Tribunal Federal, já tenha defendido, na mídia, a legislação, há alguns anos publicou artigo sobre o princípio da proporcionalidade. Nesse artigo, facilmente encontrável na rede mundial, Gilmar Mendes menciona o vício de inconstitucionalidade por excesso do legislador e historia os precedentes do STF e os do Supremo Tribunal da Alemanha. Diz o artigo que a doutrina identifica como violação ao princípio da proporcionalidade a contradição, incongruência, irrazoabilidade ou inadequação entre meios e fins, na legislação. Não há dúvida de que essa legislação, desde a expressão - tolerância zero - não atende ao princípio da proporcionalidade, sendo desarrazoada e inadequada, expondo a cidadania ao risco da prisão. Assim, se é certo que o consumo de bebidas alcoólicas não combina com a condução de veículo automotor, é certo igualmente que um cidadão não pode ficar exposto, por um pequeno consumo, num almoço de família, numa confraternização ou algo parecido, a uma situação extremamente vexatória de ser tratado como criminoso. Essa legislação é própria de um Estado policial, não de um Estado democrático de direito. Em um Estado policial, a cidadania vive amedrontada e pressionada pelos órgãos e aparelhos de segurança com o risco de prisão pelo menor deslize que possa cometer. Um Estado policial não é razoável, nem proporcional na sua legislação, menos ainda na sua execução. Poder-se-á dizer que a prisão, no caso da legislação citada, somente ocorrerá em determinadas situações, podendo ocorrer quando não houver submissão "espontânea" ao bafômetro. Todavia há o risco da prisão, e a multa em substituição à não-submissão ao bafômetro é uma forma de coação (pecuniária). Deve-se ter sempre em conta que os fins não justificam os meios, especialmente quando os fins não são razoáveis e proporcionais. A legislação não pode deixar a um policial a discricionariedade de executá-la. A exigência do bafômetro fere o direito fundamental de primeira dimensão, o mais antigo, portanto, o da liberdade, o da preservação da integridade física e moral do indivíduo, o de que nada o obriga a se auto-incriminar. A coação da multa substitutiva é ilícita.

A GRAVIOLA

                                                         Dirceu Ayres
Mais uma arma no combate ao Câncer de várias espécies e outras mazelas. Considerada aliada importante no combate a mais de doze tipos de câncer (pulmão, seio, próstata, entre outros), a Graviola é fruto de uma árvore proveniente da Amazônia. Estudos realizados "in vitro" em mais de vinte laboratórios mostram que proporciona uma melhora - durante o tratamento - dez mil vezes maior do que com a quimioterapia. Desde 1996 o Health Sciences Institute (Instituto de Ciências e Saúde dos Estados Unidos) coleta e estuda dados sobre a Graviola para o tratamento do câncer. Os cientistas procuram comprovar sua real eficiência no combate às células cancerígenas. Além de melhorar a perspectiva de vida do doente, o tratamento natural dá - na maioria das vezes - a sensação de força e vitalidade necessária para sua recuperação. Uma terapia completamente natural será possível, sem causar efeitos secundários severos - náuseas e perda de cabelo, efeitos provenientes da quimioterapia - a partir de extratos extraídos desta árvore tão poderosa. O Sistema Imunológico agradece. Evitar possíveis infecções protegendo o sistema imunológico também será possível com o uso da Graviola. Porque, diferente da quimioterapia, a Graviola é seletiva,  não destrói células saudáveis. Há centenas de anos a população indígena da América do Sul usa partes da árvore - casca, raízes, e frutos - no tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas de fígado, artrite. É antibacteriano, anti-reumatico, e muito útil para combater tosse, diarréia e febre. Usado em dosagens de 600 mg, na forma de cápsulas, pode ser combinada com vitaminas A, E, C e Selênio. É um tratamento que pode e deve tornar-se uma das poucas alternativas no combate ao Câncer, doença que tanto mal vem causando. Outras propriedades da planta O uso medicinal da Graviola pelos indígenas tem uma longa história. Tradicionalmente é usada como chá no tratamento de catarro nos Andes, no Peru.  A semente tem ação parasitária; raízes e folhas são usadas como sedativos anti-espasmódicos e no tratamento de diabetes. Elementos ativos e bioquímicos da Graviola estão sendo estudados por cientistas desde 1940. É muito usada na medicina natural e validada por pesquisas científicas. Estudos de diferentes pesquisadores demonstraram que o caule é tão bom quanto às folhas no tratamento da hipotensão. É anti-espasmódico, vaso-dilatador, relaxante da musculatura lisa. Os pesquisadores voltaram a verificar, em 1991, as propriedades hipotensivas das folhas de Graviola. Estudos in vitro demonstram que folha, caule, raiz, talo e extratos de semente têm função antibacteriana sobre vários tipos de infecção. O caule tem, ainda, propriedades que atuam contra fungos e parasitas. Em dois outros estudos, realizados em 1990 e 1993, verificou-se que o extrato das folhas atua contra a malária; folhas, raízes e sementes podem ser usadas contra insetos. Em 1997, novo estudo clínico comprovou que alcalóides da fruta de Graviola apresentam efeitos antidepressivos em animais. Consumo O suco da polpa da graviola é delicioso. A polpa da graviola é fibrosa e contém uma boa quantidade de proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas C e B, potássio e fósforo.Uma vez madura a graviola se decompõe com bastante rapidez e por esse motivo é normalmente comercializada na forma de polpa congelada. No Brasil, a graviola é bastante apreciada e seu cultivo é comum em pomares domésticos de cidades e sítios das regiões Norte e, especialmente, Nordeste, onde existem também áreas de plantio comercial da fruta. Nessas regiões, a graviola costuma ser consumida em estado verde como legume, podendo ser cozida, assada ou frita em fatias. O nordeste do Brasil é, seguramente, um dos lugares do mundo onde mais se comercializa e se consome a graviola: verdadeiro exagero, na época da frutificação a graviola está em todos os quintais, em todas as feiras, em todas as bancas, em todas as mesas, em todas as bocas, para o prazer e para o deleite de todos
Comprovada ação contra o câncer A Graviola apareceu no programa do INC - Instituto Nacional do Câncer - nos Estados Unidos, em 1976. Pesquisas “ali realizada comprovam que folhas e sementes da planta da espécie Anonácea acetogenins” apresentam atividade citotóxica em células cancerígenas. Potente propriedade antitumorígena e pesticida (acetogenios) foi descoberta em suas folhas, caule e galhos. Três laboratórios diferentes estudaram seu modo de ação, demonstrando ser um excelente inibidor do Complexo I no transporte de elétrons do organismo, incluindo tumores. Outro estudo demonstrou que um acetogenino da família "Anonácea" teve efeito citotóxico em adenocarcinoma (colon) dez mil vezes superior ao efeito da droga quimioterápica Adriamicina. O que comprova que, cada vez mais, são descobertas importantes propriedades fotoquímicas, anticancerígenas e antivirais. Descrição dos princípios ativos Estudos fitoquímicos indicaram a presença de muitas substâncias, incluindo taninos, alcalóides e ácido gama-aminobutírico nas folhas da "Annona muricata" (Keharo e Adam - 1974). Acetaldeído, amocapróide, arnilóide, anonaína, anomuricinina, anomurina, anonol, atherosperminina, beta-sisterol, campesterol, cellobiose, ácido cítrico, citrulina, coclaurine, coreximinino, dextrose, etanol, folacina, frutose, gaba, galactomannan, geranil-capróide, glucose, HCN, ácido isocitrico, ácido ignocérico, do.málico, manganês, meril-alcool, metanol, metil-hex 2-, enoato, metil-hexanoato, muricinina, muricapentocino, muricoreacina, ácido mirístico, ácido cumarico, parafina, cloridato de potássio, procianidina, reticulina, scillitol, ácido esteárico, estefarina, stigmesterol, sucrose tanino, xilosil, celulose. Usos Etinobotânicos
Antiespasmódico, Adstringente, Desodorizador Corporal, Diarréia, Feridas, Úlceras, Malária (Doença Tropicais em Geral), Tranqüilizante, Expectorante, Próstata, Função Pancreática, Diabetes I e II, Depressão, Sistema Nervoso Central, Alcoolismo, Funções Digestivas e Intestinais, Depurativo Sangüíneo, Terrenos Cancerígenos e HIV (AIDS), Epilepsia, Parkinson, Escleroses, Artrite e Artrose, Lupos e Leucemia. Há cerca de 1 ano a Comunidade Européia, principalmente a Alemanha, está utilizando a Graviola com muito sucesso, seguindo aplicação similar aos Estados Unidos.
Fontes:



NEVE NO NORDESTE!!!!!!!!!!!!

         Dirceu Ayres
Uma mulher viaja de férias pro Nordeste e lá conhece um negro muito bonito. Os dois começam a conversar, surge uma paixão irresistível e os dois acabam transando. Depois da transa, ela pergunta o nome dele, mas ele se nega a dizer, alegando que ela vai rir quando souber. A paixão prossegue durante 15 dias. Na véspera do embarque de volta, a mulher insiste para que ele revele seu nome e ele finalmente cede: - Meu nome é Neve. Ouvindo isso, a mulher começa a gargalhar e o negro diz: - Está vendo? Você é igual às outras, está zombando de mim. - Não, eu estou rindo da cara do meu marido, quando eu disser que peguei 30cm de Neve todos os dias no Nordeste. Não é nem chega a ser uma novidade um negrão e uma branquéla, outro dia estava lendo que uma turista da dinamarca havia dado de presente ao criolo um automóvel novinho em folha. Não sei também se ele era um “neve” mas com certeza um tremendo negrão de um metro e oitenta de tamanho e cerca de 110 (cento e dez kilos) Também não sei nem quero saber se era daqueles que andam com três pernas, mas essas turistas alvinhas européias ou Nórdicas querem matar a curiosidade de ver se a tinta do corpo do criolo larga quando está suádo ou tem mesmo muita energia pois, na terra delas dizem que os Negros são bons de serviço até para colocar lenha nas caldeiras ou fornalhas de locomotivas, usinas e outras frabricas que tenham fornalhas. Bem indicado para alimentar o gás das caldeiras dessas turistas. É preciso somente lembrar que não são todos os criolos que tem o nome de “neve”aquele por acaso tem esse nome talvéz como apelido. Sabe-se que muitas vezes elas param os veículos como as mulheres de rua as nossas “mariposas” e chegam a fazer uma concorrencia danada as profissionais Brasileiras. Depois da “corrida” elas podem dizer em sua Pátria e as suas colegas que os criolos na Bahia são “neve” e bem dotados os “montes de neve” satisfeitas e abastecidas podem cantar, mentir e dizer tudo de bom do Brasil ao invéz de misérias caluniosas que costumam falar, assim é muito melhor, tomar chá de “neve” bem dotada e sair feliz da vida zombando até do próprio marido. Desejo de coração com toda sinceridade que venham muitas turistas para a Bahia e todos os outros estados que achem os “neves” ou não mais saiam muito satisfeitas e conte prá mais turistas e que venham muito mais. Encontrando ou não um “neve” para satisfaze-las, poderão encontrar neve bronzeáda nos braços de algum garotão novo e forte e isso Maceió tem com muita abundância.