domingo, 15 de maio de 2011

DESENGANADO, APELEI AO BOM DEUS

               Dirceu Ayres
Deus. "Estás vendo a tua criatura"? Não lhe custava dar um jeitinho...Providencialmente, fui ao Encontro dos Jesuítas Cientistas, em Porto Alegre, e o Padre Suarez me disse ser fácil a cura com cloreto de magnésio, mostrando-me o pequeno livro do Padre Puig, jesuíta espanhol que descobriu o uso do cloreto de magnésio: sua mão era dura de tão calcificada, mas, com este sal, ficou móvel como a de uma menina; o mesmo aconteceu com parentes seu. E brincando, ele disse: "Com este sal só se morre dando um tiro na cabeça ou por acidente". Em Florianópolis, logo comecei a tomar uma dose pela manhã e uma à noite; mesmo assim continuei dormindo encolhido até o 20º dia; naquela manhã, porém, acordei estirado na casa, sem dor. Mas caminhar ainda era um sofrimento. Depois de 30 dias, eu me levantei sentindo-me estranho: "Será que estou sonhando? Nada mais me doía! Dei até uma voltinha pela cidade, sentindo, contudo, o peso de 10 anos antes. Aos 40 dias caminhei o dia inteiro sentindo menos peso; três meses depois minha flexibilidade aumentava. Dez meses já se passaram e me dobro quase como uma cobra". Outros efeitos: O cloreto de magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Ainda mais: minha pulsação que sempre estava abaixo de 40 - eu já pensava em marca passo - normalizou-se. O sistema nervoso ficou motorialmente calmo, ganhei maior lucidez, meu sangue estava descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado desapareceram. A próstata, que eu deveria operar assim que tivesse uma folga nos trabalhos, já não me incomoda muito. Houve ainda outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: "O que está acontecendo com você?" Está mais jovem! "É isso mesmo". Voltou-me a alegria de viver. Por isso, me vejo na obrigação de repartir o "jeitinho" que o bom. Deus me deu. Centenas se curaram em Santa Catarina depois de anos de sofrimento com males da coluna, artrose etc. Importância do cloreto de magnésio: O cloreto de magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em suas funções (catalisadoras), como os rins, para eliminar o ácido úrico nas artroses; desclassifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, evitando enfartes; purificando o sangue vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade. O cloreto de magnésio é, de todos os sais, o menos dispensável, como o professor na aula. Uso: após os 40 anos, o organismo absorve sempre menos cloreto de magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso deve ser tomado conforme a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Atenção: Para quem vive na cidade e ingere alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados) recomenda-se uma dose um pouco maior, e para pessoas do campo um pouco menos. O cloreto de magnésio não cria hábito, mas ao deixá-lo perde-se a proteção. Com o uso do cloreto de magnésio há tendência à eliminação das doenças e uma diminuição significativa do desgaste natural. Só não se deixe levar pelo comodismo, até que uma doença se instale; porque viver com dores e mal estar se é possível gozar de uma saúde radiante? O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. E não tem contra-indicação. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas. O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo e é indicado para homens e mulheres. No caso das mulheres ele ajuda a prevenir osteoporose. Recomendações: Quem sofre de bico de papagaio, obesidade, nervo ciático, coluna, arteriosclerose, rins, calcificação, surdez por calcificação, deve iniciar o tratamento com uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade. Artrose: o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, em particular nos dedos, que até incham. Isso resulta de uma falha no funcionamento dos rins, justamente por falta do cloreto de magnésio. Tenha cautela: se um rim talvez já esteja se deteriorando, tome apenas uma dose pela manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não cessar a anormalidade, tome uma dose pela manhã e uma dose à noite. Depois de curado, continue com as doses normais, como preventivo. Próstata: aqui vou citar um exemplo. Um homem muito idoso já não conseguia urinar. Algum tempo antes da operação, lhe deram cloreto de magnésio como preparação, e ele começou a melhorar. Depois de uma semana sentia-se bem, e a operação foi cancelada. Há casos em que a próstata regride, às vezes, ao normal, tomando-se 2 doses pela manhã, duas doses à tarde, duas doses à noite. Ao melhorar, tome a dose preventiva. Outros problemas: como reumatismo, rigidez muscular, impotência sexual, câimbras, tremores, frigidez, artérias duras, falta de atividade cerebral, sistema nervoso: uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite. Sentindo-se melhor, passar para a dose preventiva. Preparo: como preparar e usar a solução de cloreto de magnésio: dissolver 33 gramas de cloreto de magnésio (essa dosagem já está à venda, em farmácias - em 2004 custava R$ 1,20 - em 1 litro de água filtrada, melhor fervida). Depois de bem misturado, colocar em vasilhames de vidro (não de plástico) e guardar na geladeira. A dose é um cálice de licor segundo a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos, aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Onde encontrar: em farmácias de produtos naturais ou mesmo nas alopáticas. O autor, falecido com 93 anos, em maio de 2005, era Padre Jesuíta e Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense, em Florianópolis, Santa Catarina . O Magnésio não é nada menos que um mineral milagroso no seu efeito sobre a cicatrização de uma vasta gama de doenças, bem como na sua capacidade de rejuvenescer e evitar o envelhecimento do corpo. Sabemos que é fundamental para muitas reações enzimáticas, em especial no que diz respeito às celulares de produção de energia, para a saúde do cérebro e o sistema nervoso, e também para os dentes e ossos saudáveis. No entanto, pode constituir uma surpresa que, sob a forma de cloreto o magnésio também é um impressionante lutador contra infecção. O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de preveni-las. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios. Mais tarde o Prof Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes. Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite e problemas na vesícula, doença de Parkinson, tremores e cãibras musculares, acne, eczema, psoríase, verrugas e prurido cutâneo, impotência, hipertrofia prostática, cerebral e problemas circulatórios, asma, febre, urticária e reações anafiláticas. Cabelo e unhas ficaram mais fortes e saudáveis e doentes tinham mais energia. Recibido por e-mail.

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